25 de fevereiro de 2014

A importância da rotina na Educação Infantil

Todos nós sabemos como é importante para uma criança ter rotina, na escola ela também é necessária! A Educação Infantil deve considerar a organização do cotidiano enquanto a criança está no ambiente escolar.

A rotina proporciona estabilidade e segurança, maior facilidade na organização espaço-temporal e evita o sentimento de ansiedade que um dia inteiro na escola pode causar.

é importante sempre no início da aula conversar com os alunos sobre quais atividades teremos, registrar em uma lista(para os maiores) ou mostrar através de figuras(veja a imagem abaixo) como será o dia na escola.


As imagens você pode encontrar em vários sites na internet.

Eu fazia muito com meus alunos as fichas utilizando o próprio desenho deles: escrevia a atividade e pedia para desenharem. Ficava muito legal e ainda tinha a participação da criança.

O momento da escolha das atividades é feito após um planejamento da professora. Essa rotina pode ser modificada, porém é importante que os alunos participem dessa mudança!

Professora Melissa


23 de fevereiro de 2014

Dicas de atividades para o carnaval

Dicas de atividades para o carnaval

(Anne Lieri)




Imagem daqui

O carnaval está chegando e ninguém segura a galerinha que gosta de uma folia!

Para as professoras ficam algumas dicas de como trabalhar essa data em educação infantil.

Primeiro pergunte aos alunos o que eles acham que é carnaval e anote no quadro negro as palavras que eles disserem. A partir dessas palavras trabalhe a alfabetização com jogos de letras, escrita espontânea a partir de figuras temáticas, caça palavras, cruzadinhas, bingo, etc...

Aproveite para fazer um breve relato sobre a origem do carnaval. Usar um vídeo ou fantoches pode tornar essa aula mais interessante.

O carnaval é um bom momento para falar de alguns cuidados com a saúde como beber bastante água, vestir roupas leves, usar protetor solar e se alimentar bem.

Faça um calendário contando quantos dias faltam para a festa de carnaval.

Essa data é ótima para confeccionar máscaras infantis, colar de serpentina e improvisar fantasias.

A música também pode ser explorada, rememorando as antigas marchinhas de carnaval.

Por fim, combine com as colegas e na sexta feira façam uma brincadeira de carnaval na escola, com rodas e trenzinhos no ritmo de canções populares.

Boas aulas e boa folia para todas!

Abaixo alguns links com sugestões e você encontrará muita inspiração para criar suas aulas:










19 de fevereiro de 2014

Ecofuturo lança novo blog e abre espaço para discutir educação e sustentabilidade


O canal, patrocinado pela Valmet Corporation, terá textos de autores como Tatiana Achcar, Rita Mendonça e Andreia de Lima, além de participações de importantes pensadores, como Ignacio de Loyola Brandão, Heloísa Prieto, Frei Betto, Percival de Leme e Brito, entre outros

O Instituto Ecofuturo busca produzir e disseminar conteúdo para a construção de uma cultura de sustentabilidade e no dia 27 de janeiro lança seu novo canal, o Blog do Eco, com patrocínio da Valmet Corporation, líder global no fornecimento e desenvolvimento de serviços e tecnologias para as indústrias de celulose, papel e energia. Com uma plataforma tecnológica de fácil navegação, o blog permite discussões e reflexões voltadas para a leitura e escrita, advocacy e educação para a sustentabilidade.

O Blog do Eco é o primeiro passo para a unificação de conteúdos produzidos pelo Instituto Ecofuturo. Seu desenvolvimento foi pautado na experiência do usuário, facilitando a navegação com timeline semelhante a das redes sociais, ferramenta de busca avançada por categorias, categorização por autores e destaque para os temas e textos mais lidos e estará disponível no endereço www.blog.ecofuturo.org.br.

Além de textos já publicados pelo Instituto desde 2008, o blog contará com colaboradores fixos como a jornalista e pesquisadora em agricultura e alimentação Tatiana Achcar, a bióloga e socióloga Rita Mendonça, a jornalista e consultora em sustentabilidade Andreia de Lima, o escritor Reni Adriano e autores convidados como o escritor Frei Betto, o linguista Percival de Leme e Brito, a escritora Heloisa Prieto, o escritor e jornalista Ignácio de Loyola, a jornalista Cristiane Parente e o pesquisador e professor de gestão pública, da FGV, Fernando Burgos.

O blog se propõe a tratar de maneira diferenciada e com um olhar abrangente os temas educação para a leitura e escrita, advocacy e a educação para a sustentabilidade, sob a ótica de diversos autores, enriquecendo a qualidade do debate em bibliotecas, pontos de leitura, ONGs e escolas, além de democratizar o acesso à leitura e atuando para a formação cultural de crianças, jovens e adultos de todo país.



17 de fevereiro de 2014

Top Blog 2013

Olá pessoal, bom dia!

Nosso blog está selecionado para o TOP BLOG 2013.

Para ficarmos entre os finalistas no 2º turno, precisamos do seu voto!

Clique aqui: http://bit.ly/1eV2pFJ

Vote, verifique sua caixa de entrada ou spam, confirme seu voto e pronto!

Chegamos até aqui graças à você que prestigia o nosso trabalho.


Muito obrigada,

12 de fevereiro de 2014

Capacitação de Professores

A Fundação Dorina Nowill para Cegos e o Serviço Social da Indústria de São Paulo (SESI-SP) desenvolverão um projeto de capacitação de professores e atendimento às crianças com deficiência visual.


Matéria publicada na Revista Profissão Mestre

Com previsão de início para março de 2014, a ação visa capacitar 48 coordenadores pedagógicos para lidar com questões pertinentes à deficiência visual e às intervenções pedagógicas e sociais que facilitam o processo de educação inclusiva e a aprendizagem deste público.
Saiba mais em http://www.fundacaodorina.org.br/

Leia matéria na integra em Profissão Mestre

Abçs
Cris Chabes

9 de fevereiro de 2014

Cantinhos na sala de aula

Cantinhos na sala de aula

(Anne Lieri)




imagem daqui

Para o começo do ano os professores de educação infantil preocupam-se bastante com a organização da sala de aula.

Uma boa dica é criar cantinhos para que as crianças possam brincar sozinhas e em grupo.

Se a sua sala não tem muito espaço encape algumas caixas de papelão (da merenda) com papel colorido ou pardo e escreva em cada uma o tema.

Pode ser leitura, faz de conta, joguinhos de letras, de montar,fantoches, desenho, pintura, modelagem e outros.

Coloque uma caixa em cada mesa e faça um rodízio com as crianças, assim todos terão oportunidade de brincar de tudo um pouco.

Se há falta de material, esse tipo de atividade é excelente: você não precisa ter 40 brinquedos, pois eles brincarão em pequenos grupos.

Quando a sala de aula comporta um cantinho fixo você pode criar pequenos espaços para leitura ou fantasias, por exemplo.

 Alguns panos velhos podem fazer a alegria dos pequenos que inventam cabaninhas e roupas diferentes com eles! Além disso você pode usá-los para forrar o chão e tornar o espaço mais aconchegante.

Use sua criatividade e com certeza a cada dia sua aula será mais enriquecida!

Bom começo de ano!



Veja de onde tirei as ideias desse texto:




8 de fevereiro de 2014

Crianças que não sabem ler e escrever

Já percebeu que parece que às vezes estamos andando em círculo?

Entra ano e sai ano e a história é a mesma.

Ano após ano encontramos alunos do ensino Fundamental, Médio e Universitário, que não aprendem o que lhes é ensinado porque, a bem da verdade, apresentam graves deficiências e escasso domínio no que se refere à verbalização e à escrita. 

Também são incapazes de relacionar dados, de redigir de forma coerente. inúmeras vezes, você educador precisa solicitar ao aluno que leia o que escreveu para que se possa entender o que tentou redigir e, não raro, que ele mesmo não consiga entender suas próprias palavras. Os estudantes continuam sendo vítima do descaso. Os alunos não estão sendo, realmente alfabetizados e, assim, todo o processo evolutivo de aprendizagem fica deficitário, gerando o baixo rendimento escolar.

É preciso identificar quando e onde essa falha teve início.

O poder público deve ser responsabilizado,  professores trabalham com as diferentes deficiências apresentadas por seus alunos e, conseqüentemente, de atuar com essas deficiências é um desafio dia após dia para conseguir corrigir tais distorções. Pior ainda, alguns professores, passam a se sentir culpados por seus desajustes e incompetências e, assim, permanece o  foco  que a escola é a única responsável pelo fracasso de seus alunos.

A escola continua sem saber como colocar em prática os diferenciados recursos didáticos que lhes são enviados. No entanto, temos que ter uma visão de que alguns professores não podem mais permanecer atrelados a práticas pedagógicas ultrapassadas e desmotivadoras e, sim, partir para o estabelecimento de um novo tipo de relacionamento com seus alunos, em que prevaleça a amizade, a solidariedade, o respeito ao diferente e à adoção de uma postura formadora, tanto individual como cidadã, transformando em uma ação renovadora.  

O ato de educar depende muito do exemplo e da atitude condizente que o professor apresenta, assim como a sua capacidade de abertura à mudança, pois são elementos essenciais para que o aluno passe a gostar de conhecer, de aprender e... de freqüentar a escola. 

E o mais importante e grave 46,8% dos alunos de 14 anos não sabem ler e escrever.

Sua opinião é fundamental, então comente.

Toninha Borges
toninhavr@hotmail.com

5 de fevereiro de 2014

Trote universitário

O trote é proibidopor lei em SP
São 2 horas da manhã. Acordo com o som do telefone. Levanto assustada. Do outro lado da linha uma mulher pergunta:
- Por favor a senhora conhece o Paulo? (nome ficticio) 
- Sim....Ele é meu filho.
- Aqui é do pronto socorro, encontraram seu filho caído, desacordado, na estação do metrô.

Imediatamente pego a primeira roupa, mal penteio o cabelo e saio com o coração na mão, lágrimas nos olhos e um monte de interrogação sobre o que teria acontecido com meu filho. Ao chegar no PS encontro-o com as roupas rasgadas, descalço, cabelo raspado, cara pintada e em coma "Alcoólica". 
- O que aconteceu? Acorda filho!
- Senhora, ele não vai acordar agora - diz a enfermeira - um funcionário do metrô o encontrou desacordado na estação, chamou uma ambulância e o trouxeram pra cá. Conseguimos localiza-la, pois no celular que estava na mochila, havia 6 chamadas perdidas do mesmo número.

Quem não se lembra do primeiro dia de aula do filho, ainda no jardim da infância? 
Aquele dia memorável quando a criança nem tem tamanho para carregar a mochila, mas faz questão de pendurar nas costas? A mãe tira milhões de fotos e volta pra casa chorando de emoção. "Como ele cresceu!!!"
O tempo passa,  e logo a criança segue seus estudos pelo 1o. Ano, 2o. 4o. 6o......,e chega a primeira formatura ao final do 9o. ano. Quanta emoção! E quando termina o ensino médio e o filho começa a prestar vestibular, a emoção nos diz que agora chegou a hora dele seguir os próprios caminhos.  Aquele primeiro dia de aula no jardim da infância retorna com intensidade, e as lágrimas também.

Então chega o primeiro dia de aula na Universidade e......as 2 horas da manhã o telefone toca:
- Por favor a senhora conhece .......

Meu Deus, meu filho, aquele bebê recebido com tanto amor, criado com tanto cuidado, orientado a respeitar o próximo, a não se meter em encrencas, agora está ali inerte na cama de um hospital. Caio em prantos, em busca de uma palavra, uma resposta que explique o que aconteceu e sou socorrida pela mesma enfermeira que está cuidando dele.

Duas horas depois ele começa a despertar. Não me vê, não me reconhece. Sou orientada a levá-lo para casa e esperar que ele se recupere e explique o que aconteceu. Em casa, as 5 horas da manhã, ele chora e conta:

- Cheguei a faculdade e fui recebido por um grupo de alunos, que logo rasparam minha cabeça e pintaram meu rosto. Achei que tudo havia terminado, quando o grupo nos levou (eu e outros calouros) para o farol da esquina da faculdade e nos obrigou a pedir dinheiro no farol. Com o dinheiro em mãos fomos levados a um bar próximo e um coquetel de bebidas nos foi colocado na boca.
Veteranos e calouros da Uniara participam de trote em Araraquara (Foto: G1)
Reportagem do G1
- Mas por que você bebeu?
- Não tive escolha, alguns nos seguram, enquanto outros abrem a nossa boca e despejam a bebida. Não sei quanto bebi, nem como fiquei sem camiseta, mas cheguei a ver garotos vomitando e outros sendo carregados e jogados na calçada. 
- Como chegou ao metrô e como continuou com a mochila?
- Não me lembro? Sei que havia outros garotos desmaiados na saída do bar. É só disso que me lembro!

Toda essa narrativa não aconteceu com meus filhos, mas poderia ter acontecido. O filho de uma amiga, passou por tudo isso na última quarta feira , seu primeiro dia na faculdade. Assustado ele não voltou nos dias seguintes, mas sobreviveu ao que os veteranos chamam de "batismo dos bichos". 

Educação UOL
Na minha lógica, os bichos são os veteranos que tratam o semelhante como caça. Não querem nada além do prazer em prejudicar. Não se importam com as consequências e nem com a possibilidade de óbito (que pode ocorrer).

Na reportagem dessa foto, os veteranos atearam fogo no corpo do calouro, clique no link da foto para ler

Até quando essa barbárie vai continuar acontecendo em nosso país com nossos filhos? 
Que espetáculo é esse que acontece ano após ano, na frente de toda uma platéia inerte? Será que impera na humanidade a lei do "Se não é comigo, não dói? Não tenho nada haver com isso?" 
Gazeta do Povo

Existe tantas maneiras de comemorar esse momento tão importante. Li sobre casos de trote solidário (doação de alimentos, sangue, atividade física coletiva, etc..).  Também li sobre casos bizarros e nem quis compartilhar aqui para não chocar ainda mais. Lembre-se seu filho ou filha que estão ai brincando no chão da sala um dia serão os calouros. Você vai ficar esperando ele chegar lá para compartilhar essa postagem?

Talvez hoje outros garotos e garotas passem por novas barbáries enquanto a sociedade não soltar um grito de basta. Muitos serão encontrados nas esquinas ou  nas estações, impedidos de seguir seus caminhos por escolha própria, tentando "sobreviver" nessa selva urbana.

Abçs
Cris Chabes