30 de junho de 2013

O jogo da palavrinha mágica

O jogo da palavrinha mágica

(Anne Lieri)



Imagem daqui

É sensato afirmar que as famílias não estão dando conta de ensinar valores ás crianças. Falta de tempo, de preparo ou mesmo por indiferença os pais pouco falam sobre isso com seus filhos.

Valores são os fundamentos éticos e espirituais que constituem a consciência do homem.
Supondo que as escolhas da vida possam ser orientadas, a escola pode contribuir para a formação de valores das crianças.

Vou contar uma experiência que tive com alunos de seis anos, numa escola municipal de educação infantil aqui em São Paulo.

Eram crianças bem agitadas e agressivas, sendo que a maioria vinha de famílias desestruturadas.

Inventei um jogo que passo a todas as colegas que se interessarem.



imagem daqui

“Jogo da palavrinha mágica”


Num saquinho de veludo, decorado com estrelinhas, escrevi em pedaços de papel diversas palavras.

Foi intuitivo e escrevi o que achei que precisava desenvolver com eles: amor, perdão, compreensão, harmonia, amizade, respeito e todas essas coisas.

Num canto da sala preguei um cartaz com uma fadinha e embaixo deixava pendurado o saquinho.

No inicio do dia formava com eles uma roda e perguntava:

- Qual será a palavrinha mágica que a fadinha trouxe hoje?

Uma criança por dia sorteava a palavra e, a partir daí, eu aproveitava para discutir fatos do cotidiano e estimular aquele sentimento.

Por exemplo, se era sorteada a palavra: perdão, eu perguntava o que eles entendiam por perdão, o que era perdoar, ser perdoado, e batia um papo sobre isso.

Era muito gostoso e costumava pedir um desenho da palavra mágica do dia, uma representação do que entendiam e fazia o gancho com diversas disciplinas.


Recomendo a todas as professoras. Os alunos adoram sorteios e esses mistérios, fantasias de fadas e tudo mais.

Minha turma ficou mais calma e eu também!...rss... 

No final do ano precisam ver que graça de classe eles formaram!

 Foi um trabalho que valeu a pena realizar!

26 de junho de 2013

O que pensam os jovens sobre a escola

Uma reportagem publicada na revista Nova Escola sobre a crise no ensino médio, revela dados surpreendentes sobre o que os jovens pensam com relação à escola.

 "A pesquisa mostrou que os jovens não veem sentido em muitos dos conteúdos ensinados em sala e reclamam que os professores não usam a tecnologia durante as aulas. Outras questões levantadas são a falta de correspondência entre a realidade da escola e a vivida por esses adolescentes fora do ambiente educacional - em razão das intensas mudanças ocorridas na família, na cultura e nos meios de comunicação ....... A pesquisa foi coordenada por Haroldo da Gama Torres. A metodologia baseou-se em uma abordagem quali-quanti, sendo focado 6 grupos de São Paulo e Recife com mil questionários.  

Observem alguns dados coletados
  • O número de matriculas no ensino médio público é declinante
  • Os jovens expressam a necessidade de manisfestar sua identidade: (dão grande importância à dimensão lúdica = divertir-se, brincar, zoar
  • Em SP 73% dos jovens começam a trabalhar antes dos 17 anos contra 39% em Recife e todos valorizam mais o trabalho que o estudo. Os pais ao contrário valorizam mais a escola, no entanto compõem a renda familiar com o salário do filho.
  • Todos os entrevistados estão conectados a internet e usam as redes sociais e a escola apenas para os relacionamentos com os amigos.
  • Menos de 50% dos jovens usam a internet dentro da escola
  • Para a grande maioria a escola é percebido como local desorganizado e inseguro. Os professores são considerados indulgentes ou ausentes.
  • Mais de 70% não entende a utilidade dos conteúdos de matemática e português, entre outras disciplinas.
Médias da nota de 0 a 10 atribuída pelos entrevistados à escola

Imagem da FVC


Do total de entrevistados 46,6% pertencem a famílias com renda familiar média de R$1,5 mil reais e compõem um grupo que privilegiam o acesso aos equipamentos tecnológicos. 70% tem acesso a internet de casa e 57,7% o fazem por meio de tablets e celulares. 

Especialistas sugerem formas de articular o que eles pensam da escola com a realidade da educação brasileira:
  • Aproximar a escola do universo dos alunos integrados também ao projeto político pedagógico
  • Garantir professores presentes e preparados, oferecendo plano de carreira
  • Proporcionar aprendizados significativo, com aulas dinâmicas e praticas
  • Melhorar a infraestrutura 
  • Usar as novas tecnologias com propósito pedagógico
  • Zelar pela segurança
  • Diversificar modelos de formação
Acessando o link da Fundação Victor Civita você tem acesso ao relatório na integra da pesquisa.

Para mais informações sobre este e outros
Estudos e Pesquisas da Fundação Victor Civita, acesse:


Beijocas
Cris Chabes

24 de junho de 2013

A Escola do futuro ou do passado?


Olá,

Hoje trouxe para nossa reflexão um vídeo interessantíssimo que conheci por meio do curso de tecnologias Oferecido pelo programa Apoio ao Professor. 

"A Escola do Futuro ou do passado?",  é um vídeo que reflete a nossa realidade. Fala sobre o que estamos vivenciando hoje em nossa educação e propõe, na prática ações que poderiam ser realizadas para transformarmos essa situação. 

Não vou falar muito, pois o vídeo é bastante esclarecedor. Assistam reflitam e, se quiserem deixem registradas nos comentários experiências já vivenciadas com as tecnologias na sua escola ou em sua casa.
Vamos criar aqui uma rede de experiências!?

Vamos ao vídeo:



Uma ótima semana a todos:




22 de junho de 2013

Como superar o preconceito dos pais com os professores homens na Educação Infantil?


De fato, ser diferente em um ambiente em que há a predominância feminina pode ser constrangedor e gerar estranheza por parte de alguns pais e colegas. Contudo, a conquista do respeito está vinculada à competência na realização do trabalho pedagógico e à qualidade das interações que você estabelecerá com a comunidade educativa. Estudos indicam que o conhecimento está relacionado não a questão como idade ou sexo, mas ao domínio dos conteúdos, a uma boa didática, adequada à organização do tempo em sala de aula, e `a construção de relações de respeito tanto com os pais quanto com os alunos e os demais funcionários da escola. Assim, atue com naturalidade e responsabilidade, sem querer forçar uma aceitação. Ela virá com o tempo, como decorrência de sua postura e do trabalho que realizará com as crianças.




20 de junho de 2013

Improvisando historinhas do português para o Inglês

Às vezes deixamos de contar uma história, pois temos pouco ou nenhum acesso à livros infantis em inglês em nossa escola, mas dá pra adaptar uma historinha em português para inglês.

Uma aluna levou o livro “A festa no céu”. A professora regente não poderia contar por falta de tempo, pois o dia é praticamente só das aulas extras e ela perguntou se eu teria um tempinho pra contá-la.

Fiz uma rodinha com a turminha de 1º ano e contei a historinha pra eles, adaptando partes para o inglês.

Na Educação Infantil eu sempre faço isso e eles sempre gostam muito e quando levam livrinhos em português pra eu ler, já vão pedindo “Tia, conta em inglês pra gente?” Eu sempre conto e introduzo o inglês.



16 de junho de 2013

Uma horta com as crianças

Uma horta com as crianças
(Anne Lieri)



imagem daqui.

Que tal fazer uma horta com as crianças?

Em tempos de educação ambiental, ensinar o plantio e cuidado com as plantas pode resultar na diminuição do desperdício de alimentos.

Mesmo sem muito espaço é possível utilizar garrafas plásticas, latas e pequenos vasos para o plantio de hortaliças.

As crianças irão adorar pintar os recipientes, decorando-os com criatividade.

Escolha alguns temperos uteis e que brotam facilmente: manjericão, cebolinha, tomilho, hortelã, alecrim.

Diversifique o plantio conforme o espaço disponível e os interesses da classe: pimentão, alface, couve, tomate, limão, maracujá são algumas dicas.

Faça um rodízio dos alunos para manter a horta bem cuidada todos os dias.

Aproveite para trabalhar os alimentos em todas as disciplinas.

Em pouco tempo eles estarão colhendo o que plantaram e, com certeza, irão comer com maior apetite!


14 de junho de 2013

A percepção do outro através da Assembleia Escolar

Tive a oportunidade de participar da primeira Assembleia de Escola de 2013 no colégio onde leciono, que envolveu turmas do 6º ao 8º ano (o projeto está sendo ampliado ano a  ano). Fiquei somente como ouvinte, já que minhas turmas de 9º ano ainda não participam.

Foi muito interessante notar que os alunos reconhecem o trabalho dos professores e das funcionárias da limpeza, elogiam o quanto a escola é limpa e quanto os professores se dedicam ao seu trabalho. Ouvir isso, sem dúvida, é gratificante!

Muitos fizeram sugestões interessantes e colocações muito pertinentes também. Eram dois representantes de cada sala, totalizando quinze turmas (o colégio é grande e possui cinco turmas de cada, do 6º ao 8º ano). Achei que eles não iriam se entender e que falariam todos ao mesmo tempo, mas são organizados e deixam todos expressarem suas opiniões.

Na hora das críticas, a reclamação recorrente é quanto à organização da fila da cantina e o corre-corre na hora de descer para o intervalo. Eles mesmos apresentaram as propostas para resolver os problemas, mas apontaram qual o principal empecilho: a falta de colaboração dos colegas. Alguns ajudam, mas outros, como eles disseram "não estão nem aí".
Imagem do google
Percebo isso dentro da sala de aula: a geração deles é muito individualista, não sabe pensar no bem do grupo. E, conversando com uma turma um dia depois da Assembleia, eles concordaram comigo. Não existe o pensamento no bem estar coletivo, muitos não têm a consciência de que vivem em uma comunidade, uma sociedade, que nossos atos podem ajudar ou prejudicar muita gente. A questão da fila da cantina é, antes de tudo, de respeito ao próximo, eles sabem. Muitos não cumprem porque dizem "se todo mundo faz, eu também vou fazer".

Não estou culpando ninguém aqui, somente constatando um fato que, a meu ver, é mundial: a perda da solidariedade, o afastamento das pessoas, a individualidade levada ao extremo. E como isso acaba afetando o cotidiano de nossas crianças também...


Bom fim de semana!
Elaine



12 de junho de 2013

"Mandacaru quando fulora lá na seca"

Na festa junina desde ano escolhi uma música do Luiz Gonzaga para ensaiar com minha turminha de 3ª ano e logo surgiu a pergunta:

_ Professora, o que é Mandacaru?

Respondi que nunca vi a planta, mas que a letra da música indicava ser uma planta da caatinga! 

Dai veio a segunda pergunta que motivou a turma a pesquisar sobre a história, cultura, hábitos e músicas da região Nordeste: 

_ Professora o que é Caatinga?


Mandacaru quando fulora lá na seca, é o sinal que a chuva chega no sertão. 
Toda menina que enjoa da boneca é sinal de que o amor já chegou no coração.......


"mandacaru planta da caatinga. Os habitantes da região Nordeste associam à floração do mandacaru a chegada das chuvas. As flores do mandacaru apresentam coloração branca e abrem na madrugada quando são polinizadas, principalmente pelos morcegos. Durante o dia a flor começa a murchar e ainda serve de fonte de alimento para muitas abelhas nativas. O fruto do mandacaru é de cor avermelhada é muito apreciado pelos pássaros que consomem a polpa com as sementes e realizam sua dispersão em toda caatinga.

A caatinga a savana brasileira. Tem esse nome devido a sua vegetação seca e esbranquiçada. A maioria das plantas perdem as folhas e os troncos ficam secos e brancos. A caatinga abrange de forma contínua o estado da Paraíba, Piaui, Ceará, Rio Grande do Norte, Maranhão, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia e parte de Minas Gerais. 

Luiz Gonzaga consagrou o mandacaru com o xote das meninas em 1953, onde ele cantava que “mandacaru quando fulora na seca é o sinal que a chuva chega no Sertão...”.  O compositor mencionava sempre em suas letras um pouco da história da sua região e das dificuldades vividas pelo povo nordestino.


Luiz Gonzaga foi um compositor popular que nasceu em Pernambuco e conheceu bem as dificuldades vividas pelo povo durante o período da seca, em que nenhuma lavoura sobrevive e que a população assim como os animais sofrem com a falta de água.

Esse foi só a primeira parte da pesquisa, enquanto ensaiamos outras curiosidades surgiram. O modo de falar "fulora" , por que não chove como aqui, e como os meninos vão tocar sanfona e triangulo, eles também queriam saber como era o som,quanto pesava, quem inventou. Mas essa parte da pesquisa vai ficar para o próximo post......


Beijocas
Cris Chabes


10 de junho de 2013

Quando se fala em diferenças...

Olá pessoal.

Confesso a vocês que este não seria o tema a ser tratado no post de hoje, porém fiquei indignada demais com a notícia abaixo e não posso deixar de compartilhar com vocês minha opinião.

Peço que leiam e deixem suas impressões.



Verificando as atualizações do Facebook me deparei com o triste relato de um Pianista que foi se apresentar em um evento voltado para os alunos da cidade de Campinas-SP e logo após explanar sobre sua apresentação foi vaiado pelos alunos. (Veja aqui a notícia

André Mehmari é autor de composições e arranjos para algumas das formações orquestrais e de câmera mais expressivas do País, como Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), Quinteto Villa-Lobos, Orquestra Sinfônica de Brasília (OSB), Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo, entre outros. 

O ocorrido me fez lembrar sobre a "luta" que algumas escolas tem traçado atualmente para falar sobre as diferentes culturas existentes ao nosso redor, sobre os lugares dos educadores (pais e professores) sobre muita coisa que estamos sempre falando, mas que infelizmente ainda nos colocamos em posições distantes. 

Falamos, questionamos, dizemos das necessidades de... Mas não colocamos a mão na massa para que se torne efetivo. 

Entendo o lado dos alunos, que infelizmente mal educados não souberam respeitar a cultura do pianista. Provavelmente nenhum trabalho foi realizado anteriormente com eles a fim de que soubessem a proporção do evento que estavam assistindo. Mas entendo também a posição do Pianista, que sem motivo plausível foi submetido à este ridículo diante de um público imaturo. 

E a culpa é de quem? 

Sem dúvida nenhuma, nossa! Que ainda nos permitimos pensar apenas em conteúdos pragmáticos, em "impactos tecnológicos" sem, muitas vezes, convergir todas estas informações para o real sentido de suas discussões A EDUCAÇÃO DE NOSSAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES.

Penso que todas as pesquisas e discussões e tudo mais seja importante, mas é importante também olhar e tratar de perto com alunos, pais de alunos e professores também. 

- "Mas isso é utópico!!!" 

"Bola" àqueles que dizem que é utópico. Só a transformação desta "utopia" em algo real nos fará viver em comunidades melhores, pelo menos no que se refere ao respeito ao próximo, base,creio eu, fundamental de uma sociedade de verdade, arrisco-me a dizer. Caso contrário, que tal começarmos a falar em "individuaciedade!?


Uma ótima semana a todos
Por Vanessa Vieira



8 de junho de 2013

Violência nas escolas

A violência nas escolas tem preocupado muito o poder público e de uma maneira geral a sociedade também.

Que a educação começa em casa, isso é fato, porém muitos pais ou responsáveis pelo menor tem relaxado com respeito a isso. Também vejo que o menor não pode ir pra cadeia, mas vejo menor matando, portando arma branca e de fogo, usando drogas. A violência não está somente nas escolas, mas em todo o lugar. Se o diretor pensa diferente é caçado pelo seu supervisor ou pelo dirigente regional de ensino e assim sucessivamente. O professor então, pode até dar uma boa aula e mesmo assim ele é admoestado não somente pelo aluno, mas também pelo diretor ou quem achar de direito.

Sabemos que a escola é o primeiro lugar de socialização que a criança experimenta, claro que não podemos esquecer da socialização primária que se restringe a família, igreja e vizinhança, onde o círculo é bastante restrito. É na escola que realmente a processo de socialização onde a criança terá que conviver com as diferenças. Por isso, que se tornou essencial e muitos não percebem isso, é tratar a violência nas escolas com lucidez. É preciso dialogar e propor um novo projeto de sociedade no qual o bem de todos realmente esteja em vista.




6 de junho de 2013

Festa Junina (June Parties)


Você pensou que eu iria ficar de fora das comemorações juninas só porque dou aula de inglês?

Aqui estou, trazendo um vocabulário que pode ser trabalho nas aulas com diversas faixas etárias.

Easy fishing game: barraca de pescaria
Flags: bandeiras
Straw hat: chapéu de palha
Checkered shirt: camisa xadrez
Candy apple: maçã do amor
Barbecue: churrasco
Fried turnover: pastel
Pop corn: pipoca
Corn: espiga de milho
Cake: bolo
Fireworks: fogos de artifício
Bonfire: fogueira


4 de junho de 2013

Qualidade do Material Didático

Tenho refletido muito sobre este tema nas últimas semanas. Qual a qualidade do material didático utilizado em nossas aulas?

Há uns 15 dias li que em apostilas distribuídas pelo município do Rio, foram encontrados vários erros, em um deles dizia que a capital de Pernambuco é Belém, em outro dizia que a sigla do estado da Paraíba é PA e não PB, entre outros.


Será que estamos atentos a esses tipos de erros?

Já encontrei erros absurdos em livros didáticos de Editoras reconhecidas, mandei email e nem me responderam!

Vocês já perceberam a quantidade de erros ortográficos em livrinhos de histórias?

Acredito que o professor não é obrigado a saber tudo, ele também tem o direito de errar, mas publicações que envolvam uma grande equipe, que provavelmente passa por um corretor não deveriam conter erros. E nós, professores, temos que ficar atentos para não deixar esse erro chegar até o aluno,temos que mostrar e explicar o correto.

Professora Melissa

2 de junho de 2013

É hora da quadrilha!

É hora da quadrilha
(Anne Lieri)



 Imagem .daqui.


Está chegando o mês de junho e as professoras já começam a se preocupar com o ensaio da dança da Festa Junina.

São reuniões intermináveis para decidir como será a festa, quem vai fazer o que e lógico, a dança é o ponto alto.

Os pais querem ver seus filhos dançarem, tirar fotos e aproveitar as brincadeiras em família. 

Temos que caprichar, mas sem massacrar as crianças com ensaios intermináveis.

Cabe à professora escolher a música e inventar uma coreografia.

Passos simples, canções que todos saibam cantar e que seja prazerosa, uma brincadeira para as crianças e, nunca uma tarefa pesada.

Sugiro aproveitar essa época para trabalhar as diversas modalidades de dança nas regiões do Brasil.

É um tema rico e que pode acrescentar bastante à cultura dos alunos.

Fujam das canções sertanejas da moda, mesmo que a tentação seja grande.

Procurem algo diferente e característico de nosso país.

Temos grande variedade de ritmos: fandango, dança das fitas (Sul); quadrilha (Sudeste); forró, baião e xaxado (Nordeste); ciranda, carimbó (Norte); rasqueado, cururu (Centro oeste).

E lembrem-se: não esquentem se a criançada se confundir com algum passo, os pais acham engraçadinho quando eles se atrapalham, não é verdade?

E boa festança pra todos!