28 de fevereiro de 2013

Projeto: NO STRESS!


Todos conhecem aquela famosa frase: NO STRESS!

A famosa frase virou slogan de capas de cadernos, agendas, adesivos, camisetas etc.
Com base nesse slogan, elaborei um projeto para os alunos do 3º ano dos cursos de Informática, Administração e Publicidade.
Antes de propor o projeto, trabalhei com os alunos um texto interessante sobre "What is stress?".
O diferencial desse texto é que podemos entender que o stress não está relacionado só a coisas negativas que acontecem com a gente, mas que acontecimentos positivos, também nos causam stress.
Abaixo, coloquei o texto e a proposta do projeto.

TEXTO:

O que leva uma pessoa a ficar estressada?
A vida agitada a preocupação com os filhos, o emprego, os estudos, a falta do dinheiro?
Todos esses fatores contribuem para o aparecimento do estresse, mas não são os únicos a provocá-lo.


Which of these is stress?


You receive a promotion at work.
Your car has a flat tire.
You go to a fun party that lasts until 2:00 a.m.
Your dog gets sick.
You get a bad case of hay fever.
Your best friend and his wife come to stay at your house for a week.
"ALL OF THESE ARE STRESS".

If you are used to thinking that stress is something that makes you worry, you have the wrong idea of stress. Stress is many different things: happy things, sad things, allergic things, physical things. Enormous stress loads are carried by many people and they do not even realize it!

What is stress?

We are all familiar with the word “stress”. Stress is when you are worried about having enough money to pay your bill, or worried about your grades at school. In fact, to most of us, stress is synonymous with worry. If it is something that makes your worry, then it is stress.
Your body, however, has a much broader definition of stress. TO YOUR BODY, STRESS IS SYNONYMOUS WITH CHANGE. Anything that causes a change in your life causes stress. It doesn’t matter if it is a “good change”, or a “bad change”, they are both stress. When you find your dream apartment and get ready to move, that is stress. If you break your leg, that is stress. Good or bad, if it is a CHANGE in your life, it is stress as far as your body is concerned.
Stress is an unavoidable consequence of life. Without stress, there would be no life. However, just as suffering can cause disease, there are good stresses that compensate this, and promote wellness. Increased stress results in increased productivity - up to a point. This level differs for each of us. It’s very much like the stress on a violin string. Not enough produces a dull, raspy sound. Too much makes a shrill, annoying noise, or causes the string to break. However, just the right degree can create magnificent tones. Similarly, we all need to find the proper level of stress that promotes optimal performance, and enables us to make melodious music.

TRABALHO:

Tema: “NO STRESS”

- Criar cartazes e vídeos a partir do slogan No Stress.
- Fazer um paralelo sobre o que é o Stress profissional e pessoal.

Objetivos do Trabalho:
- Trabalhar o tema Stress ampliando seus conceitos como bad or good.
- Enriquecer vocabulário.

ALGUNS CARTAZES APRESENTADOS:


Correção: pollution



Além da apresentação dos cartazes (foram mais de 30 cartazes), alguns alunos produziram vídeos e dois grupos apresentaram teatros. Como sempre, os alunos me surpreenderam pela criatividade, compromisso e inovação.

27 de fevereiro de 2013

O que está escrito e o que se pode ler - parte 1




Queridos amigos do Educação em Foco trago para vocês hoje e nas próximas semanas uma sequência de aulas demonstrando como a criança pensa a Escrita e Leitura das palavras. 

Telma Weiz nos dá uma aula sobre a Psicogênese da Língua Escrita, vale a pena conferir. 

Vídeo elaborado pelo MEC. 

Boa aula
Abraços
Cris Chabes

26 de fevereiro de 2013

Mais brincadeiras com espelhos

Semana passada falei um pouco sobre a importância do espelho na educação infantil e pesquisando na internet, achei várias sugestões de atividades no site da revista Nova Escola. 

Seguem algumas dicas:

- Para crianças com deficiência visual:

Tocar as diferentes partes do corpo é muito importante para a criança com deficiência visual. Descreva os gestos feitos pelas outras crianças e, nas primeiras vezes, ajude a criança a imitar. Você também pode ampliar o tempo de realização das atividades propostas, permitindo que a criança toque nos colegas. O estímulo auditivo também é fundamental. Músicas, barulhos e comandos sonoros podem ajudar. Na atividade das caretas, você pode trabalhar com sons (todo mundo faz barulho de riso, todo mundo imita choro). Oferecer um espaço adequado para que esta criança também possa desenvolver a sua mobilidade é outra ação fundamental. Organize os cantos da creche de modo que o bebê possa explorar os espaços e localizar-se no ambiente, garantindo a sua progressiva autonomia.


Espelho,espelho meu...

Desenvolvimento:

 
Todas as atividades devem ser feitas em frente aos espelhos, sempre estimulando a observação.

Atividade 1
Incentive os pequenos a observar a própria imagem. Peça que eles toquem diferentes partes do corpo. Proponha brincadeiras como balançar os cabelos, levantar os ombros e cruzar os braços. Estimule-os a imitar os gestos dos colegas: Vejam a careta do João! Vamos fazer igual?

Atividade 2
Coloque músicas do cancioneiro popular (Caranguejo Não É Peixe, Cabeça, Ombro, Perna e Pé etc.) que abordem partes do corpo ou sugiram movimentos. O objetivo é se aventurar em novos gestos e imitar os colegas.

Atividade 3
Proponha agora a brincadeira seu-mestre-mandou. Com todos em pé, dê os comandos: Cruzar as pernas!, Ajoelhar-se!. A cada posição, estimule-os a se observar e testar possibilidades de movimento.

Atividade 4
Para brincar com expressões faciais, mostre cartazetes com diversas fisionomias. Depois, sugira que a garotada faça caretas variadas.

Atividade 5
Hora do faz-de-conta: sugira que cada um escolha se quer brincar de casinha, fantasiar-se ou maquiar-se. Ofereça novas possibilidades de acessórios e de brincadeiras.



25 de fevereiro de 2013

E o professor. Como anda?


"...A aula da Érica não é bagunçada...
Mas tirando essa mestra, 
os demais até que tentam, mas poucos conseguem..."
                                                                         Thomas



O que fazer diante dessa situação?  

Estava lendo as reportagens de Julio Furtado e Vasco Moretto na Revista Aprendizagem e   os dois autores mostraram-se preocupados como mesmo aspecto: O papel do professor nos tempos atuais. Ressaltam que muitas são as mudanças socioeconômicas, regionais e mundiais que temos vivido e que todas essas mudanças atingem o ato de educar.
Vasco Moretto afirma que  o professor vive em constante pressão, pois de todos os lados recebem afirmações de que a Educação vai mal e que há a necessidade de mudanças, mas, muitos esquecem de ressaltar e de "avisar" ao professor que mudanças são essas. O que é preciso  mudar? Por que mudar? São perguntas que constantemente se fazem presentes na cabeça dos professores de nossa geração.
Partindo desse princípio Julio Furtado nos diz que  é compreensível o nível de insegurança que os professores vivem, professores e pais também,  pois são eles os principais agentes dessa tão nobre e complexa tarefa de educar. Segundo o autor, o professor hoje tem ocupado lugar de destaque no cenário de reconfiguração educacional. E esse destaque se dá, por causa das mudanças ocorridas na estrutura familiar, mudanças essas que não nos permite afirmar quem exerce o papel de educador em casa, muitos são os que tem exercido esse papel... avós, tios, primos, irmãos mais velhos...

Na escola quem "educa" é o professor. Ele é referência, quando se pensa na Instituição Escola e por isso, não podemos deixar de ressaltar que cada vez mais, se exige que ele exerça além do seu papel  exclusivo de ensinar conteúdos. 

Aqui está a grande questão, pois como nos diz Julio: O professor se torna educador quando sente as dificuldades de estarmos vivendo tempos de mudança. E ressalta que para conseguirmos vencer essas questões necessitamos compreender a necessidade de alinhar nossos sentimentos, pensamentos, o que falamos e o que fazemos. 



"Ser professor é crescer como pessoa 
através da ação profissional 
e melhorar como profissional 
através da ação como pessoa."
                                                           Júlio Furtado

Vasco Moretto por sua vez, afirma que não se pode mudar por mudar. É preciso manter o foco nas consequências das mudanças. Se não tiver certeza dos novos rumos a seguir ou se não estiver preparado para as mudanças, talvez seja melhor fazer bem o que sempre fez se preocupando é claro, em alcançar as competências necessárias para novas situações complexas a serem enfrentadas. 

Para concluir seu pensamento Moretto, nos fala sobre algumas dimensões da educação que mereciam mudanças. São elas:



==> Fundamentos Epistemológicos:




Nos levam a questionar o que seja o conhecimento socialmente construído. Seria ele uma descrição de mundo ou uma representação de mundo?






==> Fundamentos Metodológicos:


Está diretamente ligada aos fundamentos epidemiológicos e se refere a ação do professor. A aula será reflexo da epistemologia do professor. Se ele acreditar que o mundo é algo pronto a ser descrito ele assim ensinará, utilizará a linguagem da descrição: _ "a ilha é... " Mas, se sua visão for de que o conhecimento é uma representação do mundo sua linguagem será outra: _"conceituamos ilha como..."
Esse segundo foco busca a mudança da metodologia do professor. (não seria esse o caso dos professores do Thomas?!) 



==> Fundamentos éticos




Esta dimensão precisa ser buscada pois seu foco é fazer com que valores sejam transformados. Onde o ser possa se sobrepor ao ter, onde ser honesto deixa de ser vista como sinônimo de ser trouxa, onde o sonhador deixe de ser motivo de gozação e menosprezo... onde o professor possa realmente se perguntar:" _Que cidadão eu quero formar e o que posso fazer para tornar isso real?".  Sem achar que isso seja uma grande utopia... e  principalmente onde a ESCOLA possa acreditar que:




 "gente de verdade só pode ser formada por gente de verdade 
e é esse talvez o maior desafio dos professores: 
tornar-se cada vez mais gente de verdade".
Julio Furtado




Fonte:
Revista Aprendizagem: ano 3 nº15/2009
Vasco Moretto: 
O dilema do educador
Júlio Furtado
Limites e horizontes
do papel do Educador

Boa semana a todos

24 de fevereiro de 2013

Trabalhar frutas com as crianças



Trabalhar frutas com as crianças
(Anne Lieri)

Imagem daqui.

É comum a criança não gostar de comer frutas.

A maioria desconhece o sabor de muitas delas e, convenhamos que a professora tem mais chances de conseguir com que os pequenos experimentem do que as mães.

Essa sugestão de atividade não é minha.

Com o tempo aprendi com outras colegas e coordenadora e sempre fazíamos na Educação infantil.

Abaixo algumas sugestões de atividades lembrando que é um projeto longo e pode ser trabalhado de forma interdisciplinar.


- Roda da conversa: que fruta você mais gosta e por quê?

- Hora da história: contar histórias de frutas, ler poesias ou utilizar teatro de fantoches.
Sugestão  aqui ( Mineia Pacheco)

- Fazer uma lista das frutas que as crianças conhecem. (Eles falam e a professora escreve no quadro ou num papel pardo, cartolina).

- A cada fruta citada chamar um aluno para fazer o desenho na lousa enquanto os outros dizem as características daquela fruta. Por exemplo: é vermelha, redonda, azedinha...


- Cantar músicas que falem sobre frutas. Ex: Meu limão, meu limoeiro, Salada de frutas (Xuxa, Bananas de pijamas, Patati Patatá). Escolhi o rock das frutas mas tem muitas ideias no You tube.



- Brincadeiras: esconder uma fruta e todos irão procurar.

* de olhos tampados a criança deve descobrir qual é a fruta pelo tato, olfato, paladar.

* sortear uma letra do alfabeto e as crianças devem dizer nomes de frutas com aquela letra.

- Confecção de jogo de memória com frutas. Cada um faz o seu, desenhando em cartõezinhos a mesma fruta duas vezes. Depois as crianças podem levar para casa. Eles adoram e os maiores podem copiar do quadro o nome das frutas.

- Fazer um quebra cabeça de frutas com imagens pesquisadas em revistas. Colar papelão por trás para ficar mais firme, depois desenhar as divisões e recortar. Também podem levar para casa.

- Textos com letras de música, contos ou poesias sobre frutas. A professora pode trabalhar os textos, circulando nomes de frutas, pintando cada um a letra de seu nome, etc...

- Contar as letras dos nomes das frutas e fazer um cartaz coletivo. Veja aqui uma ideia legal que vi aqui


- Fazer um gráfico com as frutas preferidas da sala.

- Passear no sacolão ou feira para comprar as frutas. A professora pode recorrer à escola e, caso não haja recursos, fazer uma vaquinha entre os pais e professores. Pode-se também pedir uma fruta para cada aluno.

- Com massinha de modelar criar vários tipos de frutas e fazer uma exposição na classe.

Um lembrete: as atividades ganham mais sentido para a criança quando ela faz um desenho do que foi vivenciado.

- É possível criar caça palavras, cruzadinhas, dominós e vários jogos usando os nomes das frutas.

- Com as crianças fazer uma salada de frutas. Antes, conversar sobre cada fruta, explorando as suas características.

 Aproveitar e introduzir conceitos de higienização dos alimentos.

 É importante que todas as crianças tenham oportunidade de participar da confecção da salada, mas sempre com a supervisão da professora. 

Um jeito muito bom é juntar duas salas assim, uma professora ajuda a outra e sempre se aprende mais.

- No final o melhor de tudo: COMER!...Rsss...


Imagem daqui.


23 de fevereiro de 2013

Lição de casa


Não é fácil pra nossas crianças estudarem 4 horas todos os dias e voltar pra casa com lição de casa pra fazer.
Os que estudam de manhã tem a parte da tarde pra fazer e os que estudam a tarde os faz de manhã ou a noite.
Mas, como fazer uma lição de cada sem muito stress dos pais na cabeça dos seus filhos.
Afinal, dever de casa deveria lembrar sorvete e não um terror.
Vamos lá a dicas que podem ajudar você quem está auxiliando uma criança nesse momento.


1 – Estabeleça um horário para fazer a lição de casa. Criar uma rotina para criança passa uma ideia de hierarquia. E isso a ajudará quando tiver o seu emprego. As coisas mais importante de sua vida vêm primeiro.

2 – Antes de começar a lição de casa, arrume os matérias que vai ser trabalhado, passando a ideia de organização.

3 – Oriente a criança sempre a fazer o cabeçalho antes de fazer a lição propriamente dita. Vai ajudá-lo a identificar a data em que a lição foi feita. O caderno fica mais organizado e a separação de uma lição de outra também ajuda. Não se esqueça de orientá-la para fazer uma linha de uma lição pra outra uma linha, dá um efeito de maior organização, que é exatamente o que eles mais precisam neste momento.

4 – Procure não fazer a lição para criança. Eu sei que a intenção é ajudar, mas a realidade é que atrapalha o desenvolvimento de seu filho. Afinal, você não fará a prova por ele e a criança sempre se tornará dependente.

 5 – Se a criança tem dificuldade na leitura ou não sabe ler, não hesite em ler pra ela para agilizar a tarefa de casa. A lição deve ser completamente realizada pela criança. Em caso de lições que necessite escrita, basta perguntarem ao invés de responder. Por exemplo: Palavras que comecem com F? A criança responde FACA. O pai ou mãe então poderá questionar como será que é escrita esta palavra e auxiliar sempre com perguntas do tipo ‘Como é o FA? É o mesmo FA de FABIANA, como será que é o CA?’ e assim por diante. Quanto mais perguntas fizerem sobre a atividade que está sendo ensinado, mais eficaz será o resultado da lição.  E pode não parecer, mas você já estará ajudando para possíveis avaliações.  Não é a escrita final que conta neste caso e sim como o aluno chegou àquela escrita.

6 – Ter paciência é fundamental para criança, se não tem, procure quem possa auxiliar. Crianças pequenas se distraem com muita facilidade, e esse tipo de comportamento acaba irritando os pais. Se a criança se distrai com muita facilidade, procure um ambiente mais calmo e sempre volte à atenção para a lição. Ensine o aluno a pensar em uma coisa por vez… pensar em várias coisas ao mesmo tempo prejudica o aprendizado.

Caso ainda tenha  alguma dúvida quanto a algo, basta me escrever que formularei novas respostas.
Até breve.

 Boa Aula!

Toninha Borges

Sequência Numérica





A matemática é uma disciplina cheia de mistérios, dificuldades e muitos, muitos desafios para os educandos.

Nem todos tem afinidade com números, nesse momento precisamos verificar o quanto os educandos sabem de sequência numérica.


Trabalhar com números simples ou até mais complicados, faz parte do nosso cotidiano escolar. Por esse motivo convido a vocês a acessar o meu blog http://www.educar-oprimeiropasso.com/ e verificar as atividades postadas.

Acabei postando duas atividades diversificadas para colocar no blog, quem preferir mais de uma, pode me enviar e-mail toninhavr@hotmail.com que respondo.

Boa aula!

Toninha Borges

22 de fevereiro de 2013

A difícil arte do hábito da leitura

Como professora de História, deparo-me com muitos estudantes que apresentam dificuldades na hora de apresentar textos ou respostas de provas e exercícios. Essa situação me deixa muito incomodada, e frequentemente recorro às minhas amigas professoras de Língua Portuguesa para pedir ajuda.

A boa escrita, na minha opinião, é um trabalho interdisciplinar dos mais importantes. E esse fato não é reconhecido, seja por estudantes, ou até pelos próprios professores. Se vivemos em um país que fala e escreve português, os estudantes devem fazê-lo bem em todas as disciplinas do currículo escolar. Além disso, enfrentamos um sério problema com a caligrafia, um sofrimento, pois somos obrigados a "decifrar" o que as crianças escrevem, o que nos toma um tempo maior ainda nas leituras e correções.

Uma receitinha simples nos ajuda de uma forma extraordinária: o hábito da leitura. Tenho alunos que adoram ler, vivem carregando um livro (infelizmente, são cada dia mais raros). Esses alunos, obviamente, tem um vocabulário mais desenvolvido e uma redação muito melhor. E, acreditem, são alvos de piadinhas dos colegas, chamados de "nerds" por gostarem de livros e não de games e computadores.

Eu tenho consciência de que não podemos atingir a todos, que sempre existirá alguém que não gosta de ler. O hábito da leitura é adquirido pelo exemplo: se a criança vê os pais fazendo, certamente ficará curiosa e começará a fazê-lo. Adoraria ter mais pais como o de uma aluna que está no 9º ano, que possuem um quarto em casa com muitos livros e sempre a incentivam a ler. Como não tenho esse cenário "ideal", procuro fazer a minha parte também: sempre que posso, levo livros para a sala (previamente lidos, para saber se a linguagem é adequada à faixa etária) e os indico para os alunos. O simples fato de mostrar e ler alguns trechos, faz com que alguns comprem, leiam e gostem.

Gostaria muito de montar algum projeto que relacionasse leitura de livros às aulas de História. Se alguém tiver uma sugestão, para trabalho com 8º e 9º ano, agradeço! E se alguém quiser relatar sua experiência, mesmo que seja com diferentes séries, fique à vontade para utilizar esse espaço.

Muito obrigada e bom fim de semana!
Elaine


21 de fevereiro de 2013

Nova rede social educativa para os alunos brasileiros

Mais um portal do grupo Brainly.com disponível 
no Brasil e em Portugal


Desde novembro os alunos brasileiros e portugueses podem se juntar a uma rede social educativa Brainly.com.br – um portal que promove a compartilhação de conhecimento e ajuda mútua em estudos escolares

Social learning, gamificação e apoio à educação - estes são os principais conceitos do Brainly que criando um ambiente de aprendizagem mútua e colaboração possibilita estudo fácil e rápido para os alunos de ensino fundamental e médio. Graças aos elementos de gamificação como rankings, níveis ou um sistema de atribuição de pontos, Brainly encoraja participação ativa na explicação de questões difíceis, porque os utilizadores – para serem ajudados – também têm de ajudar os outros. Os fundadores querem mostrar que a escola, trabalhos de casa e estudo podem dar prazer e satisfação
pessoal.

Como o Brainly funciona?

Para cumprir as expectativas de ambos os mercados, o Brainly.com.br está disponível em português do Brasil e português europeu, enquanto o conteúdo é comum para que os alunos de Portugal e os do Brasil possam trabalhar e colaborar juntos. Cada usuário depois do cadastro recebe um certo número de pontos que precisa gastar cada vez que faz uma pergunta no portal. Para ganhar pontos os alunos devem ajudar as outras pessoas, não necessariamente na mesma matéria. Além disso, os melhores alunos recebem pontos adicionais por darem uma resposta clara, completa e com uma boa explicação. Da alta qualidade de todas as respostas cuidam os especialistas – os moderadores.
O botão “Obrigado” possibilita agradecimento pessoal e pode ser um início de uma nova amizade que se pode desenvolver através de mensagens privadas ou bate-papo. Com esta ideia de ajuda mútua com os estudos em um ambiente de colaboração e amizade os fundadores querem chegar às crianças de todos os países no mundo.

O que acham os alunos?

Um dos usuários do Brainly.com.br, hbrennog (18 anos), disse: “Acho [o site] ótimo, porque sempre é melhor estudar em grupo, o aprendizado é mais descontraído e memorável, e os alunos aprendem de verdade!”

Sobre o Brainly.com

É um grupo de serviços de social learning cujo objetivo é criar um espaço online onde os alunos podem estudar juntos, trocar ideias e ao mesmo tempo conhecer pessoas novas. O primeiro serviço foi criado em 2009 e rápidamente ganhou popularidade tanto entre os alunos como entre os professores. Neste momento ao grupo pertencem os seguintes portais: Zadane.pl (Polônia), Znanija.com (Rússia, Ucrânia e outros países russófonos), E-aufgabe.de (Alemanha), Misdeberes.es (Espanha, México e América do Sul), NosDevoirs.fr (França), Eodev.com (Turquía) e Brainly.com.br (Portugal e Brasil). Em conjunto, o portal é utilizado por quase 9 milhões de usuários únicos por mês em 19 países. Mais informações: www.brainly.com

Trabalhando na lousa digital


Já contei aqui sobre como funciona uma lousa digital e todos os benefícios que ela possui para que as aulas se tornem mais atraentes.

Particularmente, eu amo levar os alunos para um ambiente diferente e eles curtem demais as aulas quando são ministradas com o auxílio na lousa.

Abaixo, algumas imagens dos alunos interagindo nas aulas de inglês.

Atividade sobre os adjetivos.
Marcar um X nos personagens que apresentam as características citadas.
Ex.: He is tall and thin. (Ele é alto e magro)

 Usando o teclado virtual, digitar os adjetivos que representam  as personagens.
Ex.: short (baixo), strong (forte) etc.




Atividades interativas que acompanham o livro didático. (6º ao 9º ano)

É possível também, cada aluno criar o seu trabalho individual no computador e, ser compartilhado na lousa em tempo real.

20 de fevereiro de 2013

Primeira Reunião de Pais e Mestres

imagem do google
O ano escolar já começou e você já conheceu seus novos alunos. Agora chegou a hora do primeiro contato com os pais das crianças: a 1ª Reunião de Pais e Mestres.

Há sempre uma expectativa de ambos os lados. Os pais são participativos? Será que eles vão gostar de mim? Como será a nova professora do meu filho/a? Ela vai ficar me chamando na escola toda hora?

E agora o que fazer?

imagem do Educar para Crescer Veja algumas dicas aqui

A reunião de pais e mestres não pode ser encarada como apenas uma formalidade ou como um momento de "chamar a atenção" para aquilo que queremos ou não. Esse é um momento de compartilhar saberes.

De um lado está a figura dos pais que querem reconhecer na professora e na escola um aliado no papel que eles representam para seus filhos: Proteção e Amor, mas querem também que a Escola exerça de papel de ensinar. Por isso a confiança que eles deverão ter no nosso trabalho depende também da nossa postura diante do saber. 

A escola também espera que os pais sejam aliados na aprendizagem. Que eles ajudem seus filhos na lição de casa. Que eles continuem os trabalhos que já são realizados na escola.

imagem do google
Explique de forma simples mas coerente como será o ano de trabalho. Que conteúdos aquela série/ano deve trabalhar. De que forma você trabalha (lições de casa, trabalho em grupo, pesquisas, atividades de classe, etc.) É fundamental que pais e professores sintonizem suas cobranças e seus discursos. "Isso evita que a criança tenha conflitos. Estabeleça as regras da classe e da escola (horários, uso de material, uniforme, etc.)

Crie um ambiente acolhedor na sala. Disponha as carteiras de forma circular ou em grupo. Se algum familiar precisar falar com a escola sobre o filho e solicitar uma reunião em particular, lembre-se de comunicar a coordenação. É sempre bom atender a família na companhia de outro professor ou funcionário pedagógico da escola. 

Legal também ler um texto, realizar uma dinâmica. E sempre preparar um cronograma do que pretende conversar com os pais para não esquecer nenhum detalhe. Costumo preparar uma pauta com tópicos que colo na agenda apos as reuniões.

imagem do google
Minha dica: Certa ocasião combinei com os pais uma reunião acompanhados de seus filhos. Preparei uma atividade de matemática(um problema que envolve leitura, interpretação e cálculo).Previamente coloquei os nomes das crianças em um saquinho e pedi a cada família que viesse sortear o nome. A família deveria acompanhar a criança (não o filho/a) na realização da atividade. Marquei um tempo para isso. O objetivo era que eles percebessem que cada um aprende de um jeito e que há maneiras diferentes de ensinar uma criança (principalmente quando ela não é nosso filho), além disso é preciso ter carinho e paciência.  Alguns pais comentaram que tiveram mais paciência para ensinar outra criança pois não podiam fazer A LIÇÃO POR ELES e nem reclamar que os mesmos não sabiam de nada.  

Se você tiver uma dica de reunião compartilhe conosco.

Abraços e bom ano letivo
Cris Chabes e equipe do Educação em Foco

19 de fevereiro de 2013

Brincando com espelhos

Nas creches um dos objetos obrigatórios é o espelho, em todas as salas deve ter. No berçário normalmente colocamos um espelho grande, que cobre a parede e nas demais salas um espelho comum, na altura da criança.

As crianças precisam aprender a reconhecer as suas particularidades, reconhecer-se como indivíduo e perceber que é diferente do amigo. 

Com o espelho podemos fazer diversas atividades de reconhecimento e identificação corporal.O professor deve criar situações pedagógicas para que as crianças distingam suas características, identifiquem a dos amigos e aprendam a valorizar a sua própria imagem e a gostar do seu corpo.

Os pequenos adoram olhar-se no espelho, deixe fantasias próximas a ele, tecidos, maquiagem e brinquedos que possam proporcionar momentos de faz de conta.

Imagem retirada da internet

Sugestão de atividades(Retirada da revista Projetos Escolares):

Leve uma criança de cada vez de frente a um grande espelho . Para prender a atenção, destaque uma parte do corpo para que ela fixe o olhar. "Olhe, Marina, como seu cabelo está lindo hoje.  Mostre pra mim como sua mãe fez o penteado?"

Chame um colega para participar da aula de observação e destaque as diferenças entre as crianças e você. Aponte outros órgãos e sempre valorize a beleza dos pequeninos.

Aproveite os cuidados para trabalhar a identidade. Na hora do banho, dê um espelho pequeno para os bebês. Mostre a imagem refletida e peça para que identifiquem partes do corpo.

São atividades como estas que ajudam a criança a conhecer o próprio corpo, identificar suas particularidades, valorizar a própria imagem e aprender a observar!

18 de fevereiro de 2013

Congresso reúne especialistas para discutir novas formas de gestão educacional


A educação 3.0 e os novos métodos de ensino e gestão serão temas de congresso que acontecerá em São Paulo, o GEduc 2013, nos dias 20, 21 e 22 de Março, com a presença de especialistas estrangeiros e brasileiros, para discutir sobre as formas de gerenciamento da área educacional.

Com mais de 10 anos de notoriedade e presença, o evento é o maior na área de gestão educacional e, este ano, debaterá questões dos seguintes pilares: Inovação Educacional, Acadêmico-Pedagógico, Pessoas, Relacionamento com os clientes, Comunicação e Marketing, Responsabilidade Social e Sustentabilidade e Administrativo e Financeiro. 

Com o tema “Educação 3.0: Quais os novos desafios para a gestão?”, especialistas do setor educacional irão discutir quais serão os pontos para um novo modelo de administração aliado ao aprendizado. 

Profissionais como o Professor Jim G. Lengel, da Universidade de Nova York, Barbara Bruns, economista chefe do Banco Mundial e o Ex-ministro da Infraestrutura e fundador da Embraer, Mailson da Nóbrega irão, entre outros especialistas, receber os profissionais de educação, como reitores, presidentes e dirigentes de instituições de ensino para discutir os entraves da educação e seus rumos. 

O evento, GEduc 2013: XI Congresso Brasileiro de Gestão Educacional & III Congresso Internacional de Gestão Educacional, acontecerá no Hotel Maksoud Plaza e terá tradução simultânea dos debates, também uma central de informática e coffee. 

Serviço: 

GEduc 2013: : XI Congresso Brasileiro de Gestão Educacional & III Congresso Internacional de Gestão Educacional
Local: Hotel Maksoud Plaza – Alameda Campinas, 150 - SP 
Dias: 20, 21 e 22 de Março 2013-02-01 
Mais informações: www.humus.com.br/geduc 

Sobre a Humus 

A Humus, atuando no mercado brasileiro desde 1994 nas áreas de Educação e Saúde, consolida-se como uma organização comprometida com a qualidade de seus serviços e a satisfação de seus clientes. Trabalhando para o aperfeiçoamento constante das competências empresariais, a Humus oferece serviços para o aprimoramento dos processos e desenvolvimento humano, contribuindo com seriedade e excelência para uma gestão eficaz. O foco de todo o trabalho desenvolvido pela equipe Humus está baseado na conscientização e mobilização dos profissionais para gerar melhorias e aperfeiçoamento contínuo das atividades organizacionais.