20 de maio de 2013

O amor é contagioso - Uma história Real




Você, com certeza, já deve ter ouvido falar e até mesmo assistido ao filme Patch Adams. Acertei?!! Pois bem, e com certeza você também deve saber que esta é uma história real vivida por um médico norte-americano que ficou famoso por sua fora "inusitada de tratamento aos enfermos.

Bem, Eu já conhecia ao filme, mas foi nesta última semana que fiquei ciente de que esta era uma história real.  E resolvi compartilhar aqui com vocês porque tenho certeza que este é mais um lado da educação que temos que cuidar. 

O mundo tem perdido as cores para algumas crianças que na flor da idade são surpreendidas por algumas doenças crônicas e quando não há quem olhe por elas o transtorno fica ainda mais difícil de ser enfrentado. Então, por que não levá-los de volta às cores da vida. 

Uma simples brincadeira vale muito, veja:



Na realidade não lembro somente das crianças, lembro-me também dos adultos e dos adolescentes que diariamente frequentam os hospitais de nossas cidades e que precisam de pessoas corajosas e preparadas para ajudá-las em mais este desafio. 

Patch Adams foi um desses corajosos, mas temos com exemplo também os professores que trabalham em classes hospitalares e tornam possível a execução da Pedagogia Hospitalar que aos poucos vem sendo difundida em nosso pais e tem como objetivo garantir ao enfermos continuidade nos estudos mesmo estando nos hospitais ( leia mais aqui)



Outro grupo bastante interessante são os Doutores da Alegria que, seguindo o modelo de Petch Adans levam o brilho de um sorriso aos hospitais e aos coração de quem tem o prazer de assisti-los. Confira:


E você, o que pensa sobre estas práticas. Já as conhecia? Conhece alguém que faz este tipo de trabalho? e o filme já conhecia?


Boa semana e reflexão à todos





3 comentários:

Toninha Borges disse...

Já assisti o filme e ouvi falar sobre essa prática de amor. A transformação pela qual o ambiente passa com a simples presença dos palhaços, proporcionando cenas engraçadas e ainda presenciando depoimentos tocantes ao lado dos pacientes, seus pais e médicos. Gostaria muito de vê de perto esse gesto tão nobre.
Bju
Toninha

Anne Lieri disse...

Oi Vanessa!Já vi o filme e adorei!Eu acredito que 90% da melhoria das crianças doentes depende do emocional e, nesse sentido, esse trabalho é nota dez!bjs,

cris chabes disse...

Olá Vanessa eu já vi o filme e uma vez tentei fazer parte da Contadores de História que visitam a ala infantil dos hospitais aqui em SP. Descobri que eles passam por um curso de meses e por um estágio. Tem que ter o emocional bem trabalhado para não desabar na frente das crianças.
Acho esse filme o máximo e o trabalho deles mais ainda.
Beijocas
Cris Chabes