15 de abril de 2013

Avaliação em Foco: Ideb e suas implicações no Currículo

Olá pessoal, hoje estou aqui com uma missão muito importante! Apresentar pra vocês o início de mais um trabalho interessantíssimo que busca refletir sobre o devir da educação. 

Estou falando da Revista Avaliação em Foco  que é um produto pioneiro voltado para professores e gestores de escolas públicas de Ensino e que tem como assunto de referência o tema Avaliação e suas implicações na qualidade do ensino.

Avaliação em foco é a realização de um antigo sonho originado a partir de conversas e pesquisas com professores estudantes e pesquisadores que tinham como foco a avaliação educacional. 

São destaques da revista: Educação de qualidade como direito de todos; avaliação com instrumento de reflexão e ação; professor como um dos pilares essenciais para a educação de um pais; Sistemas municipais de ensino como uma esfera ideal para a realização das avaliações em larga escala.

Bom,

Se vocês repararam bem quando nomeei o post coloquei um título e um subtítulo. Sobre o título já mencionamos e agora iremos falar diretamente sobre o subtítulo que é na verdade um dos textos publicados na 1ª edição da Revista Educação em foco. 



Ideb e suas implicações no Currículo é uma entrevista realizada com a com a Professora Alessandra David sobre as avaliações externas a que a escolas são submetidas. 

No decorrer da entrevistas muitas questões são tratadas acerca do tema, mas muito chamou minha atenção as colocações da Professora sobre os objetivos, as análises e as formas de análises dos resultados das avaliações externas. De acordo com ela, temos sim que comemorar os bons resultados divulgados pelo MEC, mas em contrapartida há que se ter cuidado pois de fato, muitas vezes estas avaliações não correspondem às ralidades de nossas escolas e em muitos casos até mesmo o governo tem dúvidas sobre tais avaliações e os resultados que dela procedem. 

Alessandra menciona que muitas "escolas treinam seus alunos para tais avaliações" fato que acarreta outro problema pois, não devemos nos utilizar das Notas, da Educação e do Aprendizado dos alunos como objetos de classificação. E acrescenta que esta classificação acaba excluindo das escolas os professores e os alunos que não conseguem atingir as metas. Ou seja, os que mais precisam de apoio continuam sem consegui-lo.

Ao ser questionada sobre a falta de uma política mais comprometida com o desenvolvimento da educação Alessandra é em enfática e menciona que "não temos no Brasil um sistema Nacional de Educação" o que consequentemente prejudica o pensar em um desenvolvimento efetivo. 


Outro assunto também abordado na entrevista  e que, a meu ver, ainda é muito pouco falado em nosso pais é a questão do direcionamento e da permanência de nossos alunos no Ensino Médio. 

De acordo com Alessandra "o Ensino médio foi e continua sendo um grande gargalo na história da educação brasileira. E que a baixa permanência dos alunos nesta etapa do ensino ocorre em razão de fatores sociais como gravidez e entrada no mercado de trabalho", pois dificilmente há possibilidade de conciliação entre os mesmos. 

Como solução para o problema a professora propõe o estudo de uma maneira eficaz onde se  garanta ao jovem a possibilidade de equilíbrio entre trabalho e estudo, por exemplo.

A entrevista segue com outros questionamentos e colocações sobre o tema que são riquíssimos, mas optei por mencionar aqui aqueles que abrem os caminhos para as demais especulações. 

Gostaria de parabenizar à professora Alessandra David pelos esclarecimentos e à Revista Avaliação em foco pelas provocações que foram muito bem colocadas! 



Assine já a Revista Avaliação em Foco.
Mais informações no site: http://avaliacaoemfoco.com.br/


4 comentários:

Toninha Borges disse...

O Ensino Médio é um desafio pra nós como educadores. É uma fase muito crítica onde temos muitas evasões escolares por ene motivos. E sabemos que muitos desses educandos não estão nem aí. E não poço deixar de ressaltar que este ano mais de 300 mil alunos do primeiro ano do ensino médio da rede estadual fizeram a partir de março, provas da Avaliação Diagnóstica aplicada pela Secretaria de Estado da Educação. O objetivo é mostrar ao professor os conhecimentos que o aluno possui sobre o conteúdo a ser trabalhado. Os estudantes serão avaliados em nove matérias básicas, como Matemática, Língua Portuguesa, Biologia e Química. Os testes foram aplicados até o dia 5 de abril. Logo depois a Avaliação será aplicada aos estudantes do 6º ano 9º ano do ensino fundamental. Assim agindo, estarão os professores dando um passo gigantesco na eliminação da avaliação classificatória e elevando, sobremaneira, a qualidade de ensino em suas aulas. Mas, atenção! Avaliação diagnóstica jamais poderá ser confundida com libertinismos avaliatórios no qual o "professor bonzinho" distribui valores positivos em grande quantidade para, muitas vezes, livrar-se de aborrecidas correções de provas e trabalhos. Mais danosa que uma avaliação classificatória é a avaliação aleatória, ou seja, nenhuma avaliação.
Bju
Toninha

Flavia disse...

Pessoal
Ajudem comprando qualquer item da promoção da lojinha para ajudar nas despesas dos animais resgatados que aguardam adoção em lar temporário
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Por favor, ajudem na divulgação. Quem sabe aquele amigo que vc nem sabia quer adotar um animalzinho??
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Cristi@ne disse...

Olá meninas educadoras :D
Adorei este espaço, seguindo!

Bjinhos

Anne Lieri disse...

Eu adorei a revista!Um instrumento importante para estudo em grupo e busca da melhoria da qualidade de ensino.bjs,