30 de outubro de 2012

Esportes ideais para cada fase da criança

Quanto mais cedo o esporte for apresentado, mais fácil será a aceitação pela criança. Os pais devem oferecer o esporte como uma atividade lúdica e não como uma obrigação e com cobranças por resultados.

A criança atual apresenta habilidade enorme para mexer em computador e completar jogos no videogame. Isso não é nada interessante, sinal de que os pequenos estão cada vez menos praticando esportes e optando pelos jogos eletrônicos. O esporte é essencial (não se esqueçam disso, pais!) para o desenvolvimento da criança.
Algumas atividades físicas são indicadas para cada etapa do crescimento do pequeno.
Especialista em ortopedia pediátrica do Hospital e Maternidade São Luiz, o dr. Fabiano Prata, ressalta que é importante respeitar o estágio de desenvolvimento neuropsicomotor da criança de acordo com sua faixa etária.
Ou seja: não surtirá tanto efeito exigir com que o filho aprenda as regras do futebol se ele tem apenas 2 anos.
Lembrando que qualquer esporte é importante, mesmo que não esteja incluído na lista abaixo descrita pelo Dr. Fabiano Prata.
Até o primeiro ano de vida – atividades básicas, como engatinhar, primeiros passos, pois são leves e harmoniosas, levando-se em conta que o bebê ainda está em estágio inicial de crescimento.
1 a 6 anos  - Natação é uma grande pedida. Explicações não faltam para apontar a natação como benéfica. A natação ajuda a trabalhar o sistema respiratório e a melhorar o desenvolvimento motor, o equilíbrio e a postura. Além disso, não há regras, como o futebol, por exemplo. É tão somente pular na água e nadar.
Mesmo não sendo um esporte, o subir e descer escadas é um bom exercício físico aos pequenos entre 1 a 6 anos. Também não se pode esquecer de atividades como andar de bicicleta ou triciclos e brincadeiras em parques como subir em escorregador e brinquedos que exijam pouco esforço.
6 a 12 anos -  Esportes que envolvem técnicas e regras já se tornam interessantes a essa faixa etária. Antes de apontarmos as principais modalidades a serem seguidas, é interessante que as aptidões do filho sejam levadas em considerações.
Esportes como vôlei, futebol e basquete trabalham o aspecto psicológico, auxiliando a criança a trabalhar em equipe, conviver com diferentes tipos de personalidades, aprender a perder e ganhar.
O judo e caratê trabalham muito a disciplina. São esportes individuais e altamente técnicos. Nem sempre o mais forte vence. A concentração e a mentalização são importantes trunfos nessas modalidades. Essa disciplina pode trazer frutos na vida do menino ou menina.
“Hábitos saudáveis adquiridos desde cedo ajudam a criança a ter uma melhor qualidade de vida quando adulta, prevenindo possíveis doenças causadas pelo sedentarismo”, frisa o ortopedista.


Também estou aqui:


28 de outubro de 2012

(Re)pensar: escola e família.


Olá pessoal,

Hoje chego aqui para contar uma experiência que gostei muito de vivenciar. Como vocês sabem, e aqueles que ainda não sabiam vão saber agora, tenho quarto anos de formada. Este ano completo quatro anos em sala de aula. 

Gosto muito do que faço e já passei por um monte de coisas, mas a experiência de hoje foi única!
 


Lá na escola a reunião de pais é trimestral, e hoje foi a reunião dos pais dos alunos do segundo ano. Infelizmente todos os pais não puderam estar presentes, mas a reunião foi a melhor que já tive nestes quatro anos de trabalho. 

Geralmente nestas reuniões os pais nos olham com olhar investigador, mas hoje foi diferente os olhares eram de pais preocupados com o bem estar de seus filhos e também de compreensão com a posição dos professores. Olhares entendimento, de acolhimento.

Sorrimos, das travessuras dos pequenos, falamos sobre a importância de olhá-los com carinho, mas também da constante necessidade desafiadora de ensinar-lhes a ter limites. E fomos falando sobre um monte de coisas.



Em um momento, quando falávamos sobre comportamento, e sobre a forma muitas vezes audaciosa que os alunos nos respondem, uma mãe pedindo licença fez a seguinte pergunta.

- Como esses alunos seriam tratados  dentro das escolas particulares? 

Várias discussões seguiram, alguns defenderam que a cobrança é diferente porque os pais cobram dos filhos porque pagam, outros disseram que na escola pública os professores ficam a mercê de julgamentos, então muitas vezes ficam de pés e mãos atados... 



Mas o que mais me chamou a atenção foi a fala final desta mesma mãe. Vejam:

Eu falei sobre isso com o meu patrão, e ele empolgado com a minha pergunta disse que nossa sociedade "depende" dessas diferenças para sobreviver, o que seria dos ricos se não fossem os pobres...

E ainda acrescentou:


"Agora eles estão criando uma nova classe, essa que está sendo permitida entrar nas faculdades, comprar com menos dificuldades seus carros etc... E então eu disse a ele, e vou pedir a vocês professores que me orientem a pelo menos encaminhar a minha filha para essa classe posição. Que ela possa ser alguém, que possa conseguir um bom posicionamento de vida. Eu tenho orgulho de ser empregada doméstica, mas desejo algo melhor para minha filha..."

Gente, ouvir isso daquela mãe com os olhos cheios de lágrimas deu um novo rumo em meu dia. num só impulso resolvi respondê-la e disse que a só pelo fato de sua filha estar matriculada em uma escola e ter o apoio de perto que ela, a mãe lhe oferecia, já estava em um bom caminho! Porque muitas, muitas mesmo, são as crianças que queriam estar em uma escola por diversos motivos, não conseguem.




Depois desta reunião fiquei imaginando, e reafirmando o que por teoria eu já sabia um pouco.  Os pais e os professores podem muito juntos. Pensar sobre o futuro de uma criança, não é algo simples e não pode ser feito sozinho. 

Compartilho aqui a situação de hoje, pois sei que as diferentes situações que vivenciamos diariamente em nossas escolas algumas vezes nos desanimam. Mas quando vemos algo assim, mesmo que seja de um pequeno grupo, já vale o esforço de voltar para a sala com um novo gás, um novo olhar. 

Vamos pensar sobre isso!
Vamos abrir mais espaços para discussões como estas em nossas escolas! 
Vamos fazer a educação acontecer em nossa volta!


Um abraço!


25 de outubro de 2012

Salada de Frutas

Nossa amiga professora Genis, já mostrou aqui uma aula de inglês com uma receita de salada de frutas.
Hoje apresento aqui um post sobre a salada de frutas que fiz com minha turma de 2o.ano. 
Os alunos trouxeram algumas frutas como parte do projeto "Fruta no lanche" do mês de setembro.
Enquanto misturava os ingredientes eles iam anotando tudo direitinho e davam orientações de como suas mamães fazem uma salada de frutas.
Aproveitei e fiz um suco de manga maravilhoso. 
Beijocas
Cris Chabes








23 de outubro de 2012

Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender


“Nós, educadores, sentimos falta ainda de outras teses, teses que nos ajudem a entender o ato de aprender, para entendermos melhor o ato de ensinar. Para nós educadores não basta saber como se constrói o conhecimento. Nós precisamos dominar outros saberes da nossa difícil tarefa de ensinar. Precisamos saber o que é e, sobretudo, como aprender."

As teses a seguir foram tiradas de múltiplas vivências, seja da minha prática, seja de teóricos que estudei, mas sobretudo da convivência de 23 anos com Paulo Freire. Aprendi dele muitas lições. Tivemos oportunidade, com frequência, de trocar ideias sobre isso. Paulo, como educador, estava preocupado constantemente com o ato de aprender, de estudar, de ensinar.

Reúno aqui pelo menos sete teses sobre esse tema:

1ª – Aprendemos a vida toda. Não há tempo próprio para aprender.

2ª – Aprender não é acumular conhecimentos. Aprendemos história não para acumular conhecimentos, datas, informações, mas para saber como os seres humanos fizeram a história para fazermos história.

3ª – O importante é aprender a pensar (a realidade, não pensamentos), aprender a aprender.

4ª – É o sujeito que aprende através da sua experiência. Não é um colectivo que aprende.

5º – Aprende-se o que é significativo para o projeto de vida da pessoa. Aprendesse quando se tem um projeto de vida.

6ª – É preciso tempo para aprender e para sedimentar informações. Não dá para injetar dados e informações na cabeça de ninguém. Exige-se também disciplina e dedicação.

7ª – Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender

In “Actualidade de Paulo Freire” de Moacir Gadotti


21 de outubro de 2012

Divulguem

Olá pessoal,

Hoje passo aqui para trazer uma notícia interessante à vocês professores que são blogueiros e gostam de compartilhar seus trabalhos.

 São duas indicações, espero que gostem:


 - No dia  15 de outubro, segunda-feira,  a Revista Educação, que sempre nos presenteia , com assuntos interessantíssimos e de muito boa qualidade. Inaugurou o blog Espaço do professor: um blog para professores que pensam e agem. 

O intuito da revista é criar um espaço online onde serão publicados textos enviados pelos professores relatando suas experiências e também falando sobre as várias questões que permeiam o ambiente escolar.


Os artigos serão recebidos após cadastro dos interessados e se aceitos serão publicados no blog!

Os interessados em mais informações podem acessar os links abaixo:






O blog Diálogo com as TIC's  lançou esta semana um desafio aos professores conectados e convida  todos aqueles que tem alguma experiência com as tecnologias a participarem da criação de um eBook coletivo. 


Os interessados devem enviar ao endereço eletrônico (dialogotics@gmail.com) do blog um e-mail com um texto contando a experiência que deseja divulgar. 

Todas as quintas-feiras os textos serão compartilhados no blog e no final de 50 postagens será editado o eBook: Professores e  tecnologia: Diálogos Possíveis. 

Para mais informações acessem o link: http://dialogotics.blogspot.com.br/p/sua-experiencia.html


Vamos divulgar nossos trabalhos!!


Um abraço a todos e uma ótima semana!
Vanessa Vieira

18 de outubro de 2012

Aula o dia todo? Ensino Integral.

imagens do google

Li uma matéria muito interessante na Nova Escola que trata do Ensino em Horário Integral e gostaria de compartilhar com os leitores do Educação em Foco, para abrirmos um debate virtual sobre esse assunto.

Você concorda com a permanência do aluno por 7 horas na escola? O que já ouviu falar sobre o assunto?


Mesmo que a instituição em que você trabalha ainda não esteja atendendo os alunos em tempo integral, certamente a discussão sobre a ampliação da carga horária já chegou às reuniões dos gestores, pois está na pauta de todas as Secretarias de Educação do país. A oferta de vagas em jornada de no mínimo sete horas vem aumentando ano a ano - e virou política pública prioritária, tanto que o objetivo do Plano Nacional de Educação (PNE) é chegar a 2020 com metade das escolas e um quarto dos alunos das redes públicas nesse regime (veja gráfico abaixo)

Para as escolas, trata-se de uma mudança e tanto. É preciso ampliar o currículo, rever a duração das aulas e adaptar os espaços. Ainda é preciso reorganizar as turmas e o número de professores e funcionários e recalcular a quantidade de material e merenda. Para o bem e para o mal, não existe um modelo de organização nem tampouco um consenso sobre de que maneira as horas a mais podem contribuir para a aprendizagem dos alunos. Se por um lado as redes e as unidades têm liberdade para decidir o que fazer com as horas que passam a mais com as crianças, por outro há o risco de a falta de parâmetros levar a ações vazias e sem impacto na formação dos alunos. 

Contudo, há alguns consensos. O primeiro é que somente ter uma carga horária maior não é determinante para que os estudantes tenham bom desempenho - entre os primeiros colocados do Programa Internacional de Avaliações de Alunos (Pisa), estão os finlandeses, cuja jornada é de cinco horas nas séries iniciais. "Ficar mais na escola só é bom para o estudante quando as atividades são planejadas e têm objetivos claros e há um maior contato dele com o conhecimento", afirma Sergio Martinic, professor da Pontifícia Universidade Católica do Chile (PUC-Chile) e pesquisador da relação entre tempo e aprendizagem. Daí a importância de investir na decisão sobre o currículo. 

Outra unanimidade entre os especialistas é a importância social da permanência na escola. No Brasil, essa concepção remete aos ideais dos educadores Anísio Teixeira (1900-1971) e Darcy Ribeiro (1922-1997). Para eles, a instituição de ensino deve investir também na formação humanística e na inserção social dos alunos (leia a linha do tempo na próxima página)

É justamente este um dos principais argumentos do Ministério da Educação (MEC) na defesa da expansão do ensino integral: diante das desigualdades sociais, é preferível que os educadores se responsabilizem pelas crianças por mais tempo a deixá-las nas ruas. "Em muitas famílias, não há quem as mantenha afastadas da violência", afirma Jaqueline Moll, diretora de Educação Integral do MEC.


Segue o link com o texto na integra NOVA ESCOLA
Abraços
Cris Chabes


15 de outubro de 2012

Dia do Professor



Os professores merecem salários mais justos, pois lidam com a educação de um país

O dia do professor é comemorado em 15 de outubro.

Esse profissional, durante seu período de formação, passa a desenvolver algumas habilidades que o ajudará a lidar com crianças e jovens que estão em fase escolar, como metodologias de trabalho e didática de ensino.
Hoje em dia os professores têm um papel social maior, estão mais envolvidos e engajados no exercício da profissão, pois as metodologias de ensino mudaram muito de uns anos pra cá.
O professor deixou de ser visto como o todo poderoso da sala de aula, o detentor do saber, o dono da razão, e foi reconhecido como o instrumento que proporciona a circulação do conhecimento dentro da sala de aula.
Isso acontece em razão de seu modo de agir, a maneira em que conduz as aulas, pois considera os conhecimentos que os alunos levam consigo, fazendo com que cada um manifeste a sua opinião acerca dos assuntos discutidos.
A criação da data se deu em virtude de D. Pedro I, no ano de 1827, ter decretado que toda vila, cidade ou lugarejo do Brasil, criasse as primeiras escolas primárias do país, que foram chamadas de “Escolas de Primeiras Letras”, através do decreto federal 52.682/63.
Os conceitos trabalhados eram diferenciados de acordo com o sexo, sendo que os meninos aprendiam a ler, escrever, as quatro operações matemáticas e noções de geometria. Para as meninas, as disciplinas eram as mesmas, porém no lugar de geometria, entravam as prendas domésticas, como cozinhar, bordar e costurar.
A ideia de fazer do dia um feriado, surgiu em São Paulo, pelo professor Salomão Becker, onde o mesmo propôs uma reunião com toda a equipe da escola em que trabalhava para que fossem discutidos os problemas da profissão, planejamento das aulas, trocas de experiências, etc.
A reunião foi um sucesso e, por este motivo, outras escolas passaram a adotar a data, até que a mesma se tornou de grande importância para a estrutura escolar do país.
Anos depois, a data passou a ser um feriado nacional, dando um dia de descanso a esses profissionais que trabalham de forma dedicada e por amor ao que fazem.
A estrutura da educação no Brasil se divide por faixas etárias. De zero a três anos temos as creches ou berçários; de 3 a 5 anos a fase de educação infantil, de 6 a 10 anos o ensino fundamental I; de 11 a 14 anos o ensino fundamental II; e de 15 a 17 anos o ensino médio. Após a etapa do vestibular e com a aprovação no mesmo, o período de graduação.
Podemos ver que os professores são muito importantes para a vida de todos, pois passam por todo o período escolar, por longos anos. Por isso, deveriam ser mais bem remunerados e ter seu trabalho melhor reconhecido.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola




14 de outubro de 2012

"Professorar"

Pois é...

Aos poucos vamos aprendendo a brincar com as palavras. Vamos criando seguranças, tendo certezas e, em seguida, voltam-nos as dúvidas. Vamos aos dicionários, aos livros, começamos a procurar... Encontramos, ou não, e vamos nos lembrando do que nos ensinaram nossos professores, nossos mestres...

As pessoas que passam em nossas vidas sempre nos deixam marcas... E com os professores não seria diferente, todos nos marcam seja de forma boa ou ruim.  Mas o melhor dessa história, e isso aprendi com a vida, é que todos eles acabam nos ensinando alguma coisa. 


imagens do google
colagem: Vanessa Vieira

Hoje, véspera do dia de amanhã, que será o dia dos professores venho refletir com vocês sobre a importância que temos diante dessa sociedade que havemos de educar. Sim. Nós somos importantes.

E daí que eles não nos valorizam!!! Nós nos valorizamos!? Afirmo e interrogo, porque preciso provocar. 

(...) 

Mas sigo em frente dizendo que muito ainda temos que fazer embora muito já tenhamos feito. 

Sim,amanhã será dia de comemoração, mas minha comemoração é a reflexão. E esta me diz que estamos ampliando nossos passos, que estamos caminhando e que temos também um lugar seguro para aportar nossos navios, basta observamos de maneira mais atenta os caminhos que nos apontam o mar...

A tarefa é árdua, mas se você é professor sabe bem do que eu estou falando...

Ficarei por aqui... 

Palavras soltas?! 
Sim! 
Palavras provocativas. 
Deixo que o resto seja fruto da mente de todos nós. 


Desejo a todos um belíssimo dia dos professores, 
com muita reflexão, para não perder o costume!


E para nos divertir um pouco, deixo uma brincadeira:

 Que tal encontrar o erro que há na imagem? 
Vamos lá, encontre e comente sobre o que encontrou.
 Se quiser é claro!




9 de outubro de 2012

Como transformar a aula em uma fábrica de ideias.

Uma das preocupações dos professores de hoje em dia é como transformar e desenvolver habilidades inovadoras nos alunos, uma vez que o mercado de trabalho atual exige esta demanda. 


1. Esteja aberto a perguntas autênticas

Bons projetos só começam a partir de boas perguntas. Escute com muita atenção o que os seus alunos têm a dizer para descobrir o que desperta a curiosidade deles. Ao invés de apresentar aos seus alunos exatamente o que eles precisam fazer, convide-os a ajudar você na construção de novos projetos.


2. Encoraje o trabalho em equipe

Os projetos realizados em sala de aula oferecem o contexto ideal para desenvolver as habilidades de colaboração que os estudantes necessitam. Ensine aos seus alunos como dividir um grande projeto em pequenas partes e mostre como cada um deles pode se responsabilizar por essas partes. Você pode incentivá-los oferecendo exemplos de inovação que não teriam dado certo sem esforço conjunto. 


3. Esteja pronto para crescer

Pessoas inovadoras têm tendência a pensar grande. Eles sabem como usar ferramentas de redes de contatos e até mesmo como viralizar uma boa ideia, portanto, não têm limites para suas possibilidades. Encoraje os seus alunos a dividir os projetos individuais com pessoas além da sala de aula, especialmente por meio de ferramentas digitais, como o Facebook ou o YouTube.

4. Aumente a empatia

A inovação não acontece de repente. Pessoas inovadoras que possuem essa característica são capazes de sair da sua própria perspectiva e olhar uma situação sob os mais diversos ângulos. Ensine aos seus alunos que se aproximar de um problema dessa maneira pode levá-los a soluções mais eficientes. Mostre a eles que estratégias de observação de campo, grupos focais ou entrevistas, por exemplo, são ferramentas que podem mostrar como os demais imaginam aquele projeto.


5. Descubra as paixões


A paixão é o que mantém os inovadores motivados a persistir em um objetivo, independente de todos os problemas que possam aparecer durante as tentativas de alcançá-lo. Descubra o que desperta o interesse dos seus estudantes, saiba sobre o que eles mais gostam de falar fora dos limites do colégio e procure oportunidades de conectar esses assuntos à rotina das aulas.


6. Amplifique ideias valiosas

Nos dias de hoje qualquer coisa pode ser largamente divulgada sem gastar muito por isso. Mostre aos seus estudantes que você reconhece o esforço deles e divulgue as melhores ideias em redes sociais, blogs e até mesmo plataformas de croudsourcing. Dessa maneira os alunos se sentirão incentivados e continuarão a produzir boas ideias. Entretanto, é fundamental que você lembre a eles de que essas ideias precisam ser aplicáveis.

7. Saiba quando dizer não

Como professor o seu papel é incentivar os estudantes, mas isso não significa apoiar toda e qualquer ideia sugerida por eles. Seja crítico e saiba quando dizer não para uma ideia relativamente fraca. É importante que você seja capaz de justificar a negativa, portanto, pense bem antes de eliminar ou apoiar uma ideia fornecida por um dos seus alunos. Caso você recuse uma ideia sem explicações, pode acabar com a confiança do seu estudante.

8. Encoraje os avanços

Provavelmente os seus estudantes não terão ideias inovadoras a cada projeto proposto por você, mas você pode sempre incentivá-los a desenvolver o pensamento criativo. Uma boa saída para encorajar os alunos a pensar de maneira inovadora é dar exemplos da vida real e compartilhar histórias.


Foto: Como transformar a aula em uma fábrica de ideias.

Uma das preocupações dos professores de hoje em dia é como transformar e desenvolver habilidades inovadoras nos alunos, uma vez que o mercado de trabalho atual exige esta demanda. 

1. Esteja aberto a perguntas autênticas

Bons projetos só começam a partir de boas perguntas. Escute com muita atenção o que os seus alunos têm a dizer para descobrir o que desperta a curiosidade deles. Ao invés de apresentar aos seus alunos exatamente o que eles precisam fazer, convide-os a ajudar você na construção de novos projetos.
 
2. Encoraje o trabalho em equipe

Os projetos realizados em sala de aula oferecem o contexto ideal para desenvolver as habilidades de colaboração que os estudantes necessitam. Ensine aos seus alunos como dividir um grande projeto em pequenas partes e mostre como cada um deles pode se responsabilizar por essas partes. Você pode incentivá-los oferecendo exemplos de inovação que não teriam dado certo sem esforço conjunto. 
 
3. Esteja pronto para crescer

Pessoas inovadoras têm tendência a pensar grande. Eles sabem como usar ferramentas de redes de contatos e até mesmo como viralizar uma boa ideia, portanto, não têm limites para suas possibilidades. Encoraje os seus alunos a dividir os projetos individuais com pessoas além da sala de aula, especialmente por meio de ferramentas digitais, como o Facebook ou o YouTube.
 
4. Aumente a empatia

A inovação não acontece de repente. Pessoas inovadoras que possuem essa característica são capazes de sair da sua própria perspectiva e olhar uma situação sob os mais diversos ângulos. Ensine aos seus alunos que se aproximar de um problema dessa maneira pode levá-los a soluções mais eficientes. Mostre a eles que estratégias de observação de campo, grupos focais ou entrevistas, por exemplo, são ferramentas que podem mostrar como os demais imaginam aquele projeto.
 
5. Descubra as paixões

A paixão é o que mantém os inovadores motivados a persistir em um objetivo, independente de todos os problemas que possam aparecer durante as tentativas de alcançá-lo. Descubra o que desperta o interesse dos seus estudantes, saiba sobre o que eles mais gostam de falar fora dos limites do colégio e procure oportunidades de conectar esses assuntos à rotina das aulas.
 
6. Amplifique ideias valiosas

Nos dias de hoje qualquer coisa pode ser largamente divulgada sem gastar muito por isso. Mostre aos seus estudantes que você reconhece o esforço deles e divulgue as melhores ideias em redes sociais, blogs e até mesmo plataformas de croudsourcing. Dessa maneira os alunos se sentirão incentivados e continuarão a produzir boas ideias. Entretanto, é fundamental que você lembre a eles de que essas ideias precisam ser aplicáveis.
 
 7. Saiba quando dizer não

Como professor o seu papel é incentivar os estudantes, mas isso não significa apoiar toda e qualquer ideia sugerida por eles. Seja crítico e saiba quando dizer não para uma ideia relativamente fraca. É importante que você seja capaz de justificar a negativa, portanto, pense bem antes de eliminar ou apoiar uma ideia fornecida por um dos seus alunos. Caso você recuse uma ideia sem explicações, pode acabar com a confiança do seu estudante.
 
8. Encoraje os avanços

Provavelmente os seus estudantes não terão ideias inovadoras a cada projeto proposto por você, mas você pode sempre incentivá-los a desenvolver o pensamento criativo. Uma boa saída para encorajar os alunos a pensar de maneira inovadora é dar exemplos da vida real e compartilhar histórias.

Fonte do estudo e imagem: Evento Conecta.

7 de outubro de 2012

Consciência no voto

Olá pessoal, 



Vamos às urnas e exercemos nosso papel de cidadão. Sim, discutir política, democracia e cidadania não é nada fácil, mas nós como educadores que somos não poderíamos deixar de tocar neste assunto aqui no blog, afinal todos somos políticos por natureza e temos um dever como cidadãos de exercer nossa cidadania com nossos alunos, ajudando-os para que se tornem cidadãos conscientes.

Muitos são os desânimos que a política de nosso país nos traz, mas nem tudo está perdido, nós ainda temos a liberdade de pensamento e argumentação e creio que é com esta argumentação e pensamento que poderemos mudar o rumo de nosso país.

Por isso, vamos às urnas conscientes, com escolhas definidas e cobranças também. Deixemos de lado o apelido povo de pouca memória e estejamos conscientes de que a mudança começa em nós. 

Ps.: Desculpem tocar neste assunto aqui, mas meu coração não ficaria sossegado se não falasse. Tenho que exercer minha condição de cidadã formadora de opiniões e você professor, pai, estudante, amigo leitor, faça o mesmo.



Um domingo maravilhoso a todos nós!
Vanessa Vieira



5 de outubro de 2012

Ensino Fundamental de 9 anos

 Ensino Fundamental em Nove Anos

O Conselho Estadual de Educação de São Paulo aprovou o documento que trata da duração do Ensino Fundamental e ampliação do Ensino Fundamental obrigatório para nove anos (Indicação CEE 52/2005 – CEB), conforme Lei Federal nº 11.114 de 16/05/2005.
Ampliar o Ensino Fundamental de 8 para 9 anos, na prática, significa transformar o último ano da Educação Infantil, em ano inicial do Ensino Fundamental. Assim, o Pré passará a denominar-se 1º ano do Ensino Fundamental.
Esta mudança de nomenclatura não tem como objetivo interferir no conteúdo programático da série, ou seja, o 1º ano (nova nomenclatura) manterá o trabalho pedagógico até então desenvolvido na escola, garantindo por indicação do próprio CEE, a identidade pedagógica da Educação Infantil.
Terá direito à matrícula no 1º ano do Ensino Fundamental os concluintes do Pré (do curso de Educação Infantil), ou seja, crianças com seis anos completos ou a completar até 31/12/2008.
As crianças que ingressaram no Ensino Fundamental com sete anos em 2006, e a turma de ingressantes nos anos anteriores (independente da idade de ingresso), deverão cumprir os planos curriculares do ensino fundamental de oito anos.
Assim, os alunos entrarão no ensino fundamental aos 6 anos e concluirão aos 14 anos, exceto se houver reprovações ou desistência no percurso.
Abaixo, tabela explicativa com as adequações, reafirmando mais uma vez que não haverá prejuízo algum aos alunos, no que tange a seqüência dos conteúdos programáticos, conforme determina a indicação CEE 52/2005 – CEB
Extraído de Nomeclatura 
Correspondência entre a antiga e a nova nomenclatura
Ensino Fundamental 
de 8 séries
Correspondência
Idade / Ano / Série
Ensino Fundamental 
de 9 anos em 2006
Pré-escola
06 anos
1º ano
1ª série
07 anos
2º ano
2ª série
08 anos
3º ano
3ª série
09 anos
4º ano
4ª série
10 anos
5º ano
Segunda Fase do Ensino Fundamental de 9 anos 
(composta por 4 anos)
5ª série
11 anos
6º ano
6ª série
12 anos
7º ano
7ª série
13 anos
8º ano
8ª série
14 anos
9º ano

4 de outubro de 2012

Redes Sociais Educativas


Parece Facebook, mas não é: são as redes educativas 

Nessas redes sociais, professores e alunos podem fazer quase de tudo, desde que seja educativo. Elas funcionam como uma rede social virtual, porém, são mais seguras, o que agrada profess
ores e escolas, e tornam o aprendizado mais interessante para a geração que já nasceu conectada à internet. 

Conheça algumas:

.Edmodo: Já está disponível em português, e o acesso é inteiramente gratuito. Tem como públuco-alvo escolas de ensino fundamental.

.Teamie: Ainda sem versão em português, o primeiro acesso é gratuito e limitado. Para desfrutar de toda a rede, é preciso dembolsar cerca de 11 reais ao mês.

.Schoology: Esta rede também não possui versão em português, mas o acesso é totalmente gratuito.

.Lore: Inteiramente em inglês, é voltada a estudantes do ensino superior. O acesso é gratuito.

.Passei Direto: É uma rede brasileira voltada a estudantes do ensino superior.

.Ebah: É uma rede social brasileira destinada ao compartilhamento de material acadêmico. Tem como público-alvo estudantes do ensino superior.

[Adaptado de VEJA.com)


2 de outubro de 2012

Alunos do SESI ligados nas inovações! - SESI VOL

Por meio do projeto desencadeado no 2º Trimestre "Educação, Inovação e tecnologia: estamos preparados para essa nova escola?" os alunos do 2º ano iniciaram uma experiência fundamental em suas vidas escolares.
Com as reflexões sobre o meio ambiente utilizando a lousa digital, a professora Michele F. Rezende de Moura levou os alunos realizar reflexões filosóficas sobre: Mas, enfim, o que é o Meio Ambiente? Como podemos ajudar a mantê-lo preservado? O que ele tem a ver com o nosso projeto?
(...)
Continue lendo na reportagem abaixo.

Clique na imagem.


Professora Genis