30 de setembro de 2012

Paramitas - oficina online


Essa é para você, professor que gosta de lidar com as imagens e com os efeitos que ela produz. O Instituto Paramitas está divulgando uma oficina onde você pode aprender a usar um programa bem interessante, simples de manusear e mais, onde você faz colagens magníficas com as tuas imagens. 

Vale a pena conhecer e participar:




Para mais informações e inscrições Clique aqui 

28 de setembro de 2012

Planilha de Notas

Mais uma boa ideia: "planilha de notas online"

A Microsoft lançou uma planilha para ajudar o professor a registrar as notas de forma mas eficiente e precisa. Confira aqui o artigo na revista Profissão Mestre e faça o download clicando abaixo.

O Microsoft Excel é tema da seção Ferramentas Digitais da edição de férias da revista Profissão Mestre (no lado da edição de janeiro de 2012), na qual o coordenador pedagógico da Microlins, de Campinas (SP), Alexandre da Costa Crespo, mostra as inúmeras funcionalidades do programa e como elas podem ajudar o professor no seu dia a dia.
Dentre as funções citadas por Crespo, que também é professor de informática há pelo menos 15 anos, é possível criar planilhas de diários de classe, para controle de notas e, inclusive, para calcular as médias dos alunos e exibir os resultados em gráficos. Para se ter uma ideia de como funcionam esses documentos, baixe o exemplo de planilha de controle de notas que o professor Crespo elaborou exclusivamente para os leitores da revista Profissão MestreClique aqui para fazer o download.

Cris Chabes

27 de setembro de 2012

Twitter como ferramenta auxiliar na educação

Você sabia que o Twitter pode ser uma ótima ferramenta para auxiliar a educação?


Veja 10 mudanças causadas pelo Twitter na Educação. Confira:

1. As aulas se tornam uma conversa
Sem o Twitter, muitas aulas se tornam um longo monólogo. Com
essa ferramenta, porém, as palestras podem ser mais interativas e com maior grau de engajamento e participação.


2. Celulares são permitidos em aula
Principalmente nas universidades os celulares voltaram a ser bem vindos na sala de aula. Eles não são vistos mais como inimigos, mas sim como aliados para o aprendizado.



3. Envolvimento dos alunos
Alunos mais tímidos conseguem se comunicar com os professores e colegas por meio de tweets e interagir, mesmo em palestras com mais pessoas. Além disso, os comentários e discussões não terminam nas aulas, mas podem continuar online.



4. Mais conexões
Em aulas com mais pessoas, como acontece nas faculdades, mais alunos conseguem se envolver e conectar com as pessoas. Durante as aulas o tempo para interrupção é menor, mas com o Twitter isso pode acontecer o tempo todo.



5. Envolvimento depois das aulas
Quando as aulas acabam, os comentários e discussões não precisam terminar. Podem continuar na plataforma do Twitter por meio de hashtags e mensagens diretas.



6. Contato com especialistas
Especialistas do mundo inteiro e de universidades espalhadas pelo mundo estão agora muito mais próximos para contato. Você pode conectar-se com eles diretamente pelo Twitter e estabelecer contato e trocas de experiências que aumentem seu aprendizado.



7. Mais informação do que nunca
O acompanhamento em tempo real das aulas e palestras permite que mais informações do que nunca fiquem armazenadas online para consultas posteriores. Diversos pesquisadores já usam o Twitter como fonte para consulta em pesquisas e estudos.



8. Reflexão
Com hashtags específicas e contato com professores a reflexão sobre os conteúdos vistos nas aulas pode acontecer mesmo depois que estas acabem.



9. Revisão
Durante as palestras você pode postar suas anotações no Twitter e revisá-las mais tarde. Além disso, você também pode compartilhá-las com outras pessoas e aproveitar a anotação dos outros para revisar.



10. Menos interrupções
Para algumas pessoas, o Twitter pode servir como distração nas aulas, mas para quem conseguir usá-la como ferramenta pode ser uma ótima forma de evitar muitas interrupções e ainda assim participar.



[Fonte: Portal Universia]




Professora Genis

25 de setembro de 2012

Quais são as competências necessárias que os estudantes devem ter no século 21?

A National Research Council, uma organização norte-americana, reuniu especialistas para definir quais são as competências necessárias que os estudantes devem ter no século 21.
Educadores, psicólogos e economistas fizeram pesquisas buscando entender o que se espera que os estudantes alcancem nos seus ciclos escolares, nos seus futuros trabalhos e em outros aspectos da vida. 

Tais competências foram divididas em três grandes domínios. O primeiro deles é o cognitivo, que é aquele que envolve estratégias e processos de aprendizado, criatividade, memória, pensamento crítico; é o que está relacionado à aprendizagem mais tradicional. Segundo os autores, essa é a dimensão em que se tem uma oferta mais farta de pesquisas e, por isso, há claras evidências de que o bom desempenho nessa área traz bons resultados posteriores na vida do aluno.
Os outros dois domínios, muito menos estudados, são o intrapessoal e o interpessoal. O intrapessoal tem relação com a capacidade de lidar com emoções e moldar comportamentos para atingir objetivos. Já o interpessoal envolve a habilidade de expressar ideias, interpretar e responder aos estímulos de outras pessoas.


Fonte do estudo e imagem: Evento Conecta.

24 de setembro de 2012

Dúvidas sobre a inclusão

A partir da regulamentação da lei da inclusão em 1999, nós educadores tivemos que aprender a trabalhar com as crianças portadoras da diversas deficiências  Um grande desafio para quem não foi preparado para isso nas faculdades.Sempre digo que o ingrediente principal é o carinho,um professor que ama sua profissão está preparado para tudo! Em seguida vem a vontade de aprender, de buscar caminhos para ajudar aquela criança que tem mais dificuldade, pesquisar sobre o assunto e até mesmo especializar-se nesta área.
Já enfrentei diversas situações em sala de aula em que precisei descobrir novos meios de ensinar. Dar aulas para quem aprende é fácil, o difícil é ensinar quem tem dificuldades. Muitos professores preferem "rotular" a criança que não aprende no mesmo tempo que outro, preferem jogar a culpa na "deficiência" e são poucos os que realmente correm atrás e fazem com que o aluno cresça e aprenda dentro das suas dificuldades! 

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Nessas minhas buscas atrás de dicas de como fazer um trabalho diferenciado, que atendesse a todos e principalmente os que têm dificuldades, conheci o site Terapia Ocupacional Infantil que dá ótimas dicas de atividades e esclarece algumas dúvidas sobre a inclusão que transcrevo abaixo:

1. Como ter certeza de que um aluno com deficiência está apto a frequentar a escola?
Aos olhos da lei, essa questão não existe – todos têm esse direito. Só em alguns casos é necessária uma autorização dos profissionais de saúde que atendem essa criança. É dever do estado oferecer ainda uma pessoa para ajudar a cuidar desse aluno e todos os equipamentos específicos necessários.Cabe ao gestor oferecer as condições adequadas conforme a realidade de sua escola.

2. As turmas que têm alunos com deficiência devem ser menores?
Sim, pois grupos pequenos (com ou sem alunos de inclusão) favorecem a aprendizagem. Em classes numerosas, os professores encontram mais dificuldade para flexibilizar as atividades e perceber as necessidades e habilidades de cada um.

3. Quantos alunos com deficiência podem ser colocados na mesma sala?
Não há uma regra em relação a isso, mas em geral existem dois ou, em alguns casos, três por sala. Vale lembrar que a proporção de pessoas com deficiência é de 8 a 10% do total da população.

4. Quem tem deficiência aprende mesmo?
Sem dúvida. Sempre há avanços, seja qual for a deficiência. Surdos e cegos, por exemplo, podem desenvolver a linguagem e o pensamento conceitual. Crianças com deficiência mental podem ter mais dificuldade para se alfabetizar, mas adquirem a postura de estudante, conhecendo e incorporando regras sociais e desenvolvendo habilidades como a oralidade e o reconhecimento de sinais gráficos.É importante entender que a escola não deve, necessariamente, determinar o que e quando esse aluno vai aprender. Nesses casos, o gestor precisa rever a relação entre currículo, tempo e espaço.

5. Ao promover a inclusão, é preciso rever o projeto político pedagógico (PPP) e o currículo da escola?
Sim. O PPP deve contemplar o atendimento à diversidade e o aparato que a equipe terá para atender e ensinar a todos. Já o currículo deve prever a flexibilização das atividades (com mais recursos visuais, sonoros e táteis) para contemplar as diversas necessidades.

6. Em que turma o aluno com deficiência deve ser matriculado?
Junto com as crianças da mesma idade.As deficiências física, visual e auditiva não costumam representar um problema, pois em geral permitem que o estudante acompanhe o ritmo da turma. Já os que têm deficiência intelectual exigem que o gestor consulte profissionais especializados ao tomar essa decisão. Um aluno com atraso desenvolvimento cognitivo(intelectual), por exemplo, pode se beneficiar ficando com um grupo de idade inferior à dele (no máximo, três anos de diferença). Mas essa decisão tem de ser tomada caso a caso.
                                          

7. Como os alunos de inclusão devem ser avaliados?
De acordo com os próprios avanços e nunca mediante critérios comparativos.Os professores devem receber formação para observar e considerar o desenvolvimento individual, mesmo que ele fuja dos critérios previstos para o resto do grupo. Quando o estudante acompanha o ritmo da turma, basta fazer as adaptações, como uma prova em braile para os cegos.

8. É possível solicitar o apoio de pessoal especializado?
Mais do que possível, é necessário. O aluno tem direito à Educação regular em seu turno e ao atendimento especializado, responsabilidade que não compete ao professor de sala. Para tanto, o gestor pode buscar informações na Secretaria de Educação Especial,profissionais especializados e em organizações não governamentais, associações e universidades

9. Como integrar o trabalho do professor ao do especialista?
Disponibilizando tempo e espaço para que eles se encontrem e compartilhem informações. Essa integração é fundamental para o processo de inclusão e cabe ao diretor e ao coordenador pedagógico garantir que ela ocorra nos horários de trabalho pedagógico coletivo.

10. Como lidar com as inseguranças dos professores?
Promovendo encontros de formação e discussões em que sejam apresentadas as novas concepções sobre a inclusão (que falam, sobretudo, das possibilidades de aprendizagem). O contato com teorias e práticas pedagógicas transforma o posicionamento do professor em relação à Educação inclusiva. Nesses encontros, não devem ser discutidas apenas características das deficiências. Apostamos pouco na capacidade desses alunos porque gastamos muito tempo tentando entender o que eles têm, em vez de conhecer as experiências pelas quais já passaram.

11. Como preparar os funcionários para lidar com a inclusão?
Formação na própria escola é a solução, em encontros que permitam que eles exponham dificuldades e tirem dúvidas. Esse diálogo é uma maneira de mudar a forma de ver a questão: em vez de atender essas crianças por boa vontade, é importante mostrar que essa demanda exige a dedicação de todos os profissionais da escola.É possível também oferecer uma orientação individual e ficar atento às ofertas de formação das Secretarias de Educação.

12. Como trabalhar com os alunos a chegada de colegas de inclusão?
Em casos de deficiências mais complexas, é recomendável orientar professores e funcionários a conversar com as turmas sobre as mudanças que estão por vir, como a colocação de uma carteira adaptada na classe ou a presença de um intérprete durante as aulas. Quando a inclusão está incorporada ao dia a dia da escola, esses procedimentos se tornam menos necessários.

13. O que fazer quando o aluno com deficiência é agressivo?
A equipe gestora deve investigar a origem do problema junto aos professores e aos profissionais que acompanham esse estudante.Pode ser que o planejamento não esteja contemplando a participação dele nas atividades. Nesse caso, cabe ao gestor rever com a equipe a proposta de inclusão. Se a questão envolve reclamações de pais de alunos que tenham sido vítimas de agressão, o ideal é convidar as famílias para uma conversa.

14. O que fazer quando a criança com deficiência é alvo de bullying?
É preciso elaborar um projeto institucional para envolver os alunos e a comunidade e reforçar o trabalho de formação de valores.

15. Como lidar com a resistência dos pais de alunos sem deficiência?
O argumento mais forte é o da lei, que prevê a matrícula de alunos com deficiência em escolas regulares. Outro caminho é apresentar a nova concepção educacional que fundamenta e explica a inclusão como um processo de mão dupla, em que todos, com deficiência ou não, aprendem pela interação e diversidade.

16. Uma criança com deficiência mora na vizinhança, mas não vai à escola. O que fazer?
Alertar a família de que a matrícula é obrigatória. Ainda há preconceito, vergonha e insegurança por parte dos pais. Quebrar resistências exige mostrar os benefícios que a criança terá e que ela será bem cuidada. Os períodos de adaptação, em que os pais ficam na escola nos primeiros dias, também ajudam. Se houver recusa em fazer a matrícula, é preciso avisar o Conselho Tutelar e, em último caso, o Ministério Público.

 "Um grupo se constrói através da constância da presença de seus elementos na constância da rotina e de suas atividades. Um grupo se constrói no espaço heterogêneo das diferenças entre cada participante. Um grupo se constrói enfrentando o medo que o diferente, o novo provoca, educando o risco de ousar. Um grupo se constrói na cumplicidade do riso, da raiva, do choro, do medo, do ódio, da felicidade e do prazer". (Grossi, 2001, p. 65).

Boa semana para todos!

23 de setembro de 2012

A Primavera dos sentimentos


Oi,

Hoje trago para nossa conversa uma experiência que tive com meus alunos. 

Esta semana estamos trabalhando sobre  a primavera, pensando sobre as cores e ensaiando uma música linda, para apresentarmos no festival de talentos que ocorrerá no dia 22 deste mês. Então, para começar a conversa contei para os alunos a história Bom dia todas as cores de Ruth Rocha.



Conversamos muito sobre a história e depois escrevemos em algumas fichinhas o que gostaríamos de ser pudéssemos mudar de cor.


No dia seguinte, repensamos a história de Ruth Rocha e pensamos sobre palavras cores e  sentimentos uma linda  história de Eduardo  Galeano, no livro As palavras andantes.

Veja aqui em baixo a história que escutamos:



Depois dessa história selecionamos algumas palavras que já tínhamos recortado e cada aluno escolheu uma palavra para colocar dentro de uma caixa de sentimento.

Esse momento foi muito especial para todos nós. 

E você, já pensou que sentimentos as palavras lhe despertam? Se não fez, vale a pena fazer.
E fica aqui nossa experiência de hoje.

Ah... Vou deixar as caixinhas aqui embaixo. Se você quiser comentar e dizer o que as palavras te despertam e em que caixinha você quer colocá-la. Você será muito bem vindo!

Ps.: Sim a transparente esta ali!! Vamos usar a imaginação (srs)

Mas lembre-se:

Vermelho - palavras furiosas

Verde - Palavras amorosas

Azul - Palavras neutras

Amarelo - Palavras Tristes

Transparentes - Palavras mágicas

Um abraço a todos! 

21 de setembro de 2012

Lixão de Casa

Li um artigo muito interessante na revista Profissão Mestre sobre a Lição de casa e gostaria de compartilhar com vocês parte da matéria direcionando o link para leitura completa do texto.



Muitos alunos levam para casa, diariamente, “lixão“ de casa: atividades enfadonhas que geram tédio e secreta revolta.

Uma “lixão” de casa não ensina nossos alunos a amarem o estudo, a aprenderem a trabalhar. Trabalho inteligente supõe pesquisa, pensamento e criatividade. E em muitas ocasiões, a “lixão” de casa promove o preenchimento automático, a repetição impensada, a cópia servil.

A “lixão” de casa nada tem a ver com reciclagem, que seria, pelo menos, uma chance de transformar.

Quando exigimos “lixão” de casa, queremos controlar, fazer dos alunos coletores de informações dispersas, de papéis soltos no chão, de farrapos, de restos e sobras.


Na “lixão” de casa, o aluno aprende o complexo de vira-lata: a fome insatisfeita, a ausência de rumo.

Alunos que levam “lixão” de casa para casa acabam, com o tempo, lixando-se para o estudo.

“Lixão” de casa não permite aos alunos que abram a mente, que levantem voo, que se sintam na casa da sabedoria.

A cada velha “lixão” de casa mais portas se fecham, mais se amontoam na cabeça do estudante o entulho, o monturo, o lixoso, o rebotalho, o bandalho, o dejeto.

É evidente a ausência de projeto. A ausência de plano, de assunto, de clareza, de beleza, de sutileza. Ausência de paixão e reflexão, de entusiasmo. Ausência de clarividência.

Para nos livrarmos da “lixão de casa”, precisaremos mudar nosso método de ensinar. Em lugar de ensinar, insinuar... Em lugar de cobrar... inspirar. Em lugar de chafurdar... iluminar.

Abraços
Cris Chabes

20 de setembro de 2012

Profile

Profile = Perfil

Esta atividade pode ser desenvolvida em qualquer época do ano, pois é sempre uma boa oportunidade para integrar a turma.
Cada aluno fez seu autorretrato e preencheu uma ficha contendo alguns dados pessoais.




Professora Genis


18 de setembro de 2012

Project: "Green Day"

Em uma das escolas em que trabalho acontece um evento anual denominado "Dia Verde". O evento é realizado com as turmas do 1º e 2º segmentos e Ensino Médio e tem como objetivo divulgar e conscientizar as pessoas da necessidade de preservação do meio ambiente.

Para a realização do evento foi firmada parceria com a Secretaria do Meio Ambiente, a Eco Óleo, a Reciclar-VR, o Saae-VR (Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Volta Redonda), a Coleta Seletiva e o Instituto Educa Mata Atlântica, que montaram estandes no local para divulgar as ações e projetos de cada entidade. A secretaria municipal de Meio Ambiente realizou a distribuição de mudas de diferentes espécies como pata de vaca, Ipê, Palmeira, Ibisco e Amora. Quem recebia a muda também recebia as informações sobre o plantio de cada espécie. 

Eu também participei, com a minha disciplina Inglês, com as turmas do 1º segmento. Trabalhamos sobre a preservação da flora e fauna.

O resultado foi muito positivo e os trabalhos ficaram belíssimos.

Confiram!

Música TREE do Patati Patatá.
 
 
  
Música AMAZON do Patati Patatá.
 
 
 
 
 Muito feliz com o resultado!

17 de setembro de 2012

Projeto "Um planeta e quatro elementos"

Este ano o projeto que estamos desenvolvendo na Educação Infantil é "Um planeta e quatro elementos" e nos meses de agosto e  setembro falamos sobre o elemento terra.

Fizemos uma horta e estamos cuidando


Justificativa: A terra esconde mil e um tesouros: sementes, cavernas, túneis, pequenos animais, raízes de plantas, etc. Nela também há objetos antigos, que ficam enterrados e esperam que algum arqueólogo curioso os descubra. Esse elemento, tão importante em nosso planeta, que inclusive leva o nome de Terra, estará presente em nosso dia-a-dia e poderemos descobrir um pouco mais sobre ele, através da observação das plantas e seu crescimento, cuidando da nossa horta e conhecendo os pequenos animais que habitam no solo. Falaremos também sobre a importância do meio ambiente e quais atitudes devemos tomar para preservá-lo! Aproveitaremos e faremos a reciclagem do nosso lixo através da confecção de objetos de sucata e separação de elementos orgânicos e não-orgânicos. Com essas atitudes iremos mostrar aos nossos alunos como cada um é importante na preservação do meio ambiente.
Cartaz feito a partir da música Dona Árvore de Bia Bedran

Objetivo geral:
-Estimular a curiosidade científica através da observação do meio em que vive e de experiências realizadas;

Objetivos:
-Reconhecer a ação do homem na transformação do meio ambiente;
-Identificar algumas maneiras do desenvolvimento sustentável (reciclagem do lixo);
-Identificar animais terrestres;

Temas que serão desenvolvidos:
- Horta: conhecendo hortaliças, legumes e plantas medicinais; acompanhando o desenvolvimento de uma sementinha;
-Animais terrestres; animais de jardim (minhocas, formigas, etc);
-Amazônia (natureza, preservação e índios);
-Transportes terrestres;
-Separação e reciclagem do lixo;


16 de setembro de 2012

Redes Sociais - Você sabe o que é?


E ai, se te perguntarem o que é uma Rede Social você saberá responder? 
E se responder que fundamentos terá? 
Ficou confuso??


Então pare um momento e pense sobre o que Augusto de Franco nos fala no Vídeo abaixo! 

Sim, o vídeo foi feito no ano de 2010, mas ainda está muito atual...  Confira!




veja mais vídeo do TED - Clique aqui


Aposto que você gostou e quer saber mais sobre o assunto!

Sugiro então que conheça o Escola de Redes um site criado por Augusto para compartilhar e pesquisar sobre as redes que são de fato sociais! 

Mas, antes de chegar lá,  leia as indicações do próprio autor aqui neste Slideshare é um roteiro com instruções para aqueles  que gostariam de começar a estudar sobre as Redes. Vale a pena ir até o final.


Ah, e se você em suas pesquisas encontrar autores que pensam diferente traga aqui para enriquecer nossa discussão! Um abraço e boa semana a todos!


Uma Ótima Semana a todos!

14 de setembro de 2012

Aula de Reforço

Como é difícil encontrar um professor particular para reforço escolar. 
Tenho amigas que procuram e quando acham não podem pagar, mas o problema da dificuldade não poderia ser resolvido com a colaboração nas tarefas, pelos pais?


De 3% a 7% das crianças apresentam alguma dificuldade real de aprendizado - decorrente, por exemplo, de problemas de visão ou audição, dislexia ou algum tipo de comprometimento neurológico.  Fora desse universo restrito, cabe à equipe pedagógica da escola atender de forma eficaz os alunos com diferentes ritmos de aprendizado, elaborando estratégias de ensino diversificadas e oferecendo plantões ou aulas de reforço.

O primeiro passo para entender por que seu filho está indo mal é acompanhar muito de perto a vida escolar dele. Oferecer um espaço tranquilo para que ele estude, supervisionar seus boletins, conferir sua lição de casa e as anotações feitas em aula, nos cadernos - além de ouvir com atenção o que ele tem a dizer sobre a escola e os professores -, são deveres dos pais. O objetivo não é pressionar o aluno a se destacar dos colegas nem fazer a lição de casa por ele: é dar amparo para que ele progrida por seus próprios esforços. É uma boa ideia também estimular o interesse pelas matérias nos horários de lazer, comprando livros ou visitando exposições. Finalmente, é fundamental que os pais conversem regularmente com os professores, para conhecer em profundidade o método do colégio e o comportamento do filho no ambiente escolar. O sucesso do aluno depende da parceria dos pais com a equipe pedagógica.

Cris Chabes

13 de setembro de 2012

UMA - Unidade Móvel de Aprendizagem

Eu tenho o privilégio em trabalhar em uma escola que investe em Tecnologias. Fazemos várias capacitações pra aprender a usar os recursos tecnológicos e nossa escola disponibiliza um netbook para cada docente, além de uma laboratório de informática móvel e uma lousa digital em cada sala de aula. E ainda temos nossa própria Rede Social, a Rede Koiné.
Dia 6 de setembro, tivemos o privilégio de ter uma capacitação sobre conectividade: Redes Sociais e UMA.
Falar sobre a UMA pra mim foi novidade. Eu não tinha ideia sobre o que seria e fiquei bem impressionada com a nova tecnologia que vamos ter em breve em nossa escola. A palestrante disse que em 2020 cada professor da Escola SESI ganhará a sua própria UMA, já pensou? 
E você, sabe o que é essa tal de UMA? Sua escola tem?



A UMA 3D – Unidade Móvel de Aprendizado

UMA foi projetada pela Habto, a partir do conceito desenvolvido pelo SENAI/RJ, com o objetivo de favorecer o processo de aprendizagem através da imersão virtual, possibilitada pelo uso de tecnologias audiovisuais em três dimensões. Equipada com CPU, projetor, sistema de som e óculos 3D, possibilita a transformação da sala de aula em uma sala de projeção 3D, em que a visualização do conteúdo de diversas disciplinas se torna mais estimulante e didática.
Otimizada para o transporte, os componentes internos são fixados e protegidos contra impacto, além de possuírem fácil acesso para o uso.



 Isso que é tecnologia!


Profª Genis

11 de setembro de 2012

Toys Fair

Trabalhando o conteúdo sobre TOYS pensei em fazer com os alunos do 2º e 3º anos (escolas diferentes), uma feira de brinquedos.

Como será a TOYS FAIR?

- Cada criança trará de casa um ou mais brinquedos que tenha estudado (BALLSAKTEBOARDDOLLKITETOP,  PLUSH TOY) no dia da exposição.
- Os brinquedos serão organizados em uma sala com cartazes feitos por eles.
- Além dos brinquedos, expor também os livros dos brinquedos - TOYS BOOK.
- O tempo de duração da feira será de uma aula, a aula de inglês semanal.
- Os alunos da turma apresentarão os brinquedos em inglês aos visitantes.
- Convidar a direção, coordenação, outras turmas e outros funcionários da escola para prestigiarem o  trabalho.




Os livros foram confeccionados pelos alunos. Cada página tinha o desenho e o nome de um brinquedo em inglês.

A nossa TOYS FAIR foi um sucesso!

Professora Fenis