28 de dezembro de 2011

Férias

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Férias................que legal!
Nada de acordar cedo, nada de ter horário para tudo, nada de fazer lição de casa.
Agora o que fazer durante as férias?
Se você é criança.....deve brincar, brincar e brincar
Digo isso para meus alunos. Brinque. 
Pule na cama, corra pela sala, tome chuva, chupe vários sorvetes, ande descalço, invente brincadeiras com a mamãe, coma pipoca e estique os pés para o alto na hora da sessão da tarde.
_ Minha mãe não vai gostar nada disso....
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Só se é criança uma única vez. Quando você crescer vai lembrar com carinho da infância que teve.
Fora isso, se puder, vá ao cinema, vá aos parques, museus, praias, sitio, visite a vovó, os tios, os amiguinhos.
Segue um site com sugestões bem legais sobre como aproveitar as férias com pouco dinheiro e muita criatividade. Você pode fazer um acampamento na sala, oficinas de boneca de pano e muitos outros.
É só aproveitar e ser feliz
Boas férias
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Cris Chabes

27 de dezembro de 2011

Os assustadores


Monstros, bruxas, fantasmas, lobos e afins povoam o imaginário infantil e se fazem presentes em histórias, filmes, desenhos e brincadeiras. As crianças procuram o medo, muitas vezes, em elementos assustadores. Tais personagens fascinam as crianças, provocando a curiosidade, aflorando a imaginação. Puro encantamento!
No dia 31 de outubro, dia das bruxas, resolvi receber as crianças a caráter. Ao me encontrarem seus olhinhos aguçados e as expressões desconfiadas, nos divertiram (a mim e aos responsáveis), seria eu, realmente, uma bruxa? heheheheh. Foi um sucesso! 
Já em sala conversamos sobre bruxas, de onde as conheciam, como elas eram, o que faziam, o que usavam, se tinham medo, se já haviam visto... Contei, então a história: "Quem tem medo de bruxa?" e assistimos ao dvd da série "Assustadores". Uma era, classicamente, como eles mesmo dizem, do "mal" e a outra do "bem". De posse das duas "personalidades" resolvemos montar uma história de bruxa e eles optaram por uma boazinha, entendo o porquê. Realizamos um teatrinho (como gostam de representar) baseado na historinha criada pela turma. 
Para deixar a tarde bem divertida confeccionamos capas de bruxas para que pudessem brincar e decoramos com canetinha os recortes de TNT. Criaram brincadeiras de bruxa com o auxílio das capas que, a certa altura, se transformaram em de super-heróis quando Lorran teve a ideia de colocar sobre a testa uma tira de tnt. É mesmo muita criatividade e imaginação!
     

Na chegada das crianças
A história da bruxa do bem
O futuro príncipe e a princesa encenando a história
As amigas: princesa e bruxa
O príncipe, a princesa e a bruxinha
Brincando com a capa
Desenhando no tnt, experiência nova
Capa personalizada
Os bruxinhos viraram super-heróis

Pesquisei entre as crianças outros personagens dos quais elas teriam medo, anotamos e estamos escutando histórias, vendo dvds, brincando, criando e descobrindo novas coisas. Vou postar aos poucos.

1ª Parte do Projeto "Os assustadores" realizado pela professora Beth Lopes.

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25 de dezembro de 2011

É hora de fechar para balanço. Aceita sugestões?



Fim de ano é o melhor momento para você avaliar sua prática pedagógica e definir o que vai manter ou modificar no próximo ano. Conheça algumas maneiras de tornar essa tarefa mais fácil.

Tudo que você mais quer em dezembro é tirar o pé do acelerador e encerrar definitivamente o ano. Antes, porém, é preciso fazer a "contabilidade": analisar o seu desempenho e o dos alunos, além de planejar o próximo ano. Um bom exercício é questionar o resultado de cada aspecto do seu trabalho: aquele projeto a que você dedicou muitas horas de pesquisa; a parceria com os colegas em atividades interdisciplinares; as leituras sugeridas para a turma; o relacionamento com os pais; e a capacidade de administrar o tempo para dar conta de tudo. E o mais importante: ter consciência do que você pode mudar. Analisar serve para transformar a prática!
Fechar o balanço é uma tarefa que se faz sozinho e com toda a equipe pedagógica. "Não vale ficar lavando roupa suja. Essencial é discutir o que deu certo e o que pode ser melhorado no ano que vem", diz Lourdes Atié, consultora pedagógica da Fundação Victor Civita. Aproveite ainda para solicitar o que você precisa e para apresentar soluções de problemas à direção da escola e à secretaria de Educação.
Como a reflexão não deve ser feita só no final de ano, pense que no próximo ano você pode aprender com a experiência de cada dia de trabalho. Só não pode ter preguiça, o maior inimigo da prática reflexiva, na opinião do sociólogo suíço Philippe Perrenoud. "É necessário um método, memória organizada e perseverança", ele defende em um de seus livros. Como não há receita, cada um resolve a questão de uma maneira. (...)

Passando o ano a limpo

Faça uma lista de todos os projetos desenvolvidos em sala de aula.
Apure se você soube planejar e administrar o tempo, estabelecer objetivos e conteúdos, escolher os melhores recursos e se seus alunos aprenderam como você queria. Relembre os acontecimentos mais marcantes na aplicação dos projetos em sala de aula.

- Avalie a sua responsabilidade nas principais dificuldades e conquistas dos alunos. Questione-se: onde acertei, onde errei, tive preguiça ou faltou visão?

- Destaque as principais diferenças de desempenho entre as turmas e os motivos. Depois, compare com suas estratégias didáticas.

- Avalie a sua interação com os colegas, a coordenação, a direção e os pais dos alunos.

- Proponha estratégias e mudanças para o próximo ano baseadas nos resultados de seu balanço. O que eu faria diferente? O que vale a pena repetir? O que devo priorizar no ano que vem?

- Reflita sobre sua carreira e a maneira como você investiu nela. E pesquise novos projetos de formação.

- Compare a sua reflexão com a de seus colegas, peça opiniões e convide a equipe para fazer uma análise do ano letivo.

- Estabeleça como meta a reflexão diária sobre seu trabalho e determine projetos a curto e longo prazos. Para isso, estréie um caderno novo escolhido a dedo! Nele, responda todos os dias à pergunta: o que eu aprendi hoje?

- Faça uma limpeza nas gavetas e nos armários de casa e da escola.

- Sem dó, guarde apenas o que exemplifique questões fundamentais de aprendizagem.


Quer saber mais?

BIBLIOGRAFIA 

A Prática Reflexiva no Ofício de Professor: Profissionalização e Razão Pedagógica, Philippe Perrenoud, 232 págs., Ed. Artmed, tel. (51) 3330-3444 , 39 reais

O Professor Reflexivo no Brasil: Gênese e Crítica de um Conceito, Selma Garrido Pimenta e Evandro Ghedin, 224 págs., Ed. Cortez, tel. (11) 3864-0111 , 29 reais

Matéria completa aqui>> http://revistaescola.abril.com.br








21 de dezembro de 2011

Feliz Natal a todos os nossos alunos



- Professora, papai noel existe?
- É claro que papai noel existe.
- Mas eu já vi meu tio se vestindo de papai noel lá em casa!
- Mas papai noel não é aquele que coloca a roupa vermelha e a barba branca.
- Então quem é papai noel?
- Papai noel existe e pode aparecer em seus sonhos e dizer coisas que você pode fazer. Papai noel pode estar nos sonhos do seu vizinho e dizer para ele bater na sua porta e lhe dar um abraço, ou pode vir no sonho da mamãe dizendo para ela fazer aquela comida especial que você gosta ou ainda pode vir no seu sonho e pedir para você ajudar um amiguinho na escola.
- Eu não sei professora.......
No  dia seguinte:
- Professora, papai noel apareceu no meu sonho e disse para lhe dar um abraço


Esse foi o verdadeiro abraço do papai noel!


Desejo a todos os nossos alunos muitos sonhos com papai noel, muita alegria, muitos sorrisos, muitos abraços carinhosos no papai e na mamãe, muita paz, muita saúde, muito amor.


Beijocas
Cris Chabes

20 de dezembro de 2011

O grande gargalo da educação básica: o Ensino Médio

Segundo pesquisa realizada pelo Ibope a carga horária do Ensino Médio está em descompasso com as necessidades do aluno e com as exigências da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. O estudo demonstra que das 4 horas aula diária que o aluno do Ensino Médio tem na escola, apenas 1h44 são aproveitados pelos alunos com aprendizagem e ensino.

Essa foi uma metodologia nova, utilizada pela primeira vez para medir a presença nas escolas, para saber como estava sendo utilizado o tempo na sala de aula e na escola. 
Então, ficamos sabendo de uma notícia bastante desagradável e inesperada, pois, a legislação educacional exige uma carga horária de 800h ou 200 dias letivos anuais para a educação básica, ou seja, em todas as suas etapas de ensino; Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio.
Com a pesquisa concentrou o seu foco no Ensino Médio, os dados apontaram que da carga horária anual de 800 horas exigidas na LDB, para o ensino médio, apenas 43%, ou 344 h/a são realmente realizadas com atividades de aprendizado. Quanto ao restante da carga horária, o estudo detectou que há duas situações; ou não há aula ou o aluno não está lá para aprender.
O Ibope utilizou 18 escolas públicas para medir a “audiência” desta etapa de ensino, um estudo inédito. A metodologia utilizada destaca como categoria de análise a audiência que surge em decorrência do resultado da soma de dois fatores, o primeiro, chamado de “oportunidade de ensinar”, foi calculado sobre as aulas efetivamente dadas e o segundo de “oportunidade de aprender” extrai do anterior o tempo em que o estudante estava em classe.
Os pesquisadores consideraram o resultado foi alarmante, pois da carga horária estabelecida pela lei metade do tempo não é utilizada com o pedagógico, ou seja, é feito qualquer outra coisa, que não aprendizado”, segundo Ana Lima, diretora-executiva do Ibope.
Para a superintendente-executiva do Instituto Unibanco, Wanda Engel é de suma importância para o governo o resultado dessa pesquisa, tendo em vista que o mesmo estuda a possibilidade de aumentar a carga horária do ensino médio no país.
Mesmo com todas as recomendações dadas pelos sistemas de que aula de 45min não adiante nada, considerando que é pouco tempo para que o professor possa pelo menos abrir a boca para falar, porque sabemos que só de chamada consome, e para cada aula o tempo médio é de 43 minutos.
Outro fator que chamou a atenção da pesquisa foi à ausência dos professores, faltaram em aproximadamente 19%, há um desperdício de oportunidade de ensinar muito visível, e a agravante de tudo isso são as faltas do professores, infelizmente.
São tantos os gargalos do Ensino Médio no Brasil, o seu currículo que não atende as necessidades dos jovens e muito menos do mercado de trabalho, o tempo na escola, a formação dos professores, o conteúdo a ser trabalhada, a metodologia, a prática pedagógica, os investimentos, os laboratórios, as tecnologias e outras vertentes que possam contribuir para o enfrentamento desses desafios.
Afinal, como precisa ser o Ensino Médio, percebe-se que com 11 anos de implantação da reforma dessa etapa de ensino, a escola até agora,  não entendemos o que de fato precisa ser ensinado e aprendido no Ensino Médio. Mesmo com todas as formações realizadas, com todos os documentos produzidos e divulgados, ainda assim estamos patinando na seara da má qualidade do ensino que oferecemos aos jovens brasileiros.

Por Iza Aparecida Saliés do blog http://wwwizasalies.blogspot.com/

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19 de dezembro de 2011

"Professores são educadores, não babás"

Vou dividir com vocês o 2º artigo mais compartilhado no Facebook em 2011, a entrevista com Ron Clark , professor americano que diz que "pais desrespeitam regras de escolas, pondo em risco o futuro dos filhos".

Ótima reflexão para que possamos iniciar 2012 em parceria: pais+escola+professores!

O artigo descreve um cenário de guerra, travada entre pais e professores. Na visão de Clark, os pais vêm transferindo suas responsabilidades para a escola, sem, contudo, aceitar que seus filhos se submetam de fato às regras da instituição. Por isso, assim que surge a primeira nota vermelha ou uma advertência, invadem a sala de aula culpando os professores – a pretexto de preservar a reputação e o orgulho de seus filhos. "Precisamos estar mais atentos à excelência acadêmica e menos preocupados com a autoestima das crianças", diz o professor, na entrevista concedida a VEJA.com e reproduzida a seguir. "Essas crianças deixam de aprender que é preciso se esforçar muito para conseguir bons resultados. No futuro, elas não terão sucesso porque, em nenhum momento, exigiu-se excelência delas." Clark conhece sua profissão. Aos 39 anos, vinte deles dedicados à carreira, o americano já lecionou na zona rural da Carolina do Norte, nos subúrbios de Nova York e atualmente comanda uma escola modelo no estado da Geórgia que oferece treinamento a educadores. Graças à função, manteve, desde 2007, contato com cerca de 10.000 educadores de diversas partes do mundo, incluindo brasileiros.

Em seu artigo, o senhor fala de um ambiente escolar em que pais e professores não se entendem mais. O que tornou a situação insustentável, como o senhor descreve? A sociedade se transformou. Hoje, vemos pais muito jovens, temos adolescentes que se veem obrigados a criar uma criança sem ao menos estarem preparados para isso. São pessoas imaturas. Por outro lado, temos famílias abastadas, em que pais trabalham fora e são bem-sucedidos profissionalmente. Pela falta de tempo para lidar com os filhos, empurram toda a responsabilidade da educação para a escola, mas querem ditar as regras da instituição. Ou seja, eles querem que a escola eduque, mas não dão autonomia a ela.
Que tipo de comportamento dos pais irrita os professores?Acho que o ponto principal são as desculpas que os pais criam para livrar os filhos das punições que a escola prevê. Se um aluno tira nota baixa, por exemplo, ou deixa de entregar um trabalho, os pais vão à escola e descarregam todo tipo de desculpa: dizem que o filho precisava se divertir, que a escola é muito rigorosa ou que a criança está passando por um momento difícil. Ou, ainda, culpam os professores, dizendo que eles não são capazes de ensinar a matéria. Mas nunca culpam seus próprios filhos. É muito frustrante para os professores ver que os pais não querem assumir suas responsabilidades.
Problemas com notas são bastante frequentes? Sim. Certa vez tive uma aluna que estava indo mal em matemática. A mãe dela justificou-se dizendo que, na escola em que a filha estudara antes, ela só tirava boas notas, sugerindo, assim, que o problema éramos nós, os novos professores. Infelizmente, essa ideia se instalou na nossa sociedade. Se a nota é boa, o mérito é do aluno; se é baixa, o problema está com o professor. E quando as notas ruins surgem, os pais ficam furiosos com os professores. O resultado disso é que muitos profissionais estão evitando dar nota baixa para não entrar em rota de colisão com os pais, que nos Estados Unidos chegam a levar advogados para intimidar a escola.
Os pais poupam os filhos de lidar com fracassos? Hoje, existe uma preocupação grande com a autoestima da criança. Por isso, muitas pessoas se veem obrigadas a dizer aos pequenos que eles fizeram um ótimo trabalho e que são brilhantes, mesmo quando isso não é verdade. Essas crianças deixam de aprender que é preciso se esforçar muito para conseguir bons resultados. No futuro, elas não terão sucesso porque, em nenhum momento, exigiu-se excelência delas. Precisamos estar mais atentos à excelência acadêmica e menos preocupados com a autoestima das crianças.
Que conselho o senhor dá aos professores? É possível evitar que os pais surtem diante de notas ruins e do mau comportamento dos filhos se for construída uma relação de confiança. Em vez  de só procurar os pais quando as crianças vão mal na escola, oriento que os professores conversem com os responsáveis também quando a criança vai bem. Na minha escola, procuro conhecer os pais de todos os meus alunos. Procuro encontrá-los com frequência e envio cartas a eles com boas notícias. Assim, quando tenho que dizer que a criança não está rendendo o esperado, eles me darão credibilidade e confiarão na minha avaliação.
É possível determinar quando termina a responsabilidade dos pais e começa a da escola? As duas partes precisam trabalhar em conjunto. Os pais precisam da escola e a escola precisa do apoio da família para realizar um bom trabalho. Um conselho que sempre dou aos pais é que nunca falem mal da instituição de ensino ou do professor na frente dos filhos. Se a criança ouve os próprios pais desmerecerem seus mestres, perde o respeito por eles. O contrário também é verdadeiro. Os professores precisam respeitar os pais, porque eles são parte fundamental na educação de uma criança.
Em algumas situações a discussão sobre responsabilidades da família e da escola surge com muita força. Em casos de bullying, por exemplo, pais e professores trocam acusações. Sobre quem recai a maior parte da responsabilidade nesses casos? A minha resposta novamente é que precisamos trabalhar em conjunto. Quando o bullying acontece na escola, é obrigação dos professores intervir imediatamente. Mas muitos não agem assim porque querem evitar conflitos com os pais. E isso é muito grave. O bullying está devastando nossas crianças. Precisamos combatê-lo. Para que os professores tenham liberdade para agir, precisam do apoio dos pais. Mas você sabe o que acontece? Muitas vezes, quando os pais são chamados na escola para serem alertados de que seu filho está praticando bullying contra um colega de classe, o que ouvimos é: "Mas qual o problema disso? Tenho certeza de que outros colegas também zombam do meu filho e ele não se sente mal por isso." Mais uma vez, vemos os pais se esquivando da responsabilidade.
A que o senhor atribui o sucesso do artigo que estourou no Facebook? Eu escrevi o que todos os professores tinham vontade de dizer aos pais, mas não podiam dizer, porque isso os enfureceria. O que eu fiz foi dar voz a milhões de profissionais. Fiquei sabendo que muitas escolas imprimiram o texto e enviaram uma cópia a cada família. Na internet, pessoas de outros países também compartilharam a minha mensagem.
O senhor criou uma escola modelo, a Ron Clark Academy. Como é a relação de seus professores com os pais? Procuramos estabelecer uma relação próxima. Como eu disse, estamos constantemente em contato com os pais, nos bons e nos maus momentos. Também promovemos encontros semanalmente, nos quais ofereço aos pais a oportunidade de assistir a uma aula na escola, destinada exclusivamente a eles, para que acompanhem o que está sendo ensinado a seus filhos. Ou seja, trabalhamos muito para conquistar uma relação harmônica. Não estou dizendo que é fácil lidar com os pais. Alguns deles podem ser bem malucos.
O senhor, na sua escola, recebe professores de diversas partes dos Estados Unidos e tambem de outros países, como o Brasil. Além dos problemas de relacionamento com os pais, do que mais professores de todo o mundo reclamam? As avaliações tiram o sono dos professores. Não sei exatamente como funciona no Brasil, mas nos Estados Unidos os professores são constantemente cobrados a melhorar o desempenho de suas escolas em testes padronizados. E todo o processo educacional passa a girar em torno de algumas provas. Isso é massacrante, para os alunos e para os professores. Os professores precisam de mais diversão na sala de aula.

Professora Melissa 


18 de dezembro de 2011

Top blog 2011 (melhores momentos)

Fala professor




Não temos que ter medo da Caneta
Muito menos do poder que Outros exercem sobre ela...
Temos que ter consciência e Ciência de nossos Direitos.

Temos que nos indignar sim e falar também...

Afinal,
temos o direito....
Vez e voz devem ser dados à todos aqueles que são cidadãos
E que não, por mera coincidência, São seres HUMANOS também!

Falar abertamente...
Dizer a que veio...
O que incomoda
E por que reivindica....

Se será com autoridade ( O que muitos chamam de Falta de educação)
Ou com delicadeza ( o que outros chamam de educação)...
Não interessa... Isso ai depende da criação...

Quero que o foco seja o questionamento...
O problema... E que as diferenças sejam, então, respeitadas...

Agora todos têm que falar baixinho e com jeito para serem ouvidos???
Como assim???
Não acredito nessa filosofia...
A mim serve a verdade...
E O RESPEITO...
Se eles existem estou satisfeita....



Contra a injustiça do falso respeito às diferenças!

17 de dezembro de 2011

Estamos na final do TOP BLOG 2011


É com muita alegria que compartilhamos com vocês que estamos entre os três finalistas, categoria Educação, do TOP BLOG 2011

Parabéns a esta linda equipe: Vanessa, Melissa e Cris.
Obrigada por confiarem e acreditarem neste trabalho que começou tão timidamente e hoje tem se tornado referência na blogosfera.


Obrigada a cada leitor que passa sempre por aqui para prestigiar o nosso trabalho.

Professora Genis

15 de dezembro de 2011

O final de ano e o professor


Então queridos, as férias já estão batendo a porta de nossas casas!

Por aqui tá tudo muito corrido: Correção de provas, fechamento de notas, alunos aprovados, outros em recuperação, pais ansiosos e alunos alvoroçados!
É preciso respirar fundo pra não surtar agora no finalzinho...rsrs

Eu já comecei a fazer o meu feedback pessoal. Fiz algumas reflexões sobre o que foi legal durante o ano e o que precisa ser melhorado. O próximo passo é organizar meu arquivo pessoal. Organizar tudo o que foi utilizado durante o ano letivo, arquivar ou lançar fora é essencial pra eu começar bem as férias. 

E vocês, queridos professores? Como estão nesse final de ano letivo? Muita correria por aí?

Abraços, profª Genis.

14 de dezembro de 2011

Momento de despedida

Mais um final de ano letivo se aproxima!
Quantos momentos vivemos com nossos alunos! 

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Momentos de conversa,
Momentos da leitura,
Momentos da oração,
Momentos de refletir sobre a construção do conhecimento,
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Momentos de brincar,
Momentos de rir ,
Momentos de criar,
Momentos das broncas, ensinamentos eternos sobre respeito, amizade, companheirismo,
Momentos de aprender com o outro,
Muitos momentos de pura emoção, amor e solidariedade,
Mas chega o momento de férias. Aquele em que vamos descansar após o trabalho de um ano todo.

Vamos festejar e recordar cada momento vivido. 
Mas chega a hora da despedida, chega o momento mais difícil para o professor, aquele em que ele tem que se conter enquanto enxuga as lágrimas da criança que chora por que vai sentir saudades de todos.
Como lidar com isso, sem deixar que as emoções falem mais alto? 
Abraços, beijos, palavras e muito...muito carinho....preparando as crianças, para o próximo ano, demonstrando que mesmo que a escola nova, traz também novos amigos, novos professores, novas emoções e novos aprendizados, mas que a lembrança dos momentos vividos ficaram guardados para sempre em nossa memória.
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E se depois que todas as crianças forem embora, se o coração ficar apertado e as lágrimas surgirem ....chore.....chore....e agradeça a Deus pela belíssima profissão que escolheste, em que toda a dedicação e trabalho realizados jamais serão esquecidos.

A todos os nossos alunos
Feliz Natal 
Em breve estaremos juntos novamente
Cris Chabes