29 de novembro de 2011

Como ajudei na alfabetização das minhas filhas - Por Chris Ferreira


É gratificante demais ver as minhas filhas crescendo, acompanhar o desenvolvimento delas e contribuir o máximo que posso. A fase da alfabetização é uma emoção a parte. Presenciar a conquista da leitura foi ver as minhas filhas abrindo as portas para o mundo. Foi vivenciar um grande passo rumo a independência.

Posso dizer que a passagem pela alfabetização foi tranquila aqui em casa. A Ana Luiza e a Sofia tiveram os seus momentos de dificuldades sim, mas com respeito ao ritmo de cada uma, alinhamento com a escola e apoio em casa aproveitamos bastante essa etapa.

Algumas ações que fizemos para facilitar e ajudar no processo de alfabetização:

1 - Alinhamento com o método utilizado pela escola.
     Procurei estar próxima a escola e sempre me informando sobre o método e o conteúdo que estava sendo apresentado. O objetivo era acompanhar em casa, sem acelerar nenhum conteúdo e muito mesmos apresentá-lo de forma diferente. Quis saber qual o tipo de letra seria utilizado no processo de alfabetização. Fiz um quadro em casa e assim todos que fossem escrever alguma coisa para as meninas, nessa época, deveriam utilizar as letras específicas.


Letras utilizadas no primeiro semestre



Letras utilizadas no segundo semestre (para escrever de mãozinha dada


Letras da Sofia (para escrever de mãozinha dada)

2 - Com essas letras começamos a deixar muitos bilhetes, cartinhas para o coelho, para o dia das crianças, convites de aniversário, convites para lanches em casa, receitas, etc... Deixamos bilhetes no espelho, na geladeira, em cima da mesa, por todo lugar. Aliás, a primeira frase que as duas aprenderam a escrever foi: Te Amo.


3 - Disponibilizei um caderninho/agenda para elas anotarem os nomes das amigas e telefones. Isso faz um sucesso enorme entre as meninas. Elas adoram fazer desenhos e recadinhos uma para as outras. No final do ano o caderninho está com todas as folhas preenchidas e podemos perceber a evolução.  Pena que não guardei o caderninho da Ana Luiza


3 - Pedi para a professora informar periodicamente (uma vez por mês) as sílabas que já tinham sido trabalhadas em sala de aula. Eu fazia o acompanhamento pelos deveres de casa mas, de qualquer forma, me certificava com a lista da professora. Assim eu oferecia para as meninas lerem os livros com as sílabas que elas já conheciam. Isso facilitava a leitura e elas ficavam empolgadas por estarem lendo bem. Os livros infantis que se encaixam bem para a alfabetização e que eu usei aqui foram:


Coleção Mico Maneco da Ana Maria Machado e Claudius
Coleção Estrelinha da Sonia Junqueira
Coleção Gato e Rato da Mary França e Eliardo França
Coleção Pingos da Mary França e Eliardo França

Falei deles nesse post AQUI 

4 - Usei muitos jogos como apoio. Tantos os jogos feitos em casa quanto os jogos educativos que existem no mercado e que são próprios para o processo de alfabetização. Falei deles no post Jogo dos Pedacinhos

5 - Lemos muito e lemos tudo. Contei muita historinha, lemos os rótulos das embalagens, o que víamos pela rua, na TV, etc...

6 - Com a Ana Luiza nós fizemos os nossos próprios livros. Já a Sofia não teve esse interesse, ela preferiu ler os livros feitos pela irmã. E claro que o tempo e o ritmo dela foi respeitado.

7 - Acompanhei os deveres de casa, vibrei com cada conquista e incentivei em cada dificuldade.

Hoje fico toda orgulhosa de ver que passamos bem por essa etapa e espero que isso seja um diferencial para as próximas fases.



Por Chris Ferreira do blog Inventando com a mamãe.




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28 de novembro de 2011

"Como fazer de seu filho uma história de sucesso"


Venho hoje compartilhar um livro para as mamães e professoras com ótimas dicas sobre educação! O livro: "Depende de você- Como fazer de seu filho uma história de sucesso" , da consultora da área de educação da TV Globo e comentarista do programa Bom dia Rio, Andrea Ramal, traz excelentes reflexões, com orientações práticas e seguras para acompanharmos o desenvolvimento dos nossos filhos.
O livro é tão interessante que quando cheguei em casa não conseguia parar de ler, as dicas são diretas, práticas, com exemplos reais, eu me via a cada situação colocada por ela!
Os capítulos 6 e 7,  falam sobre um assunto que já foi muito discutido nos grupos de mães que participo, um preconceito que muitas pessoas têm em relação ao construtivismo: acham que a escola que segue esta proposta não tem regras, não coloca limites, não tem  planejamento...resumindo, acham que cada um faz o que quer do jeito que quer! 
Muitas vezes por falta de entendimento, não aceitam que seu filho estude em uma escola construtivista!
No livro ela diz: "Renovar a escola e tornar o ensino atual, dinâmico e atraente não significa educar de um modo espontâneo, sem procedimentos claros e sem método ou normas de convivência".
O livro orienta os pais a fazerem a melhor escolha na hora de procurar uma escola para seu filho, dá dicas de como ajudá-lo a alcançar os melhores resultados e como lidar com os desafios de ser mãe e professora!

27 de novembro de 2011

A escrita do professor

Olá pessoal,
Hoje venho conversar com vocês sobre a escrita do professor, um tema que me chama muito a atenção e que será uma das vertentes que trabalharei em minha monografia. 

Estava aqui lendo um texto da Jussara Hoffmann - Relatórios de avaliação para um trabalho que apresentarei na faculdade nesta segunda e me deparei com as seguintes citações:

Google imagens
"A escrita - representação da fala, representa o que nossa consciência pedagógica se deflagra." (M. Freire 1989)"

Por isso...

"É compreensível a insegurança de muitos professores em comprometer-se com essa tarefa. Tradicionalmente parece-lhes que a nota, o conceito não os denuncia: é do aluno, foi tirada por ele." 

"Nós fomos acostumados a planejar o futuro e não a refletir, relatar sobre o que aconteceu, os porquês, prováveis encaminhamentos..."

"Muitos professores até mesmo resistem em falar ou escrever sobre o seu trabalho, receosos da "correção" em sua apresentação, Contudo em relatórios de engenheiros especializados, advogados e outros tais ocorrências são tidas como normais." 

"Ainda carregamos a imagem secular de que o professor, que domina a grafia de todas as palavas domina o saber e que por ensinar, não pode cometer erros."


Então pessoal, a leitura dos trechos acima nos mostra alguns indícios do porquê que tantos professores ainda têm receio de mostrar seu trabalho, falar sobre o que fazem e até mesmo ousar mais em seu dia a dia escolar... 
Em minha opinião, nós que lidamos com esse universo da blogosfera estamos nos desprendendo desses monstros e estamos provando que é possível sim, errar. E mais, descobrimos que é possível, com nossos erros, construir novas possibilidades e novos conhecimentos... 
Google Imagens
Vocês concordam com isso?

Que leitura vocês fazem dos trechos acima? Como se veem ,escritores, antes e depois que começaram a utilizar o universo da blogosfera? 

Não deixe de dar sua opinião ela será muito importante para nós aqui do Educação em Foco... Ah! Vocês sabiam que muitas vezes deixamos de comentar  porque temos receio de nos expor (falo isso por experiência própria)....Pensem nisso...

Google imagens
 A exposição é necessária para que possamos gerar novas reflexões... Não tenham medo de utilizar este espaço para expor aquilo que pensam, pois desta forma poderemos gerar conflitos e novos conhecimentos!


Boa semana de reflexão e escrita para vocês!
Beijo no coração!

25 de novembro de 2011

Poesias



A professora Vanessa, da Equipe Educação em Foco, acaba de abrir um blog para publicar os trabalhos de poesias de seus alunos. Ela tem colhido lindos frutos e incentivado a escrita e leitura de poesias. http://poemandopq.blogspot.com.


Segue aqui uma sequência didática de um plano de aula para trabalhar com esse gênero com sua turma. Plano da Nova Escola



Objetivos
- Brincar com a sonoridade das palavras.
- Ampliar o repertório literário.
- Construir maior conhecimento sobre o gênero literário (poesias).
- Recitar poesias explorando os recursos existentes na oralidade e valorizando os sentimentos que o texto quer transmitir
- Valorizar entonação de voz, fluência, ritmo e dicção como maneiras de articular e aperfeiçoar a oralidade.
- Aprender a expressar-se num grupo.
- Conhecer a prática social de um sarau (e tudo que a envolve) em que as pessoas se reúnem para apreciar e declamar poesias, além de interagir com um público ouvinte.

Conteúdos
- Escuta e produção oral.
- Leitura.



Anos
 1º e 2º anos. 

Tempo estimado
Quatro meses.

Material necessário
Livros variados de poesias de autores como Cecília Meireles, Cora Coralina, Elias José, Vinícius de Moraes, José Paulo Paes, Eva Furnari, Tatiana Belinky, Carlos Drummond de Andrade, Fernando Pessoa, Sérgio Caparelli, Mário Quintana, entre outros.



Abraços
Cris Chabes



21 de novembro de 2011

Como falar com as crianças?

Quem convive o dia todo com crianças pode se perguntar muitas vezes: qual a forma ideal de falar com elas?
Com o berçário e o maternal o tom de voz é fundamental. A criança de 1 a 1 ano e meio ainda entende pouco as palavras, mas percebe a cadência da fala. As de 2 aninhos já entendem mais, porém o tom continua sendo o mais importante. A voz calma e segura lhes passa tranquilidade.
(imagem retirada do Google)


Aos 4 e 5 anos, a professora deve utilizar o tom de voz natural, mas ainda com vocabulário simplificado. O ideal é ser didática, mas nunca infantilizada ou forçada. Em caso de indisciplina, use formas francas e diretas, como "Não estou gostando disso!". Nunca diga a frase "Não gosto de criança que chora" ou "Não gosto de criança teimosa!" ela pode achar que a professora não gosta dele!
Em todas as idades é importante frases de estímulo nos momentos de sucesso "Viu, como você conseguiu?" "Ficou ótimo!"- e também no erro- "Não tem problema, vamos fazer de novo" e "Você vai conseguir".

Dicas gerais
*Fale corretamente, pois é ouvindo que a criança aprende a falar. Não é necessário corrigir os erros dos alunos-apenas repita a frase do jeito certo, para que o aprendizado seja natural;
*Use frases curtas e exponha ideias de maneira clara. As crianças se dispersam diante de longos discursos.
*Escolha termos que as crianças entendam, mas também inclua alguns ainda novos para enriquecer cada vez mais o vocabulário;
*Pense antes de falar. As crianças são sensíveis às palavras da professora.
*Seja firme, mas nunca agressiva. Exclamações como "Calem a boca" ou "Já perdi a minha paciência" só desgastam a relação;
*Historinhas são uma ótima ferramenta no cotidiano. Conte histórias e leia livros em voz alta e de maneira expressiva, gesticulando.
*A criança nota variações de humor. Como ela pode se sentir responsabilizada ("é comigo que a professora está triste" ), procure não transmitir grandes variações emocionais. A estabilidade da professora é muito importante para que os alunos se sintam seguros.



Fonte: Guia Prático para professoras de educação Infantil(outubro/2005)

Leia mais sobre Educação Infantil e Alfabetização no blog Professora Melissa

20 de novembro de 2011

Repensando Valores

 Olá pessoal,

Mais um final de semana juntos... Que coisa bacana não é verdade? Já estamos ficando íntimos... (rsrs) Pessoal, primeiramente eu gostaria de agradecer a todos que seguem o blog e que diariamente passam por aqui para conferir as novidades... A presença de vocês muito nos tem alegrado... E mais, nos dá ânimo para seguir com este trabalho que tem sido tão prazeroso... A todos o nosso Muito Obrigada... Por tantos acompanhamentos resolvi hoje fazer duas coisinhas... 

1º Oferecer a todos que passam por aqui este selinho... Um agrado pequeno mais creio é uma das formas que temos de dizer obrigada pela visita e volte sempre...Espero que gostem...



2º  Deixo um desabafo... estamos íntimos e acredito que muitos dos que passam por aqui pensam na educação de uma forma diferente... E mais pensam que somos nós os professores que temos em nossas mãos uma das chaves das portas da educação para todos... Não estou dizendo que somos, sozinhos responsáveis por ela, mas que somos parte e que como parte demos fazer aquilo que nos cabe...
Este post resultou da leitura, aqui no Educação em foco, da colaboradora  Monalisa Rocha Ribeiro de Almeida: Respeitar e ser respeitado.
Pensei muito sobre a reflexão feita por nossa amiga e ouvi vários comentários que me remeteram a ele, por isso escrevi os versos que se seguem... Não sei se complementam as palavras da Monalisa, (creio que sim), mas gostaria que novamente esse assunto fosse colocado em pauta aqui no blog para repensarmos sobre o nosso papel enquanto educadores...
Bom, agora deixo vocês com os versos e desde já peço desculpa pelas palavras que podem ser duras... como disse, é um desabafo...
Leiam, comentem... Façam-se ouvir... Abraços!!!

PENSEM UM POUCO MAIS

Não, Definitivamente não!
Valorização não significa 
Ser absolvido de seus 
deveres e direitos de cidadãos.
Não venham me convencer disso!
E cá entre nós...
Há como ser valorizado sem valorizar?
Há como ter respeito 
Sem liberar respeito?
Com certeza não!
Então não me venham 
com essa que não há valorização...
Tomem seus lugares no trem 
Arregacem as mangas...
Trabalhem, por favor!
ou não, por Obrigação...
Não cumpram apenas horários...
Depois que estiverem fazendo tudo isso
Ai sim, aceito uma conversa sobre valorização!
Olhem para o lado
Há poucos, pouquíssimos 
trabalhando de verdade!
Estes sim, devem reclamar de valores!
Mas olhe lá...
Estão trabalhando
Puxando um carro que vocês,
por escolha, também deveriam puxar...
Utopia de minha parte?
Não! Basta parar e observar
Que aqueles que muito reclamam
Pouco, ou nada, fazem para mudar a situação
Em que se encontram.
Preferem se entregar
E adotar o velho discurso
da valorização.
Me poupem...
Porque todos nós sabemos 
Que EDUCAÇÃO é mais do que isso!

Relatos de uma professora indignada

18 de novembro de 2011

Diretor de Escola: Quem e Como

Experimente chegar um dia à escola e observá-la de uma forma diferente, mais atenta que o usual. 
Observe o movimento das pessoas, o que elas estão fazendo e que materiais estão usando. 
Logo na entrada, você verá alguns pais deixando seus filhos para mais um dia de aula, cumprimentando o porteiro e checando as últimas novidades dos murais que estão próximos ao portão. 
Os alunos circulam pelos corredores, alguns conversando e outros comentando os próprios trabalhos e os dos colegas, que estão pendurados nas paredes. Aos poucos, as salas de aula são ocupadas, as turmas se organizam em grupos de trabalho e os professores iniciam as atividades. Na hora do intervalo, alguns correm para a biblioteca, outros para o pátio e para a quadra - não sem antes fazer a merenda no refeitório. Nesse tempo, os docentes se dirigem à sala reservada a eles, espaço em que conversam e trocam experiências. 

Enquanto tudo isso acontece, onde o diretor está?

Imagem da Nova Escola
Essa escola pode ser a sua. Leia a matéria na edição da Nova Escola deste mês e clique nos pontos para saber mais

17 de novembro de 2011

Merry Christmas! - Mural de Natal

Com minhas turminhas de Educação Infantil, pensei em fazer um mural de Natal com a participação de todos as crianças. Não queria apenas que elas desenhassem sobre o tema ou pintasse alguma cena pronta... sabe aqueles trabalhinhos tradicionais feitos nessa época?

Então, não queria fazer isso. Não vou criticar quem gosta, mas não é a "minha praia". Enfim, queria algo diferente! Criei então uma árvore e guirlandas feitas com o carimbo das mãozinhas delas. Deu muito trabalho carimbar todas as mãozinhas, ainda mais com guache, e depois recortar tudinho, mas vendo o resultado chego a conclusão de que valeu a pena!

Eu acho muito mais bonito quando a decoração da escola é feita pelas crianças. É claro que os professores auxiliam todo o trabalho, mas deixá-los participar ativamente da decoração da sala, dos murais, de todo o ambiente escolar, é muito mais prazeroso e atrativo para elas.

Todos gostaram muito, inclusive as crianças, personagens principais desse trabalho. 
Confiram aí!!

Kisses, Teacher Genis.

Observe bem, há muuuuuuuuuuitas mãozinhas verdes!
Os enfeites da árvore e das guirlandas também foram feitos pelas crianças.






Também estou por aqui:

15 de novembro de 2011

Respeitar para ser respeitado





“Esse aluno não sabe nada!”
Diante de uma sala indisciplinada, onde os alunos não demostram nenhum interesse pelas aulas, onde os alunos vivem em permanente confronto, o professor se vê desmotivado. Para muitos professores tal desinteresse é culpa dos alunos, que, embora ele esteja cumprindo seu papel em sala, não se dedicam aos estudos. Por isso é comum ouvirmos de alguns professores que se vêem nesta situação a seguinte frase: “Esse aluno não sabe nada!”.
É sabido que os alunos de hoje não são de modo algum os alunos de ontem. Não são os alunos que eu ou você professor fomos, há alguns anos atrás. Muitos alunos se mostram de fato desinteressados, e a indisciplina é uma realidade comum em muitas escolas. Porém, a escola tem sua parcela de culpa, quando recusa as mudanças, quando se recusa a mudar. É preciso rever as posturas dos professores e as condições que estão sendo criadas para que as aulas se desenvolvam. Não criar sobre a escola um pré-conceito é preciso, a escola que vimos ontem, não é mais a de hoje.
Além das condições novas, voltadas para uma aula mais dialogada que palestrada, o incentivo aos alunos, diante de um bom comportamento, de uma atividade feita, ou mesmo de um ato gentil em sala de aula, já resulta em bons frutos. Por isso sempre que seu aluno(a) tiver um bom comportamento ou boas atitudes não poupe elogios e incentivos, procure lê atenciosamente suas produções textuais, dando-lhes conselhos, deixando um recadinho escrito, com elogios e caminhos futuros.

Se seu aluno não demonstra um bom comportamento, dê bons exemplos, trate-o com educação, repreenda-o com sabedoria, procure dentro do conteúdo incentivar bons comportamentos, pequenas atitudes importantes como dar “bom dia”, pedir “com licença”, tratar bem os colegas.
Acredite isso faz toda a diferença!


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14 de novembro de 2011

Dia Nacional da Alfabetização

O Dia Nacional da Alfabetização foi criado em 1966 para estimular reflexões e práticas em educação que envolvam a alfabetização! Já foi comprovado que a criança que se alfabetiza no 1º ano do Ensino Fundamental tem muito mais chances de sucesso em sua vida escolar!

O dia 14 de novembro foi escolhido por ser a mesma data de criação do antigo Ministério da educação e Saúde Pública, em que uma das metas era promover o ensino primário e combater o analfabetismo no país.

Atualmente foco na importância da Educação Infantil para o bom andamento do processo de alfabetização no Ensino fundamental. É obrigação do professor da Educação Infantil, incentivar o desenvolvimento de comportamentos leitores antes mesmo de a turma aprender formalmente a ler. Desde o berçário devemos incentivar a leitura,falar sobre os livros,fazer comentários sobre o que foi lido,escrever pequenos textos!
A Alfabetização acontece de forma natural, as crianças aprendem a ler, lendo e a escrever, escrevendo! 
Escrita de listas
 
Claro que esse trabalho feito em uma sociedade letrada se torna mais fácil, digo isso pensando nas crianças que têm em casa o bom exemplo dos benefícios da leitura! Já os que não vivem cercados de "letras" precisam (e muito) da ajuda da escola. O professor acaba sendo o único transmissor do prazer pela leitura, é ele que vai levar seu aluno de origem mais humilde, sem livros em casa, com pais analfabetos a perceber a importância da leitura! Já vivenciei momentos de grande emoção ao ver pequenos leitores incentivando a leitura dos seus pais!

Quando o professor de Educação Infantil, valoriza e estimula a leitura de seus alunos, sem se preocupar em separar textos fáceis só porque eles ainda não sabem ler, eles já estão sendo estimulados! Ler e escrever se torna um desafio delicioso, todos ficam entretidos querendo descobrir o que está escrito! Saber que algo que falamos pode ser escrito é um grande passo para a alfabetização, acompanhar a leitura de textos que sabem de cor(músicas,parlendas e poesias) fazem com que o contato com a leitura se torne real e cada criança pode se colocar no papel de leitor, mesmo sem saber ler!
 
Leitura de música que sabem de cor (maternal I)
A leitura tem que ser diária, não importa o gênero textual a ser lido, o importante é LER para os pequenos!

Tenham um ótima semana!
Professora Melissa

13 de novembro de 2011

Sonho que se sonha junto

Durante esta semana participei da XVI Semana de Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, um evento, que creio eu, foi muito importante para minha vida profissional pois me abriu muito horizontes... Mas esta história contarei a vocês  lá no Educar para Transformar. 
O que hoje venho compartilhar com vocês é a belíssima frase utilizada pela professora Lia Ciomar Macedo de Faria.  Onde a mesma dizia da importância que tem aquele sonho que se sonha junto... A educação é assim... um sonho e para que ele se realize é mais do que necessário que todos os envolvidos no processo estejam sonhando o mesmo sonho. A sensibilidade trazida na fala da professora me fez refletir sobre a importância de estarmos sempre recendo nossos conceitos, perguntando, criticando... enfim, lutando para que a educação possa seguir seu rumo correto... Utopia minha? Quem há de saber... Mas creio que não podemos deixar de lado nossa capacidade de sonhar... de esperar... de acreditar... Sem essas "ferramentas" não há como tornar realidade um desejo que creio eu é, ou deveria ser de todos.
Para ilustrar um pouco mais a fala da professora trouxe a vocês este pequeno vídeo que foi compartilhado pela amiga Ianê Mello, professora e poetiza, lá no grupo do Facebook. Espero que apreciem ... E que nossos sonhos possam continuar sendo sonhados juntos....


video

Boa semana a todos!!!
Sonhem  bastante
E sonhem juntos!!
Abraços

11 de novembro de 2011

Árvores em Extinção no Brasil


A primeira iniciativa para quem quer contribuir na preservação dessas espécies é não comprar móveis feitos de madeira extraída dessas árvores. "Nas lojas, é preciso pedir a certificação da madeira para o vendedor. Ele é obrigado a fornecer. Se não tiver, não compre, pois não é possível saber a origem, que provavelmente é de desmatamento", explica a bióloga Sabrina Pulido Carmona, do Parque Escola Santo André, na região do ABC de São Paulo.
Segundo o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), há diferentes estados de conservação para considerar uma espécie ameaçada de extinção: vulnerável, rara e em perigo. Árvores como pau-brasil, jequitibá, sapucaia, mogno, jatobá, jacarandá, imbuia, araucária, entre outros, estão nessa lista, dentro de uma das três classificações.
Quem tiver espaço no quintal de casa ou uma área na escola pode, sim, plantar uma árvore. "A maioria das prefeituras tem condições de fornecer uma muda. Só é preciso ter paciência, pois essa planta jovem, apesar de já alcançar até uns três metros de altura, tem o tronco fino e demora de oito a dez anos para se desenvolver", diz a especialista.
Pau Brasil - Pela Lei nº 6.607, de 7 de Dezembro de 1978, o Pau-Brasil foi declarado Árvore Nacional do Brasil.

É importante se informar sobre a melhor árvore a plantar em casa ou na calçada, não só por conta da fiação de rua, como também porque as espécies exóticas ao local podem ser prejudiciais. "Uma espécie que não seja local interfere em todo o ecossistema, no solo e na alimentação dos animais, por isso é melhor evitar esse tipo de plantio", afirma Sabrina.
Todos os anos, no dia 21 de setembro, quando se comemora o Dia da Árvore, acontecem ações em todo o país para promover o plantio. O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente lançou a "Campanha 7 bilhões de árvores", iniciativa mundial para que pessoas, iniciativa privada, governos e organizações não-governamentais (ONGs) plantem árvores e forneça os dados a fim de que a contagem seja feita. Há também ONGs que aceitam doações em dinheiro para plantio, bem como sites que, de acordo com o número de cliques dos visitantes, recebem verba de empresas.


Abraços
Cris Chabes