30 de setembro de 2011

Série Grandes Pensadores - Jean Piaget

Jean Piaget

Frases de Jean Piaget: 


“O conhecimento não pode ser uma cópia, visto que é sempre uma relação entre objeto e sujeito” 
“Se o indivíduo é passivo intelectualmente, não conseguirá ser livre moralmente” 
Jean Piaget nasceu em Neuchâtel, Suíça, em 1896. Aos 10 anos publicou seu primeiro artigo científico, sobre um pardal albino. Desde cedo interessado em filosofia, religião e ciência, formou-se em biologia na Universidade de Neuchâtel e, aos 23 anos, mudou-se para Zurique, onde começou a trabalhar com o estudo do raciocínio da criança sob a ótica da psicologia experimental. 
Em 1924, publicou o primeiro de mais de 50 livros, A Linguagem e o Pensamento na Criança.
Antes do fim da década de 1930, já havia ocupado cargos importantes nas principais universidades suíças, além da diretoria do Instituto Jean-Jacques Rousseau, ao lado de seu mestre, Édouard Claparède (1873-1940). Foi também nesse período que acompanhou a infância dos três filhos, uma das grandes fontes do trabalho de observação do que chamou de "ajustamento progressivo do saber". 
Até o fim da vida, recebeu títulos honorários de algumas das principais universidades européias e norte-americanas. Morreu em 1980 em Genebra, na Suíça. Jean Piaget foi o nome mais influente no campo da educação durante a segunda metade do século 20, a ponto de quase se tornar sinônimo de pedagogia. Não existe, entretanto, um método Piaget, como ele próprio gostava de frisar. 
Ele nunca atuou como pedagogo. Antes de mais nada, Piaget foi biólogo e dedicou a vida a submeter à observação científica rigorosa o processo de aquisição de conhecimento pelo ser humano, particularmente a criança. Do estudo das concepções infantis de tempo, espaço, causalidade física, movimento e velocidade, Piaget criou um campo de investigação que denominou epistemologia genética – isto é, uma teoria do conhecimento centrada no desenvolvimento natural da criança. 
Segundo ele, o pensamento infantil passa por quatro estágios, desde o nascimento até o início da adolescência, quando a capacidade plena de raciocínio é atingida. “A grande contribuição de Piaget foi estudar o raciocínio lógico-matemático, que é fundamental na escola mas não pode ser ensinado, dependendo de uma estrutura de conhecimento da criança”, diz Lino de Macedo, professor do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo. As descobertas de Piaget tiveram grande impacto na pedagogia, mas, de certa forma, demonstraram que a transmissão de conhecimentos é uma possibilidade limitada. Por um lado, não se pode fazer uma criança aprender o que ela ainda não tem condições de absorver. Por outro, mesmo tendo essas condições, não vai se interessar a não ser por conteúdos que lhe façam falta em termos cognitivos. Isso porque, para o cientista suíço, o conhecimento se dá por descobertas que a própria criança faz – um mecanismo que outros pensadores antes dele já haviam intuído, mas que ele submeteu à comprovação na prática. Vem de Piaget a ideia de que o aprendizado é construído pelo aluno e é sua teoria que inaugura a corrente construtivista.
Educar, para Piaget, é “provocar a atividade” – isto é, estimular a procura do conhecimento. “O professor não deve pensar no que a criança é, mas no que ela pode se tornar”, diz Lino de Macedo.

26 de setembro de 2011

Chamadinha

Na Educação Infantil , temos muitos momentos onde o o professor tem objetivos específicos para aprendizagem, seja em brincadeiras ou através da rotina. Um desses momentos é a Chamadinha. 

Na creche onde trabalho, a chamadinha é feita desde o berçário, utilizando as fotos dos pequenos. A professora canta a musiquinha e a criança procura sua foto e  coloca no mural. A partir do Maternal, apresentamos o nome às criança, mais pelo contato com a escrita do que pelo reconhecimento das letras, eles identificam o próprio nome e o nome dos amigos. No pré I, as atividades com os nomes são diárias,  utilizamos a letra de imprensa, destacando a maiúscula inicial. É importante dizer qual a letra que começa, falar o nome da letra e agrupar os que começam com a mesma letra. Já no pré II, relacionamos o próprio nome com outras palavras que começam com o mesmo som, no final do ano alguns pediram para escrever o nome com letra cursiva (para eles é o sinal que já estão crescendo!) e como não vi problemas, já que a escrita do nome é fixa e a letras já foram apreendidas, mostrei para quem queria. Alguns demoram mais para se interessar e a apresentação vai sendo aos poucos.

Algumas sugestões de atividades para  o momento da chamadinha: (Fonte: Meyer, Ivanise. Leitura e Escrita na Educação Infantil. 2004):


-Apresentar o nome e destacar a letra inicial;
-Comparar os nomes a partir da contagem do número de letras;
-Fazer conjuntos a partir de : letra inicial, letra final, número de letras, nomes dos meninos, nome das meninas, de quem está na sala e de quem está ausente;
-Preguicinha": apresentar o nome escrito em uma faixa escondido dentro de um livro (por exemplo), a partir da letra inicial, escondendo as outras letras (o nome vai "aparecendo" lentamente).
- Brincar de "nome oculto": cada criança receberá o nome de um colega. A professora chama uma criança de cada vez para entregar o nome ao colega.
- Esconder os nomes pela sala para que as crianças procurem.
- Esconder as letras iniciais (alfabeto de madeira, cartolina ou E.V.A.) para que as crianças procurem.
- Brincar de "forca" de nomes da turma: graduar as dificuldades - colocar a letra inicial, ou a final, só vogais ou só consoantes.
- Adivinhar o nome a partir das características da criança. Exemplo: "esse nome é de uma menina de cabelos compridos e castanhos".
- Chamada por escrito: a professora registra no quadro-de-giz (ou blocão). As crianças registram como uma lista.
- A criança faz a chamadinha junto com a professora, apresentando os nomes e lendo. Esta é uma atividade individual que permite um acompanhamento das hipóteses de leitura.

Em todas as salas temos o cantinho da chamadinha, é o primeiro contato das crianças com seu nome e o nome dos amigos. 

Aproveitando a postagem de hoje sobre leitura e escrita na educação Infantil, quero deixar uma dica de leitura da filhota que está em fase de alfabetização e descobriu uma coleção com textos interessantes e de fácil leitura:


Os livros da Sonia Junqueira foram escolhidos na Bienal do livro 2011, cada livro tem estrelas de acordo com o nível da criança: 1 estrela é para a criança que está começando a ler; 2 estrelas para a criança que já domina as sílabas e 3 estrelas para criança semi-alfabetizada.Coleção interessante para os pequenos leitores se aventurarem!


Boa semana!
Professora Melissa

25 de setembro de 2011

Segurança na internet

Olá Pessoal,
Hoje trago para nossa reflexão um  vídeo que trata da segurança na Internet.
A cada dia que passa fica mais difícil vivermos sem o auxílio do computador e das ferramentas que ele possui não é verdade? Nossa vida está cada vez mais aberta ao público internauta e algumas vezes nem nos percebemos disso...
Sim a internet é muito preciosa, mas é preciso ter muito cuidado com ela.... Pois pode nos trazer coisas boas e também coisas ruins...
Pensando nisso a Discovery Brasil produziu este vídeo, buscando uma forma de nos mostrar que para usar a internet com segurança precisamos nos alfabetizar digitalmente, ou seja, precisamos saber como a internet funciona e o que podemos fazer com ela... 
Espero que gostem e que utilizem com seus alunos, filhos, primos... 
Bom domingo!
Vamos utilizar a internet com responsabilidade.











Ps.: Se você é nosso amigo, gosta de ler os posts do educação em Foco e quer ver um post teu publicado aqui... Não deixe de nos enviar um e-mail... Sua contribuição será sempre bem vinda!
Envie seu e-mail para redeeducacaoemfoco@gmail.com  Abraços



23 de setembro de 2011

Série Grandes Pensadores - Célestine Freinet

Célestin Freinet


Célestine Freinet 


Se não encontrarmos respostas adequadas a todas as questões sobre educação, continuaremos a forjar almas de escravos em nossos filhos"Célestin Freinet nasceu em 1896 em Gars, povoado na região da Provence, sul da França. Foi pastor de rebanhos antes de começar a cursar o magistério. Lutou na Primeira Guerra Mundial em 1914, quando os gases tóxicos do campo de batalha afetaram seus pulmões para o resto da vida. Em 1920, começou a lecionar na aldeia de Bar-sur-Loup, onde pôs em prática alguns de seus principais experimentos, como a aula-passeio e o livro da vida. Em 1925, filiou-se ao Partido Comunista Francês. Dois anos depois, fundou a Cooperativa do Ensino Leigo, para desenvolvimento e intercâmbio de novos instrumentos pedagógicos. Em 1928, já casado com Élise Freinet (que se tornaria sua parceira e divulgadora), mudou-se para Saint-Paul de Vence, iniciando intensa atividade. Cinco anos depois, foi exonerado do cargo de professor. Em 1935, o casal Freinet construiu uma escola própria em Vence. Durante a Segunda Guerra, o educador foi preso e adoeceu num campo de concentração alemão. Libertado depois de um ano, aderiu à resistência francesa ao nazismo. Recobrada a paz, Freinet reorganizou a escola e a cooperativa em Vence. Em 1956, liderou a vitoriosa campanha 25 Alunos por Classe.
No ano seguinte, os seguidores de Freinet fundaram a Federação Internacional dos Movimentos da Escola Moderna (Fimem), que hoje reúne educadores de cerca de 40 países. Freinet morreu em 1966.
Muitos dos conceitos e atividades escolares idealizados pelo pedagogo francês Célestin Freinet se tornaram tão difundidos que há educadores que os utilizam sem nunca ter ouvido falar no autor. É o caso das aulas-passeio (ou estudos de campo), dos cantinhos pedagógicos e da troca de correspondência entre escolas. Não é necessário conhecer a fundo a obra de Freinet para fazer bom uso desses recursos, mas entender a teoria que motivou sua criação deverá possibilitar sua aplicação integrada e torná-los mais férteis.
Freinet se inscreve, historicamente, entre os educadores identificados com a corrente da Escola Nova, que, nas primeiras décadas do século 20, se insurgiu contra o ensino tradicionalista, centrado no professor e na cultura enciclopédica, propondo em seu lugar uma educação ativa em torno do aluno. O pedagogo francês somou ao ideário dos escolanovistas uma visão marxista e popular tanto da organização da rede de ensino como do aprendizado em si. "Freinet sempre acreditou que é preciso transformar a escola por dentro, pois é exatamente ali que se manifestam as contradições sociais", diz Rosa Maria Whitaker Sampaio, coordenadora do pólo São Paulo da Federação Internacional dos Movimentos da Escola Moderna (Fimem), que congrega seguidores de Freinet.
Na teoria do educador francês, o trabalho e a cooperação vêm em primeiro plano, a ponto de ele defender, em contraste com outros pedagogos, incluindo os da Escola Nova, que "não é o jogo que é natural da criança, mas sim o trabalho". Seu objetivo declarado é criar uma "escola do povo".

22 de setembro de 2011

Recife sedia 9º Congresso Internacional de Tecnologia na Educação



 

As novas abordagens e práticas dentro da sala de aula como instrumentos de potencialização do ensino serão mote para a 9º Congresso Internacional de Tecnologia na Educação, promovido pelo Sistema Fecomércio/Sesc/Senac, entre os dias 28 e 30 de setembro, no Centro de Convenções, em Olinda.  O evento, que já se solidificou como o maior do Brasil na área educacional, terá como tema Educação, Tecnologia e Responsabilidade Social, levantando debates entre acadêmicos e demais profissionais do setor. A expectativa é mais de 3,5 mil congressistas de vários lugares do Brasil.  
         Um dos focos desta edição será os desafios encontrados no sistema educacional frente ao dinamismo do mundo moderno, título da conferência magna de abertura, “Os Desafios da Educação em Tempos de Mudança”, que será comandada por Moacir Gadotti, conceituado acadêmico do setor educacional, teólogo e autor de mais de 40 livros, discípulo de Paulo Freire. O congresso contará ainda com outros 35 palestrantes do Brasil, Chile, Colômbia e Inglaterra, entre os quais figura o gaúcho Max Haetinger – mestre em educação e autor de vários livros voltados para fenômenos educacionais -infantis – e o chileno José Weinstein, ex-ministro da Educação do Chile, responsável por  alavancar as notas do Chile no Pisa.
         Ao todo, serão 16 palestras, 16 minicursos e seis conferências em três dias de programação, com temas como Aprendizagem Móvel, Virtudes e Educação: o Desafio da Modernidade, Neurociência e Tecnologia, Educação 2.0 e Jogos Digitais na Escola: a Construção de Novos Arranjos Sociais”Inclusão: Tecnologia para quem?, Criatividade: a Revolução na Sala de Aula”, entre outros.
         Devido ao sucesso na última edição, o evento traz outra vez a Olimpíada de Jogos Educacionais (OJE), que será promovida em uma espécie de lan house em um espaço de 25m². Criado pela Joy Street, empresa do Porto Digital, o jogo promete estimular disputa entre professores por meio da aplicação de um quiz sobre várias disciplinas. O participante com a maior pontuação receberá um prêmio surpresa.

Atividades extras - Paralelo às palestras e oficinas, o Congresso Nacional de Tecnologia da Educação promove mais uma vez o Salão de Tecnologia e Inovação, dedicado à divulgação e comercialização de produtos e serviços inovadores. O Salão contará com uma ala dedicada a instituições ligadas à Educação, outra voltada para a área de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e uma terceira destinada a soluções tecnológicas para empresas”, detalha Arnaldo Mendonça, coordenador do evento. Serão mais de 30 empresas participantes, entre editoras, universidades, empresas de TIC, telefonia, informática, sistemas de ensino e desenvolvimento de sistemas para indústria e comércio.
         Outra atividade de destaque é o Espaço do Conhecimento, coordenado pela Faculdade Senac – PE, destinado à socialização de relatos de experiências, resultados de pesquisas científicas e produção de material didático em relação ao uso de tecnologias na educação, bem como de soluções inovadoras no ensino. O Espaço bateu recorde em número de inscrições este ano. Foram selecionados 100 trabalhos de comunicação oral e 100 de pôsteres, ao total - 120 a mais que no ano passado - que abordam temas como Educação Inclusiva, Educação a Distância e Educação Ambiental.

Serviço:



Jornalista Antonio Tiné


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Patati Patatá nas aulas de Inglês!

'Patati Patatá' estão no auge do sucesso!
Eu e meu filhote adoramos e temos 5 DVD's da dupla! (Confira aqui)
Levar 'Patati Patatá' pra sala de aula é garantia de alunos atentos e por que não aproveitar essa atenção ao colorido e carisma dos palhaços e transformar tudo isso num aprendizado?
Pensando numa proposta tratada pela escola sobre Bullying, trabalhei com as turmas a música  "Diferentes".
A linda musiquinha fala sobre as diferenças entre as crianças. Uma são menores, outras altas, umas tem cabelos cacheados, outras cabelos lisos e assim por diante...
Coloquei a legenda em inglês e depois deles assistirem ao DVD, fui dando pausas e trabalhando o vocabulário sobre adjetivos, nacionalidades, conversando sobre as diferenças e por aí vai...
Pra vocês entenderem melhor, observe a primeira imagem:

Está escrito na legenda "Tadeski has slanted eyes, his grandpa is from Japan."
Tradução "Tadeski tem os olhos puxados, seu avô é do Japão".








E o resultado foi 10! Os alunos amaram a aula!



A música "Diferentes" você encontra no CD/DVD "Volta ao Mundo".

20 de setembro de 2011

Jogo de Memória


Carol Sales criou um jogo muito legal e fácil de fazer.
Confira:

O jogo é composto por cartas numeradas.
 As apresentadas abaixo são de 1 a 9 (sendo que o 5 aparece duas vezes), mas também podem ser cartas de 0 a 10.


Assim como no jogo de memória convencional, as cartas devem ser embaralhadas e viradas com o número para baixo. 
Os pares são formados quando a soma dos números tirados é igual a 10. 
Por exemplo: 1 e 9, 2 e 8, 3 e 7, 4 e 6, 5 e 5.




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19 de setembro de 2011

Dona Árvore

Para falarmos sobre a árvore e homenagearmos o seu dia(21 de setembro) coloquei para as crianças ouvirem a música "Dona Árvore" de Bia Bedran:

"Troncos,folhas ,galhos tem
Fruto e flor e raiz
Dona Árvore vai bem
E é muito feliz"
Subir,subir,
Vamos subir
Sou macaquinho
E eu não vou cair!!" 

Pedi que as crianças falassem sobre as partes da árvore e fomos listando.Depois, com materiais diversos, construímos uma árvore com a ajuda de todos, sempre lembrando de cada parte:


Agora só ficou faltando o macaquinho,que montaremos essa semana!

Saiba mais sobre o nosso projeto "Florestas de todos nós no blog Professora Melissa!

Tenham uma ótima semana!

18 de setembro de 2011

Sim, o computador substituirá o professor


Na cibercultura, o computador vai substituir o professor. Estou falando, é claro, do professor-transmissor de conteúdos, aquele das conhecidas fichas amareladas que serviam para todas as turmas e dos textos que deviam ser lidos sempre do mesmo modo, à prova de qualquer contexto. Aquele a quem cabia apresentar repetidamente conteúdos prontos a pessoas que não sabem quase nada. Aquele que não permitia as vozes divergentes, a multiplicidade de olhares, as subjetividades criadoras.
A transmissão de dados poderá passar a ser feita pelo computador de um modo muito mais interessante: com recursos de animação, cores e sons, talvez assim o aluno assuma um papel até mais ativo, buscando por sua conta os temas que deseja aprofundar. Algo excluído há muito tempo do currículo entrará na escola: a própria vida  do estudante.
Então caberá ao professor reinventar sua profissão.
RAMAL, Andrea Cecília. Educação na Cibercultura.
Porto Alegre, Artmed, 2002. p188
Pois é queridos, o texto acima nos leva a inúmeras discussões e os faz pensar sobre o papel que nós professores devemos ou deveríamos desempenhar diante de todas as mudanças sociais que diretamente afetam nossa escola.
E você concorda com autora do texto?  Aguardamos sua participação.

16 de setembro de 2011

Série Grandes Pensadores - Anísio Teixeira

A partir de hoje, durantes algumas sextas feiras, irei publicar aqui uma série sobre os grandes pensadores da Educação. O que eles pensam? De que forma seus estudos contribuíram com a educação?
Esperem que esses estudos nos ajudem em sala de aula ajudando-nos a refletir nossos saberes e nossa prática. 


Beijocas
Cris Chabes

Anísio Teixeira

Anísio Teixeira
Imagens Google





Anísio Spínola Teixeira nasceu em 12 de julho de 1900 em Caetité (BA). Filho de fazendeiro, estudou em colégios de jesuítas na Bahia e cursou direito no Rio de Janeiro. Diplomou-se em 1922 e em 1924 já era inspetor-geral do Ensino na Bahia. Viajando pela Europa em 1925, observou os sistemas de ensino da Espanha, Bélgica, Itália e França e com o mesmo objetivo fez duas viagens aos Estados Unidos entre1927 e 1929. De volta ao Brasil, foi nomeado diretor de Instrução Pública do Rio de Janeiro, onde criou entre 1931 e 1935 uma rede municipal de ensino que ia da escola primária à universidade. Perseguido pela ditadura Vargas, demitiu-se do cargo em 1936 e regressou à Bahia – onde assumiu a pasta da Educação em 1947. Sua atuação à frente do Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos a partir de 1952, valorizando a pesquisa educacional no país, chegou a ser considerada tão significativa quanto a Semana da Arte Moderna ou a fundação da Universidade de São Paulo. Com a instauração do governo militar em 1964, deixou o instituto – que hoje leva seu nome – e foi lecionar em universidades americanas, de onde voltou em 1965 para continuar atuando como membro do Conselho Federal de Educação. Morreu no Rio de Janeiro em março de 1971. Considerado o principal idealizador das grandes mudanças que marcaram a educação brasileira no século 20, Anísio Teixeira foi pioneiro na implantação de escolas públicas de todos os níveis, que refletiam seu objetivo de oferecer educação gratuita para todos. Como teórico da educação, Anísio não se preocupava em defender apenas suas idéias. Muitas delas eram inspiradas na filosofia de John Dewey (1852-1952), de quem foi aluno ao fazer um curso de pós-graduação nos Estados Unidos. 

15 de setembro de 2011

Trabalho: Parts of the house


A proposta deste trabalho foi para a turma do 6º ano.
Cada dupla ficou responsável por representar, através de uma mini maquete, um cômodo da casa.
Os trabalhos ficaram perfeitos! Parecem até casas de verdade!
Maquetes são sempre ótimas ideias para fixar o vocabulário estudado.

- Pedi que os alunos fizessem as maquetes em caixas de sapatos e não em isopôs, como é o mais comum. As caixas são mais fáceis para serem recicladas. Pense nisso! - 

Good work! Teacher Genis
















Vocabulary:
Attic – sótão
Basement – porão
Bathroom – banheiro
Bedroom – quarto
Dining room – sala de jantar
Hallway – corredor
Garage – garagem
Garden – jardim
Kitchen – cozinha
Living room – sala de estar
Library – biblioteca
Yard – quintal



13 de setembro de 2011

Qual é a função do fonoaudiólogo na escola?


De acordo com a Lei 6965, de 09/12/1981, que regulamenta a profissão, é de competência do fonoaudiólogo que trabalha em escolas desenvolver trabalho de prevenção no que se refere à área da comunicação oral e escrita, voz e audição e também participar da equipe de orientação e planejamento escolar, inserindo aspectos preventivos ligados a assuntos fonoaudiológicos.

A atuação do fonoaudiólogo que trabalha em escolas difere do profissional que atua em clínica e hospitais. Na escola, o fonoaudiólogo atua de forma preventiva, enquanto que em clínicas e em hospitais essa atuação é terapêutica. Não compete ao fonoaudiólogo que trabalha em escolas realizar terapia fonoaudiológica.


O trabalho da Fonoaudiologia Escolar é de orientação, estimulação e detecção de problemas na área de voz, de comunicação oral e escrita e audição, tendo como população-alvo alunos, pais e professores. 


Com os alunos, o trabalho fonoaudiológico tem os seguintes objetivos:



1. Otimizar o desenvolvimento da linguagem oral, leitura e escrita.
2. Promover estratégias de prevenção, preservação e controle de abusos e riscos para a voz e a audição.
3. Estimular a eliminação de hábitos inadequados relacionados às alterações fonoaudiológicas.
4. Detectar precocemente alterações fonoaudiológicas relacionadas à audição, voz, motricidade orofacial e linguagem oral e escrita.
5. Encaminhar para profissionais, quando necessário e acompanhar os tratamentos externos à escola.


A atuação com professores visa: 

1. Orientar quanto aos cuidados com a voz. 
2. Ensinar estratégias vocais para conservação e maximização da voz, durante o uso profissional. 
3. Promover informações quanto às alterações fonoaudiológicas, como desenvolvimento normal da linguagem oral, leitura e escrita, e como estes podem ser otimizados em sala de aula. 
4. Capacitar o profissional para detecção de possíveis alterações fonoaudiológicas que seus alunos venham a apresentar. 
5. Encaminhar o professor que apresentar alterações vocais para profissionais especializados, acompanhando o tratamento.


No trabalho com os pais, o fonoaudiólogo realiza orientações sobre:


1. O desenvolvimento normal da criança e as alterações fonoaudiológicas comuns na infância. 
2. A importância do estímulo familiar para otimização do desenvolvimento da criança. 
3. O possível problema do filho e explicação de encaminhamentos necessários.




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