31 de julho de 2011

RETORNANDO À POESIA

Bom dia,

Hoje trago para nossa reflexão um tema bem interessante que infelizmente, e por  muitos motivos, tem ficado de fora de nossas salas de aulas. Estou falando da POESIA. Esta que durante anos foi utilizada como divertimento, pois trazia alegrias e belíssimas reflexões. 
Atualmente temos falado muito sobre a importância da leitura,  mas pouco temos falado do valor  desse gênero literário que muito nos tem a ensinar. A poesia por si só é capaz de nos ensinar muitas coisas, basta que saibamos olhar para ela com os olhares que ela merece.  
Estive lendo essa semana um livro que me chamou muito a atenção. ( e confesso que há muito tempo eu não sentia tanto prazer em uma leitura). O nome do livro é A poesia do encontro. E é a tradução escrita de uma conversa entre a Elisa Lucinda  o Rubem Alves, nele os autores relatam a importância que a poesia teve em suas vidas e falam das várias possibilidades que ela - a poesia - abre para a educação. E este, por sinal, foi um ponto muito abordado pelos autores, que retrataram também a dificuldade que os professores tem tido de sentir a poesia, pois não sabem como lidar com ela, por não entenderem a sua essência...
Quando relata suas aulas de poesia, por exemplo, Elisa cita vários casos onde os professores ficaram desesperados poque não conseguiam decorar as poesias escolhidas. (tenha-se decorar aqui como guardar de cor ou no coração). Eles praticamente se colocavam, de "castigo" achando que teriam que decorá-las  a ferro e fogo e de uma forma mecânica. Nesses momentos Elisa, sempre relembrava-os da importância de sentir a poesia, de tê-la como um filme que passa diante dos olhos...
A poetiza relata  que muitos professores retornam agradecendo-a e mencionando a importância que as aulas tiveram para suas vidas.  
A leitura deste livro mudou algumas de minhas considerações sobre tudo, por isso estou compartilhando-a com vocês. Primeiramente para indicar a leitura do livro( vejam capa e a bibliografia ai embaixo). E dizer que é uma leitura que vale a pena. 

LUCINDA, Elisa & ALVES, Rubens. A poesia do encontro. Campinas:SP, Papirus 7 Mares, 2008


E em segundo lugar, para dizer que voltaremos a falar desse assunto na próxima semana. Pois penso que esse é um assunto que não pode ficar de fora de nossas escolas, muito menos de nossas salas de aula. Estou pesquisando e trarei algumas reflexões sobre a poesia na sala de aula, na semana que vem. Vamos aprender juntos e trazer de volta a poesia para nossas salas de aula!

Ah... E para que vocês fiquem ainda mais interessados pela leitura, gostaria de dizer que a conversa que virou livro foi gravada e logo ali embaixo está um trecho da conversa. (o DVD vem junto ao livro).

Queridos, se deliciem com essa belíssima conversa e não deixe que a poesia de ser professor seja retirada de vocês.
Boa semana!


30 de julho de 2011

REFLEXÃO...

 
“Every man be swift to hear, slow to speak, slow to wrath".“Todo homem seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar.”

“Though I speak with the tongues of men and of angels, and have not charity, I am become as sounding brass, or a tinkling cymbal”.“Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.”

“If thou canst believe, all things are possible to him that believeth.” “Se tu podes crer, tudo é possível ao que crê.”

"Little things make a big difference.” “Pequenas coisas fazem uma grande diferença.”

“Good leaders solve today’s problems, while looking for tomorrow’s opportunities.”“Os bons líderes resolvem os problemas de hoje, enquanto procuram oportunidades no amanhã.”

“Judge nothing before the time.”“Nada julgueis antes do tempo.”


29 de julho de 2011

ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente - Final

Nas últimas três semanas postei neste Blog algumas partes comentadas do Estatuto da Criança e do Adolescente, espero que vocês tenham gostado.
Estudamos o ECA e compreendemos um pouco mais sobre os direitos e deveres  da família, da escola e do estado no desenvolvimento pleno da criança.

Beijocas
Cris Chabes



ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente - Parte 1 - Parte 2 - Parte 3

10) Remédios e medicamentos:
10.1) como regra geral, toda escola pública deveria ter equipamentos de primeiros socorros e pessoas treinadas para aplicá-los;
10.2) não deve ser responsabilidade da escola ou de professores, individualmente, a medicação de crianças ou o transporte delas a serviços de saúde em casos de emergência;
10.3) exceto nos casos em que os pais ou responsáveis formalmente comunicam a escola quanto a eventuais doenças, tratamentos e medicamentos que a criança precisa tomar, sob prescrição médica, como também nos casos típicos de primeiros socorros, todos os demais casos de saúde devem ser encaminhados aos postos de saúde, ou pelo acionamento dos serviços de resgate, no caso de emergências;
10.4) o que a escola pode e deve fazer é comunicar os pais ou responsáveis e designar imediatamente uma pessoa para acompanhamento do(a) aluno(a) até que seja concluído o atendimento médico;


10.5) Profissionais da Educação devem evitar usar seus veículos próprios para transporte de emergência de alunos(as), pois, em caso de acidente com a criança, com o veículo ou com terceiros, não há amparo legal para a sua conduta;
10.6) para a rede estadual, a Resolução SE nº 65, de 19 de abril de 1991, institui, durante o mês de abril, a Semana de Prevenção de Moléstias e Primeiros Socorros.
11) Avaliação, trabalhos escolares e lições de casa:
11.1) a partir do ECA, antes de ter um(a) aluno(a) em sala de aula, o(a) professor(a) tem, diante de si, uma pessoa em fase de desenvolvimento. Sendo assim, antes da avaliação de conteúdos, o(a) professor(a) precisa saber avaliar as condições de aprendizagem que têm a criança e o adolescente, consciente de que não são poucas as variáveis capazes de interferir no seu rendimento escolar, mas que algumas podem ser facilmente verificadas:
11.1.1) ditado – antes, avaliar e testar se a criança/ adolescente não tem problemas de audição;
11.1.2) copiar da lousa – antes, avaliar e testar se a criança/adolescente não tem problemas de visão;
11.1.3) atividades manuais – avaliar e testar se a criança tem a coordenação motora requerida para a tarefa, pois ambientes domésticos pobres em estimulação sensório-motora são capazes de retardar o desenvolvimento motor da criança;
11.1.4) desenhos e redações – avaliar e verificar se o contexto sociofamiliar e cultural que a criança/ adolescente vive permite a realização da tarefa, como por exemplo, desenhos, representação e interpretação sobre família para crianças/ adolescentes que vivem em grupos sociofamiliares com configuração diferente da tradicional.
11.2) para problemas de visão e de audição, o FNDE oferece às escolas públicas os programas Olho no Olho e Quem Ouve Bem, Aprende Melhor, cujos materiais podem ser solicitados no seguinte endereço:
FNDE – Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação DIRPE – Diretoria de Programas e Projetos Educacionais CGSUT – Coordenação-Geral de Programas de Saúde, Transporte e Uniforme Escolar End.: SBS Quadra 2, Bloco F, Edifício Áurea, Térreo, sala 2, Brasília – DF – CEP: 70070-929.
O Estado de São Paulo criou, pela Resolução Conjunta SS/SE nº 198, de 28 de agosto de 1990, o Centro de Referência e Treinamento da Visão Subnormal, em funcionamento no PAM – Centro, do Escritório de Saúde I – Centro, da CRS-I da Secretaria da Saúde e, no Município de São Paulo, está em vigência o Decreto nº 45.986, de 16 de junho de 2005, que regulamenta a Lei nº 13.780, de 11 de fevereiro de 2004, que dispõe sobre a criação do programa municipal de atenção à saúde escolar.
12)Livros obrigatórios que a Unidade Educacional deve dispor:
12.1) Livro de Editais – para registro dos editais de convocação de assembleias ordinárias e extraordinárias; concorrência, licitação e tomada de preços; seleção de prestadores de serviços.
12.2) Livro de Ocorrências – para ficar à disposição da comunidade escolar no balcão da secretaria, é de livre registro de todas e quaisquer ocorrências que envolvam alunos(as), pais e mães, funcionários(as), professores( as), visitantes ou pessoas da comunidade;
- Da ocorrência sempre deve constar dia, horário e local dos fatos, identificação de autores e vítimas, indicação de duas testemunhas e relato dos fatos, com indicação dos eventuais danos ou lesões causadas.
É importante registrar nesse livro todas as ocorrências, mesmo as pequenas, pois só a partir dele será possível reconstituir a história dos fatos quando for necessário tomar providências mais drásticas em relação a algum fato, aluno(a), pais, funcionários(as) ou professores(as);
- Todo e qualquer encaminhamento ao Conselho Tutelar, à Guarda Civil, à Polícia Civil, à Polícia Militar ou ao Ministério Publico, deve ser acompanhado do histórico registrado no Livro de Ocorrências.


13) Negligência por parte de pais e responsáveis:
13.1) a falta, a omissão e a negligência dos pais ou responsáveis em relação aos filhos estão definidas no artigo 98 do ECA. As medidas aplicáveis a eles estão descritas nos artigos 101 e 129. Exemplos de falta, omissão ou negligência:
a) não efetuar o registro de nascimento dos filhos;
b) não manter em dia a Carteira de Vacinação;
c) atrasar a entrega dos filhos na escola para o início das aulas;
d) atrasar a retirada dos filhos, ao final do período de aulas;
e) perder ou reiteradamente danificar material escolar e uniformes;
f) crianças/adolescentes com piolhos, sarnas, micoses etc;
g) não atender às convocações da escola e de suas instituições auxiliares;
h) não tomar conhecimento das tarefas escolares a serem realizadas em casa;
i) não providenciar as necessárias autorizações não providenciar as necessárias autorizações de saída para os filhos, em tempo hábil;


j) não frequentar atividades, cursos ou palestras sugeridas como orientação e apoio;
k) não frequentar tratamentos e reuniões terapêuticas sugeridas como apoio;
l) não interferir em situações de risco em que estejam envolvidos seus filhos;
13.2) Atenção: Para todos os casos indicados acima, e com o amparo legal dos artigos 210, 211 e 212 do ECA, recomenda-se os seguintes procedimentos, compreendendo cinco etapas, com a ressalva de que cada
etapa pode ser repetida quantas vezes a escola achar necessário:
1ª - registro dos fatos no Livro de Ocorrências e advertência por escrito, conforme manda o inciso VII do artigo 129 do ECA;
2ª - convocação dos pais ou responsáveis, por escrito, pelo Conselho de Escola ou APM, para orientação e aconselhamento;
3ª - convocação, por escrito, pelo Conselho de Escola ou APM, para orientação e aconselhamento e assinatura do Termo de Responsabilidade a que se refere o inciso I do artigo 101 do ECA;
4ª - em não havendo cumprimento dos compromissos assumidos no Termo de Responsabilidade, convocação, por escrito, pelo Conselho de Escola ou APM, para orientação e aconselhamento e assinatura do Termo de Ajustamento de Conduta a que se refere o artigo 211 do ECA;
5ª - em não havendo cumprimento dos compromissos assumidos no Termo de Ajustamento de Conduta, encaminhamento, por escrito, ao Conselho Tutelar, com todo o histórico e a documentação anteriormente citada.Formulários Obrigatórios que a escola deve dispor:
14.1) os formulários aqui apresentados são de amplo conhecimento da rede pública de ensino e são normatizados pelo Ministério Público do Estado de São Paulo e pelos Conselhos Tutelares. Não há nenhuma objeção, entretanto, que a Unidade Educacional confeccione seu próprio formulário de notificação, respeitando- se sempre o fluxo de encaminhamento que é sugerido na sua regulamentação.

28 de julho de 2011

Projeto: "Sr. Creysson" - Cognatos e Falsos Cognatos


Agora, vou falar sobre um projeto que fiz com as turmas do 1º ano do ensino médio.


Abordando o conteúdo estudado “Cognatos e Falsos Cognatos”, tive a ideia de montar um trabalho usando o “CULSO DE INGREIS DU SEU CREYSSON”A proposta foi:
- Se caracterizar como o personagem Seu Creysson.
- Fazer uma apresentação sobre o Culso Intensilvio de Ingreis du Seu Creysson.
- Corrigir o “curso”, dando os reais significados das palavras (falsos cognatos), com exemplos.



Está cansadio de não saber ingreis?
Põs seus ploblemas se acabaram-se.
Chegou o culso intensilvio de ingreis du seu Creysson.


Os alunos se empenharam ao máximo. Teve Sr. Creysson para todos os gostos e até Srª Creysson!
Meus alunos são criativos demais e muito animados. Parabéns a todos!!

BYTE - agredir
Ex.: Ele sempre byte nela.

DATE - mandar alguém se deitar
Ex.: Date aí!

YEAR - deixar, partir
Ex.: Ela teve que year.

CAN - pergunta feita por quem tem amnésia
Ex.: Can sou eu?

CREAM - roubar, matar
Ex.: Ele cometeu um cream.

CHEESE - penúltima letra do alfabeto
Ex.: Xadrez se escreve com cheese.

FRENCH - dianteira
Ex.: Saia da french, por favor.

DAY - conceder
Ex.: Eu day um presente à ela.

PAINT - objeto usado para desembaraçar cabelos
Ex.: Por favor, me empresta o paint?

FAIL - oposto de bonito
Ex.: Ele é muito fail.

RIVER - pior que fail
Ex.: Ele é o river.

COFFEE - onomatopéia que representa tosse
Ex.: Coffe, coffee, coffee.

TO SEE - o mesmo que coffee
Ex.: Ela desmaiou de tanto to see.

CAN'T - alta temperatura
Ex.: O chá está muito can't.

MORNING - nem can't, nem frio
Ex.: A sopa está morning.

FOUGHT - retrato
Ex.: Vamos tirar uma fought?

TALK - pó branco para bebês
Ex.: O melhor talk é o PomPom.

MICKEY - afirmativo de queimadura
Ex.: Mickey may no ferro.

NEVER - flocos de gelo
Ex.: Gosto de fazer boneco de never.

SAY YOU - mamilos
Ex.: Um say you dela é maior que o outro.

HAIR - marcha de carro
Ex.: Ele engatou a marcha hair.

ICE - expressão de desejo
Ex.: Ice ela me desse bola!

BEACH - afeminado
Ex.: Ele é meio beach.

DARK - palavra usada em antigo provérbio
Ex.: É melhor dark receber

MONDAY - ordenar
Ex.: Ontem monday lavar o carrro





Você também me encontra aqui!!
Twitter: @genislene




26 de julho de 2011

As aulas de Inglês e a Educação Infantil

É impressionante ver como as crianças da Educação Infantil gostam das aulas de inglês.
Enquanto muitos adolescentes e adultos acham chato estudar inglês, as crianças adoram!
Engraçado é ver quando meus pequeninos alunos me encontram fora da escola e logo gritam "Hello!” "Bye bye!" e fazem questão de demonstrar o que aprenderam e falam para os pais "Minha tia de inglês!"
Gosto muito de trabalhar com essa faixa etária, mas é uma turminha que requer um olhar todo especial e um planejamento muito organizado e criativo.
O conteúdo deve ser apresentando, sempre que possível, através do uso de objetos referidos, autênticos e de forma interessante e significativa para cada faixa etária. Utilizamos jogos, histórias, dramatizações, vídeos, músicas, entre outros que ajudam na fixação do vocabulário, pois quanto mais a criança é exposta a uma palavra maior será a retenção da mesma.
Jogos variados, como memória, bingo, são usados para manter a motivação e o interesse das crianças. A música é um instrumento muito válido e eficaz para fixação dos sons, é utilizada acompanhada de movimentos ou simplesmente para relaxar. As histórias são perfeitas para se introduzir novas palavras. Exercícios áudio-visuais são importantes para a criança ouvir, reconhecer e repetir o som que desejamos ensinar.


Créditos: Peixinho Dourado

25 de julho de 2011

O que qualifica um bom projeto?


Os projetos podem ser elaborados segundo diversas formas, entretanto, é preciso que nelas estejam garantidos alguns aspectos que qualificam um bom projeto. São eles:

- O objetivo do projeto é claro e sua justificativa é coerente com este.
- A professora conhece o assunto que se pretende estudar, ou busca conhecê-lo previamente.
- Os recursos e os materiais sobre o assunto estão selecionados e disponíveis na hora do trabalho.
- A professora sabe - a partir do levantamento dos conhecimentos prévios - o que os alunos conhecem e desconhecem sobre o conteúdo em questão.
- O conteúdo do projeto é significativo em si (porque permite o estabelecimento de grande número de relações) e é significativo para as crianças (porque admite que elas coloquem em jogo, para estudá-lo, tudo o que sabem, podendo avançar além do já sabido).
- Os alunos conhecem e compartilham o objetivo do projeto.
- As especificidades do conteúdo em questão estão contempladas nas etapas do projeto.
- Há nele continuidade educativa, isto é, encadeamento significativo de suas etapas, em complexidade crescente.
- As atividades prevêm orientações didáticas específicas para aquele objeto de conhecimento.
- O projeto favorece a interação entre os alunos como importante fator de aprendizagem.
- O projeto amplia a compreensão do aluno sobre si e sobre o meio cultural.
- O tema e os desdobramentos do projeto estão incluídos em práticas sociais concretas.
- O projeto apresenta suas orientações didáticas com suficiente clareza, a ponto de poder ser reproduzido.
- O projeto é composto de atividades desafiadoras que promovem a ação mental dos alunos e possibilitam diversidade de estratégias em suas produções.
- A professora conduz o projeto de forma suficientemente flexível para abrir mão de alguma etapa prevista e incorporar novas etapas, considerando as necessidades de aprendizagem dos alunos.
- O produto final do projeto dá visibilidade aos processos de aprendizagem e aos conteúdos aprendidos.

(Equipe técnica Crecheplan-Texto publicado no jornal Por um triz em julho/1996)
Um bom projeto gera situações de aprendizagens ao mesmo tempo reais e diversificadas e possibilita aos alunos opinarem,decidirem e construirem sua autonomia.O aluno faz parte do projeto como um ser participativo e crítico e não mais como alguém que somente recebe e armazena conhecimento sem significado para ele!



24 de julho de 2011

A natureza dos números




Olá pessoal,
Essa semana estive visitando alguns blogs que admiro bastante e lá no blog EDUCATUBE, que tenho muita estima, encontrei este belíssimo vídeo.
O caro amigo José Antônio recebeu a indicação deste vídeo via facebook em resposta a  publicação do vídeo  Uma "simples matemática" ou A vida passa como um filme?

Não pude resistir e decidi compartilhar com vocês, aqui do Educação em foco, esta maravilha de vídeo.  Ele é um pequeno filme inspirado em números, geometria e natureza e foi criado pelo espanhol Cristóbal Vola, em Zaragoza, Espanha no ano de 2010.
(http://www.etereaestudios.com/movies/nbyn_movies/nbyn_mov_youtube.htm).
A música chama-se Often a Bird, de Wim Martens.

Realmente, uma indicação fantástica que nos remete a grandiosidade da matemática e nos faz pensar e relembrar o quanto os números fazem parte de nossas vidas, mesmo,  que quase sempre, nos esqueçamos disso.
E agora fica a pergunta...   O que nós professores temos feito com a matemática em nossas salas de aula? Será que temos conseguido mostrar aos nosso pequenos a grandiosa harmonia que existe entre a vida e os números? 


Pense Nisso

22 de julho de 2011

ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente - Parte 3

Estatuto da criança e do adolescente - Parte 1 - Parte 2 - Parte 3
Beijocas
Cris Chabes


8) Autorização de saídas de alunos e alunas:
8.1) não são válidas as autorizações genéricas apresentadas pela escola no início de ano para assinatura dos pais e responsáveis, autorizando as saídas durante o ano inteiro.
8.2)a escola precisa aprender a se planejar, e os planejamentos das atividades extracurriculares, visitas monitoradas e passeios que requerem a saída do aluno ou da aluna da jurisdição da Unidade Educacional, precisam estar previamente indicadas no Plano Escolar. Se o planejamento não puder ser anual, que seja semestral ou bimestral, mas que os pais, mães ou responsáveis saibam previamente para que atividade, local, dia e horário
estão concedendo a autorização;
8.3) planejamento das saídas inclui indicação de dia e horário, ponto de partida e ponto de chegada, trajeto a ser seguido, identificação do transportador e do veículo, indicação dos professores responsáveis e dos monitores e eventuais custos. Sem o planejamento prévio, é mais prudente
que, para cada saída, seja solicitada uma autorização;
8.4)a autorização de saída tem o valor de uma transferência de guarda: os pais ou responsáveis, ao assinarem a autorização de saída, estão como que transferindo provisoriamente a guarda de seus filhos para a escola; esta,
ao contratar um transportador, torna-o corresponsável pela guarda durante o trajeto de ida e volta, sendo que os professores e monitores respondem pela escola enquanto os alunos estiverem em trânsito fora das dependências
da mesma;       
8.5) professores(as) e monitores(as) devem ter consciência quanto às suas limitações físicas e humanas para tomar conta de um grupo grande de crianças circulando em ruas e espaços públicos, e exigir da escola que haja uma
relação adequada entre adultos/crianças.
8.6) a regra de ouro a ser considerada aqui é que, enquanto não acontecer nenhum incidente ou acidente grave, ninguém notará ou prestará atenção a esses procedimentos. Entretanto, eles serão minuciosamente checados pelo Conselho Tutelar, pelo Ministério Público, pela polícia e por advogados, quando uma fatalidade acontecer e for necessário identificar os responsáveis.
9) Transporte Escolar:
9.1) Escola Pública Municipal deve, preferencialmente, aderir ao Programa de Transporte Escolar Municipal Gratuito (Vai e Volta), regulamentado pela Lei 13.697, de 22 de Dezembro de 2003, com prévia autorização dos pais e/
ou responsáveis. Escolas que queiram se utilizar de transportadores particulares para transporte de seus alunos, precisam adotar alguns procedimentos para se resguardar de suas responsabilidades e do poder público, em caso de incidentes ou acidentes envolvendo crianças
e adolescentes;
9.2) a regra de ouro a ser considerada aqui também é que, enquanto não acontecer nenhum incidente ou acidente grave, ninguém notará ou prestará atenção a esses procedimentos. Entretanto, eles serão minuciosamente checados pelo Conselho Tutelar, pelo Ministério Público, pela polícia e por advogados, quando uma fatalidade acontecer e for necessário identificar os
responsáveis;
9.3) não é prudente a escola contratar um transportador diferente para cada saída dos alunos da Unidade Educacional, pois os procedimentos e providências a serem tomadas em relação a cada veículo e a cada motorista,
são exatamente os mesmos caso ela fosse contratar um transportador para um bimestre, um semestre ou um ano inteiro;
9.4) escola pública precisa fazer a seleção de transportadores escolares por meio de tomada de preços, que deve ser previamente publicada por meio de edital de convocação. Os candidatos a transportadores, para se habilitarem à
concorrência pública, precisam apresentar toda a documentação de fiscalização do veículo e do condutor, inclusive atestado de antecedentes criminais deste. O Conselho de Escola precisa ser criterioso na análise da documentação
apresentada, pois o transportador selecionado passará a dividir a responsabilidade pelos alunos com a escola quando estiverem em trânsito fora da Unidade Educacional, inclusive no trajeto casa/escola.

20 de julho de 2011

Projeto: Quem foi Freddie Mercury?

O livro de Inglês do segundo ano traz um texto sobre Freddie Mercury (Queen). O texto apresenta um assunto polêmico, importante e que desperta interesse aos jovens AS DROGAS.


Freddie Mercury ficou conhecido por sua marcante voz e gravações de sucessos inesquecíveis, mas teve sua carreira interrompida, morrendo precocemente, e um dos motivos de sua morte foi o uso de cocaína.


Para valorizar o texto apresentado no livro e envolver os alunos para o tema proposto, foi sugerida a seguinte proposta de trabalho:

- Cada turma foi dividida em 10 grupos.
- Cada grupo ficou responsável em conhecer a vida e obra de Freddie Mercury.
- Foram sorteadas 10 músicas diferentes entre os grupos. Cada grupo deveria apresentar a música de forma criativa, usando diferentes meios de expressão estabelecidos por eles mesmos.
- O único critério exigido por mim foi que todos os grupos deveriam buscar o entendimento da música sorteada e apresentá-la a turma.

Desta forma, os alunos interagiram com um tema delicado a ser tratado, de forma sutil, criativa, envolvendo aprendizado, trabalho em equipe, criatividade e responsabilidade para cumprir o que foi proposto.

Os grupos se empenharam e fizeram belíssimas apresentações. Cada dia que passa me surpreendo mais com a criatividade deles.

Abaixo, postei o texto que veio no livro para conhecimento de todos.

Crazy Love

O autor do texto principal deste texto faz um desabafo, contando fatos de sua vida no passado e no presente. Trata-se de uma narrativa em 1ª pessoa, marcada pela emoção do narrador, que também é o principal personagem.


I met her when I was 16. A common “friend” introduced us. Did she like me? Yes, she did. Did I like her? No, I didn’t like her. I loved her. It was passion, love at first sight. She really drove me crazy. And I didn’t know how to live without her.
But the world didn’t want that love. My parents didn’t approve of it, so I had to see her secretly. And when that became impossible, I didn’t know what to do. I wanted her, I needed her, so when I didn’t have her, things really got out of control. I wrecked the car, I broke all the doors and windows in my room, I almost killed my sister. Why did I do that? I had a passion for her; I went crazy when I didn’t have her.
Today I’m 45. I’m a terminally ill patient in a hospital, and I know I’m going to die pretty soon. There’s no one around me now: no family, no friends and of course she’s not here now.
Did I tell you her name? Cocaine.
I owe her my love, my life, my destruction and my death.
Freddie Mercury


 

2º Ano do Ensino Médio
Professora Genis