30 de abril de 2011

PROJETO: TRÂNSITO


INTRODUÇÃO

O momento em que vivemos retrata em todos os sentidos a busca do ser humano por algo que preencha o vazio resultante deste mundo globalizado que incentiva o consumo excessivo e desfaz valores. No trânsito ele não é diferente, competitivo e cada vez mais egoísta e agressivo. Alguns homens estão usando seus carros como armas e muitos inocentes estão pagando por suas vidas...


O uso do automóvel nos grandes centros brasileiros popularizou-se realmente nestes últimos anos. Embora muitos países possuam mais veículos do que no Brasil, a evolução do automóvel seguiu todos os estágios de crescimento, permitindo uma integração automóvel-pessoa.

Para compensar de um modo geral a discordância entre trânsito e população, tornam-se necessárias campanhas neste sentido. É preciso fazer algo! As famílias e as escolas precisam rever seus valores e suas práticas educativas, como um canal de informações para as crianças.




JUSTIFICATIVA
A maior parte de nossa clientela faz uso dos carros particulares e transportes escolares, os que moram nas proximidades da escola, utilizam as vias públicas para se locomover. Portanto, este projeto vem atender às necessidades da escola e da nova lei que inclui o Trânsito como um dos "Temas Transversais" a ser trabalhado na Educação Infantil.


OBJETIVOS
* Identificar a Educação para o Trânsito como fator de segurança pessoal e coletiva;
* Identificar comportamentos que proporcionem segurança no trânsito e os comportamentos que proporcionem ou comprometem essa segurança;
* Registrar comportamentos dos motoristas e pedestres nas vias públicas;
*Analisar atitudes positivas e negativas, comparando-as com as normas estabelecidas no Novo Código Brasileiro de Trânsito;
* Observar o movimento de pessoas dentro da Escola;
* Analisar a influência do espaço e a direção na circulação interna da Escola;
* Identificar regras de circulação como fatores importantes na ordem e segurança da Escola;
* Identificar o significado da sinalização;
* Descrever a sinalização de trânsito como fator de segurança;
* Interpretar mensagens de sinalização de trânsito;
* Reconhecer as cores dos sinais de trânsito;
* Desenvolver a atenção e a percepção;
* Identificar os principais sinais de trânsito;
* Ensinar obediência à sinalização;
* Trabalhar as virtudes: Paciência, Tolerância , Responsabilidade e Humildade.




ATIVIDADES A SEREM TRABALHADAS
- Debates em rodinhas;
- Passeios o redor da escola para conhecimento das sinalizações (faixas ), placas e semáforos;
- Conhecer e trabalhar as normas e regras existentes na escola;
- Entrevista com guarda de trânsito;
- Textos informativos e ilustrativos com abordagem sobre o assunto;
- Criação de um código escolar para o trânsito nas dependências da escola;
- Poesias, músicas, desenhos , confecção de placas, exercícios avaliativos, maquetes;
- Confecção de murais, palavras cruzadas, mapeamento percurso escola/casa;
- Discussão sobre a importância das regras de trânsito.




RECURSOS
- HUMANOS: alunos, professores, pais, guarda de trânsito.
- MATERIAIS: gravuras, vídeos, recortes, textos informativos, materiais recicláveis, cartazes, dobraduras, colagens, pinturas, livros, revistas, jornais, carros motorizados infantis e velotrol, placas de trânsito.



CONTEÚDOS
- PORTUGUÊS: interpretação de placas de trânsito com os seus significados; debates, vídeos.
- MATEMÁTICA: desenhos geométrico.
- ARTES: cores dos semáforos, faixas educativas, recortes, confecção de meios de transportes (materiais recicláveis).
- HISTÓRIA/ GEOGRAFIA: o trânsito urbano, rural e grandes cidades, noção de espaço das vias urbanas, pedestres e ciclovias.
- CIÊNCIAS: primeiros socorros.



AVALIAÇÃO


Será feita durante todo o desenvolvimento do projeto, considerando:

- Observando a participação, interesse e entusiasmo;
- Resolução de dúvidas;
- Avaliando o desenvolvimento da criatividade dos alunos na confecção de cartazes;
- Avaliação da elaboração de normas e regras estabelecidas pelos próprios alunos, para o trânsito nas dependências escolares;
- Observando as mudanças comportamentais;
- Culminância com a exposição dos trabalhos desenvolvidos pelos alunos;


29 de abril de 2011

O jogo como recurso na educação

O jogo na educação das crianças

No post anterior falei sobre o uso do jogo como recurso na alfabetização. Leia aqui

De acordo com o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil “no ato de brincar, os sinais, os gestos, os objetos, os espaços valem e significam outra coisa daquilo que aparenta ser. Ao brincar as crianças recriam e repensam os acontecimentos que lhe deram origem, sabendo que estão brincando”, em outras palavras, através do brincar, a criança tem em suas mãos a possibilidade de lidar estabelecer relações com os outros e com ela mesma.


Assim, cabe ao professor perceber que a prática pedagógica deve atender às reais necessidades das crianças, porque desde pequenas, elas apresentam atitudes de interesse em descobrir o mundo que as cerca, e podem realmente construir o conhecimento. Portanto,
partindo dessas premissas, o presente artigo busca demonstrar como os jogos estão inseridos no trabalho pedagógico, realizado na Educação Infantil, mais precisamente em uma sala de pré do Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) no município de Imbituva, com alunos de 5 a 6 anos, verificando como eles se manifestam na prática do professor e com quais objetivos.

É evidente que, tanto os jogos quanto as brincadeiras inseridas no contexto escolar, auxiliam na formação integral do educando, que se desenvolve de acordo com os estímulos  vindos da realidade vivenciada. Sendo assim, brincar é indispensável à saúde física, emocional e intelectual de qualquer criança e, se utilizados corretamente, são excelentes instrumentos de aprendizagem. Porém, a introdução destes, no ambiente Pré-escolar, implica em uma revisão de conceitos e atitudes por parte dos educadores. Compara-se por meio das teorias que o brincar é mais do que uma atividade com conseqüências significativas e formativas para a criança.

O valor pedagógico dos jogos é incontestável, as brincadeiras e os jogos são atividades indispensáveis para o desenvolvimento da criança. É por meio do brincar que ela pensa e reorganiza as situações cognitivas que vivencia. Portanto, na Pré-escola, os jogos podem ser utilizados pelo professor de forma espontânea ou dirigida, a fim de propiciar a aprendizagem, tornando-se necessária uma reflexão por parte de todos os sujeitos envolvidos com a Educação Infantil.

Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o jogar e brincar parte integrante da atividade educativa. Brincando a criança desenvolve a imaginação, fundamenta afetos, explora habilidades e, na medida em que assume múltiplos aspectos, fecunda competências cognitivas e interativas”. Nesse sentido, além de possibilitar o exercício daquilo que é próprio no processo de desenvolvimento aprendizagem, brincar é uma situação em que a criança constitui significados, sendo uma forma,tanto para a assimilação dos papéis sociais e compreensão das relações afetivas que ocorrem em seu meio como para a construção do conhecimento.


Segue abaixo uma relação de links que podem contribuir com sua prática na sala de informática de sua escola ou com algumas idéias para suas aulas.



28 de abril de 2011

Sua escola tem lousa digital?

Imagine um professor poder arrastar figuras, recortar, colar, criar exercícios interativos, acessar a internet, abrir arquivos, gravar conteúdos de programas e organizar trabalhos com apenas um toque dos dedos. Pois isso já é possível com as lousas digitais. A tecnologia de última geração chega à Escola Sesi para ampliar ainda mais as possibilidades de ensino e despertar o interesse e a motivação dos alunos.

A lousa digital se parece com uma imensa tela de computador, onde é permitido ao professor, por exemplo, utilizar os materiais de que já dispõe — como suas apresentações de Power Point, por exemplo — e muito mais: navegar na internet durante a aula, utilizar programas em 3D para mostrar as partes do corpo humano, mapas, rios e mares, o movimento de rotação da Terra ou ainda utilizar compasso, régua e transferidor de forma antes inimaginável.
Pode ainda criar ou utilizar jogos e atividades interativas, contando com a participação dos alunos, que vão até a lousa e escrevem nela por meio de um teclado virtual, por meio de uma caneta especial ou ainda pelo computador, onde o que cada aluno faz, digita, é publicado na lousa e em todos os computadores através do compartilhamento de uma sessão.

As imagens são apresentadas aos alunos em tempo real, o que facilita a assimilação. O recurso também permite ao professor salvar a aula que está ministrando passo a passo e arquivar esse material. Assim as aulas podem ser guardadas para sempre e até compartilhada com os estudantes, via e-mail ou disponibilizado na internet. Dessa maneira, os estudantes podem revisar a aula em casa, por exemplo.

Se o professor souber utilizar a lousa digital irá trazer a realidade virtual para dentro da sala de aula, fazendo com que o aluno tenha contato com o que está aprendendo, facilitando muito o aprendizado.


"O equipamento torna as aulas mais interessantes, dinâmicas e não deixa o aluno perder nada que foi dito ou escrito. 
Uma aula coletiva e virtual, mas com aprendizado real.”
Profª Genis




27 de abril de 2011

A IMPORTÂNCIA DO EDUCADOR DA EDUCAÇÃO INFANTIL

         

(IMAGEM DIVULGAÇÃO)
              Ser um educador infantil é uma enorme responsabilidade, ora pois é através desse que as crianças entram em contato após a família. É na escola, como um segundo ambiente socializador que a criança começa a ampliar sua rede de relações e, que através dela e o educador, constrói conhecimentos significativos a seu modo de perceber a vida.
             Já que a educação deve ser considerada um processo de formação contínua, pode-se dizer que tal educador, principalmente por estar lidando com os pequenos, precisa levar muito a sério sua profissão, gostar do que faz e renovar-se á todo momento, pois ensinar e aprender é fundamental como conceito inicial para esse profissional.
             Tal educador tem que possuir um perfil, no qual acredite na transformação, que goste de mudança e que para isso seja eternamente curioso.
             Quem dera se todos os profissionais docentes tivessem uma compreensão e visão homogênea da infância. Talvez seja a multiplicidade de olhares que tornem o ensino interessante e passível de crescimento. Cada teoria também produz um tipo de “olhar” sobre a infância, desde os que apenas acham que ser criança é apenas mais uma de tantas etapas de nossa vida, até aqueles que procuram na infância toda a origem de quem somos agora.
            Sendo o adulto alguém que a criança instintamente tenta imitar, cabe ao educador ser possuidor de um carinho imenso com seus alunos, pois é através de um olhar, do toque que muitas crianças revelam suas emoções de tristeza e alegria. Primordialmente, além de todo conhecimento que se tenha a partir da teoria, a prática do educador infantil será grandiosa quando puder contribuir de forma ativa no crescer e desenvolver de atitudes de respeito e afeto das crianças.
 Celso Antunes diz:
 “Que sejam desafiadores, inquietos, responsáveis e sobretudo estudiosos para que se mantenham sempre ao lado dos avanços científicos da neurologia, pedagogia, psicologia e psicopedagogia e que saibam transpor essas conquistas para sua ação junto às crianças.
 Que dominem estratégias de ensino que possibilitem que as crianças ensaiem, estruturem projetos, façam explorações, elaborem hipóteses, desenvolvam conjeturas que as ajude a sair do egocentrismo, jamais incutindo conhecimentos, mas intermediando a construção de conceitos e de significações;
 Que seja um (a) especialista em jogos, mas que os descubra não como elemento apenas de recreação e lazer, mas como ferramenta usada pela mente para explorar todas as inteligências e para transformar de forma significativa a maneira de pensar da criança;
 Que seu olhar sobre o desenvolvimento humano não seja de apenas encanto e jamais de infantilização, mas de integral comprometimento com a profissão, com as conquistas da ciência e com o trabalho”.
 Portanto, o papel do professor abrange mais do que a rotina de sala de aula, mas completa-se pelo cuidado do professor em relação ao seu aluno. Partindo desta ideia, é possível perceber a necessidade do professor ter um olhar zeloso sobre a criança, um olhar que o acompanhe em casa, no pátio da escola, nos corredores da escola e principalmente dentro da sala de aula. Para tanto, é necessário que haja envolvimento, afeto, dedicação, pois somente assim formar-se-á cidadãos mais reflexivos que contribuirão para uma sociedade melhor.
Que eu nunca perca o foco de ter um olhar sensibilizado sobre meu aluno.
Regina Gregório
Referencia: Educação infantil: prioridade imprescindível Celso Antunes

Por uma Infância sem Racismo!


Como professores, devemos nos mobilizar a favor dessa campanha!
Equipe de Educadores.


25 de abril de 2011

Projeto Brincadeira é coisa séria

Como já falei em textos anteriores, considero o brincar como uma das maiores fontes de aprendizagem na Educação Infantil e como algumas brincadeiras acabaram ficando esquecidas,  percebi a necessidade de resgatar alguns brinquedos e brincadeiras divertidas e que não precisam de grande investimento financeiro. 
Listamos as brincadeiras preferidas de cada um e depois para compararmos, enviei uma entrevista para ser feita com os avós.
Eles trouxeram as brincadeiras preferidas do tempo dos avós e partindo disso, iniciamos um grande estudo sobre cada brinquedo ou brincadeira citada! Falamos sobre peteca, pião, cavalo-de-pau, pipa, cinco-marias, pula-carniça, amarelinha, boneca de pano, bolinha de gude e outros.
Confeccionamos alguns utilizando sucata. Li várias poesias do livro "Saco de brinquedos" de Carlos Urbin.
Abaixo, alguns momentos de construção do projeto:
peteca feita de jornal e eva

cinco-marias

cavalo-de-pau

pião feito com cola colorida

comparando o pião de madeira e o de plástico

gráfico com o resultado da entrevista com os avós 
O projeto ainda está em processo,assim que terminar coloco todas as etapas aqui no blog.

Boa semana a todos!
Professora Melissa
http://professoramelissa.blogspot.com/

24 de abril de 2011

PEDAGOGIA SOCIAL: DE RUA



Olá Queridos,
Em primeiro lugar gostaria de pedir desculpas por não ter postado semana passada! tive alguns contratempo e acabei me enrolando por aqui. Mas prometo que isso não acontecerá novamente! 
Bom... Seguindo o nosso programa falaremos hoje da Pedagogia Social. Eu particularmente adorei saber um pouquinho mais sobre esse assunto espero que vocês gostem também!



Acredita-se que esse tipo de pedagogia exista muito antes de a escola formal ser sistematizada porém, o conceito de Pedagogia Social só surgiu por volta dos anos de 1900.
No Brasil na década de 60, tivemos grandes modelos de Educação Popular com a abordagem teórica desenvolvida por Paulo Freire para a Educação de Jovens e Adultos, por exemplo. Mas, esse tipo de movimento se intensificou somente na década de 80 e 90 quando se percebeu  um aumento significativo de crianças e jovens inclusos no mercado de trabalho. Fato que contribuiu para que a escola deixasse der ser o foco de suas vidas.


Com educação de lado, a rua passa a ser o preenchimento de tempo desses jovens. Assim, surge a pedagogia social, com o intuito de resgatar essas crianças ao ambiente escolar possibilitar que tenham acesso à educação, direito que sabemos, é garantido pelo Estatuto da criança e do adolescente.
Segundo  Paiva, no artigo: Educação de Rua: (im)possibilidades de inclusão:

A pedagogia social tem por objetivo a educação social, dirigida a sujeitos em condições sociais conflitantes e que por esta razão possuem necessidades educativas especiais. É enfim, uma pedagogia dirigida aos necessitados socialmente, que tem sua cidadania adulterada, intervém de maneira empática nesse processo nos espaços não escolares, não formais, praticando uma escuta empática dentro do contexto sócio-histórico em que o educando encontra-se inserido. A pedagogia social tem como objetivo o desenvolvimento humano intermediado pela prática educativa, seus destinatários são os indivíduos ou grupos em situação de conflito social.


Com o surgimento desse novo tipo de pedagogia, também surgiu a necessidade de formar educadores especializados para atuar junto a essa parcela. Educadores que entre outras atividades fossem capacitados para dar orientação e apoio sócio familiar e sócio-educativo em meio aberto.
Cabe ao pedagogo social, também, a responsabilidade de pensar em um  trabalho que ao mesmo tempo seja político, ideológico e pedagógico. Para que isso ocorra esse educador precisa escutar/entender a realidade dos educandos.  Seu papel é orientar a aprendizagem a partir do saber que o aluno já possui e seu planejamento deve ser feito a partir daquilo que escuta desses meninos e meninas, buscando o desenvolvimento de suas potencialidades.


Ressalta-se ainda que o trabalho do Educador Social exige mais do que interesse e vontade por parte do pedagogo. Para que esse trabalho seja efetivo e apresente resultados ele precisa se abrir para a formação continuada. É primordial que ele busque aperfeiçoamento, pesquisando ampliando seus conhecimentos, sendo crítico e reflexivo.
A Pedagogia Social, portanto, é um meio pelo qual podemos pensar criticamente a nossa realidade, pois  traz à nossa visão os significados sociais que diversos grupos manifestam, fazendo-nos entender que é necessário ter postura de reflexão e comprometimento para que efetivamente algo possa ser mudado na vida dessas crianças, jovens e adolescentes marginalizados.



MACHADO. Profa. Dra. Avelcy Monteiro. Pedagogia e a Educação Social: Educação Não formal. Dissertação (Mestrado em Educação), Universidade Tuiuti do Parana. Paraná.
PAIVA, Jacyara Silva de. (2005). Educação de rua: (im)possibilidades de inclusão. Acedido em 31/03/2011 em file:///F:/opiniao.asp.htm


OLIVEIRA. A. F. de;  FERNANDES, Nelma. PIMENTA, O. R. AGUIAR, R. de F. Flores; NASCIMENTO, R. C. do N.  COSTA, R. D da. SILVA, R. P. da. FERREIRA, Sheila. Pedagogia Social de Rua. Fortium Grupo educacional




Bom feriado a todos





22 de abril de 2011

Sala de Informática

A escola em que trabalho passou por uma reforma enorme em 2010. Pintura externa e interna, troca de piso, colocação de elevador, troca de fiação, telhado, casa d'água e etc. Mas ainda falta muito. É um prédio tombado pelo patrimônio histórico pois tem mais de 50 anos de existência.
Uma sala que ficou pronta e era muito aguardada por alunos e professores era a de Informática.
Computadores colocados estavam a espera de uma licitação para instalação e teste do sistema operacional.
Tudo pronto. Hora de levar as crianças.


Uso do Word para ditado de letras (eu estou com um 1º ano - antigo pré). Uso do paint para aprender mais sobre as formas geométricas e o quanto elas estão presentes no cotidiano. Criar conjuntos e inserir conteúdos matemáticos (quantas peças, separar por cores, contagem, tamanhos, etc)
Então encontrei um site muito legal com centenas de jogos para as mais diferentes idades e conteúdos. Ainda estou aprendendo a montar para gravar em cds e colocar nos computadores, visto que a sala ainda não tem internet, mas vale a dica.

Se alguém da Educação em Foco ou outro visitante tiver mais dicas de jogos e atividades para essa sala, ficarei feliz em recebê-las e poder compartilhar com outras professoras.

Beijocas
Cris Chabes

20 de abril de 2011

A descoberta de uma criança


         Caras educadoras,
Quero justificar minha ausência no blog Educação em Foco e até mesmo no meu blog particular (Compartilhar e Crescer).
Por conta da correria do dia a dia e por estar tentando uma bolsa de estudo (mestrado), deixei a desejar quanto as  publicações das postagens no blog mas peço desculpas à todas leitoras, companheiras e parceiras do blog, pois já estou de volta assumindo o meu compromisso com toda equipe da rede Educação em Foco.

Para essa semana deixo um texto para reflexão: " descoberta de uma criança"


Uma vez um menininho bastante pequeno, que contrastava com a escola bastante grande.
Uma manhã, a professora disse: Hoje nós iremos fazer um desenho.  "Que bom!"- pensou o menininho. Ele gostava de desenhar leões, tigres, galinhas, vacas, trens e barcos.
Pegou a sua caixa de lápis de cor e começou a desenhar.
A professora então disse: Esperem, ainda não é hora de começar!
Ela esperou até que todos estivessem prontos.
Agora, disse a professora, nós iremos desenhar flores.
E o menininho começou a desenhar bonitas flores.
Com seus lápis rosa, laranja e azul. A professora disse: Esperem! Vou mostrar como fazer. E a flor era vermelha com caule verde. Assim, disse a professora, agora vocês podem começar.
O menininho olhou para a flor da professora e depois olhou para sua flor.
Gostou mais da sua flor, mas não podia dizer isso.
Virou o papel e desenhou uma flor igual a da professora. Era vermelha com caule verde.
Num outro dia, quando o menininho estava em aula ao ar livre, a professora disse:
Hoje iremos fazer alguma coisa com o barro. "Que bom"!!!, pensou o menininho.
Ele gostava de trabalhar com barro.
Podia fazer com ele todos os tipos de coisas: elefantes, camundongos, carros e caminhões.
Começou a juntar e amassar a sua bola de barro.
Então, a professora disse:
Esperem, não é hora de começar!    
Ela esperou até que todos estivessem prontos.
Agora, disse ela, nós iremos fazer um prato.
Ele gostava de fazer pratos de todas as formas e tamanhos.
A professora disse: - Esperem! Vou mostrar como se faz. Assim, agora vocês podem começar.       
E o prato era um prato fundo.       
O menininho olhou para o prato da professora e depois par a seu próprio prato. Gostou mais do seu, mas não poderia dizer isso.
Amassou seu barro numa grande bola novamente e fez um prato fundo, igual ao da professora.
E muito cedo o menininho aprendeu a esperar e a olhar e fazer as coisas exatamente como a professora.
E muito cedo ele não fazia coisas por si próprio.
Então aconteceu que o menininho teve que mudar de escola.
Era uma escola ainda maior que a primeira.
Um dia a professora disse: Hoje vamos fazer um desenho.
"Que bom!"- pensou o menininho, esperando que a professora dissesse o que fazer.
Ela não disse, apenas andava pela sala. Então veio até o menininho e disse: Você não quer desenhar? Sim, e o que nós vamos fazer? Eu não sei até que você o faça. Como eu posso fazê-lo? Da maneira que você gostar! E de que cor?
Se todo mundo fizer o mesmo desenho e usar as mesmas cores, como eu posso saber o que cada um gosta de desenhar?
Eu não sei...
Então o menininho começou a desenhar uma flor vermelha com caule verde...

 Autora: Helen Buckley –Tradutora do texto: Regina Gregório
Blog:http://reginapsicopedagoga.blogspot.com

Desejo uma FELIZ PÁSCOA A TODOS.

18 de abril de 2011

Dia Nacional da Literatura Infantil

Aproveitando as comemorações em torno do Dia Nacional da Literatura Infantil, data em que comemoramos o nascimento de Monteiro Lobato, escritor brasileiro que acreditava que "Um país se faz com homens e livros" vou dividir com vocês um lindo trabalho desenvolvido com  crianças da Educação Infantil.
Estudando o Sítio do Picapau Amarelo conhecemos um mundo cheio de encanto, personagens que fizeram parte dos nossos dias e trouxeram a fantasia para o mundo real! Um trabalho delicioso e envolvente, que culminou com uma visita a um Sítio em Vargem Grande(RJ).

Saci feito com potinhos de yakult,pintados e enfeitados pelas crianças 

Confecção da boneca Emília

Saci feito com caixinhas de leite

Encontrando os personagens do Sítio

15 de abril de 2011

Refletindo sobre a Violência na Escola no Rio!

Depois do que aconteceu na Escola Municipal no Rio de Janeiro, onde um jovem entra na sala de aula e dispara contra crianças inocentes, mais uma vez nos perguntamos o que está acontecendo com nossa sociedade. Será que esse jovem que cometeu tamanha brutalidade contra os jovens daquela escola municipal também sofreu alguma forma de agressão física ou moral quando era um aluno.

Nada do que ele fez justifica o fato, mas é o momento de olharmos para nossos alunos com mais atenção e perceber pequenos sinais desse e de outros tipos de violência que possam no futuro levá-los a cometer atos de violência contra si e contra os outros.

Abraços
Cris Chabes

Segue um texto sobre bullying e algumas dicas de como proteger nossas crianças contra esse mal.

Ao tomar conhecimento que o seu filho está sofrendo intimidações, leve a sério e inicie um plano para orientá-lo a lidar com isso. Afinal enquanto mãe/pai é sua responsabilidade ensinar o seu filho como proceder. Aqui vão algumas dicas:

1. Parta para ação, não fique parada nem esperando a situação agravar-se

2. Ensine seu filho pelo exemplo. Pesquisas demonstram que criança que presenciam violência e agressão no lar são mais propensas a serem vítimas de bullying, ou ainda tornarem-se o `valentão`que intimidará outras pessoas.

3. Dê ao seu filho as pistas de como identificar o que é intimidação verbal, e física, assim ele saberá identificar quem não deve ser escolhido para amigo.

4. Crie um ambiente que ajude seu filho a construir amizades. Os `valentões`geralmente focam naquelas crianças mais arredias, tímidas e sem amigos. Assim, você estará protegendo seu filho se ajudá-lo a ter bons amigos.

5. Pratique com o seu filho, como ele deve lidar com algumas situações de intimidação, caso elas ocorram. Lembre-se de praticar para que seu filho veja o jeito certo e errado de lidar com uma situação difícil.

6. Oriente seu filho a sempre buscar a ajuda de um adulto nestas situações. Deixe a Professora informada do que está ocorrendo para que ela possa lidar adequadamente com a situação.

7. Ajude seu filho a construir e elevar a auto estima, pois crianças com auto estima dificilmente deixam-se impressionar por intimidações. Por isso tenha sempre palavras positivas para o seu filho, motive-o, celebre os sucessos dele, esteja sempre pronta a apoiá-lo, alegre-se com os talentos e habilidades dele. Faça-o sentir-se seguro e acolhido.

Lembre-se, o bullying ocorre porque os `valentões` sabem detectar os pontos fracos dos outros. Eles observam as crianças que apresentam dificuldade de se relacionar, de fazer amizades, descobrem aquelas que mostram-se inseguras e que querem agradar a todo custo.
Por isso não deixe o caminho aberto para os `valentões`humilharem o seu filho, feche essas brechas alimentando a auto estima do seu filho, só assim ele ficará imune a esse tipo de agressão.

13 de abril de 2011

Projeto: Corpo Humano

Objetivo: Perceber as mudanças que ocorrem com o corpo humano a partir do nascimento. Desenvolver hábitos saudáveis e de higiene pessoal. Respeitar e incentivar a inclusão social.

Detonador: A aluna Júlia expôs para a turma que gostaria muito de estudar sobre o corpo humano e se poderíamos fazer um projeto sobre esse assunto. Todos os alunos gostaram da idéia de imediato, causando uma grande euforia, lançando assim o projeto Corpo Humano.

O que a turma sabe sobre o assunto?
• Que o corpo é muito importante.
• Que devemos cuidar bem do corpo e da saúde.
• Que sem o corpo não existiria ninguém.

O que queremos saber?
• O que tem dentro do nosso corpo de importante?
• Como é o nosso cérebro?
• Como o cabelo nasce?
• Como a gente nasce?
• Como é formado o esqueleto?
• Quantos ossos tem no nosso esqueleto?
• Por que a orelha é mole?
• Como os dentes nascem?
• Como o corpo se mexe?
• Como o neném vai crescendo dentro da barriga da mamãe?
• Como os órgãos funcionam?
• Como funciona o coração?
• Por que a gente morre?
• Como a gente respira?
• Como a gente escuta, enxerga e fala?

O que podemos fazer? 
• Montar um esqueleto.
• Criar um corpo humano por dentro.
• Desenhos.
• Assistir filmes.
• Uma apresentação para os pais. Um teatro.

Produto Final:
• Apresentação de um teatro para os pais.

Fontes de consulta:
• Livros.
• Revistas.
• Jornais.
• Internet.
• CD-ROM: “Corpo Humano” ( da aluna Renata ).

Avaliação do professor:
• Participação em debates e atividades em grupos.
• Produção de textos sobre o tema.
• Atividades em folhas e livro ( individuais ).

Atividades integradas:
• Língua Portuguesa –
Separação de sílabas – nh, ss, rr.
Substantivos próprio e comum.
Aglutinação de palavras.
Produção de frases e texto.
Texto e interpretação.
Uso da letra H inicial e LH, NH CH.
Características do texto narrativo.
Uso e recursos gráficos na escrita.

• Matemática – 

Seqüência numérica e quadro numérico (0 a 100).
Escrita por extenso dos numerais.
Medidas de comprimento.
Problemas.
Operações usando adição e subtração.

• História – 

Direito à família.

 Ciências Naturais –

Os órgãos dos sentidos
Esporte e saúde.
Cuidados com a alimentação.
Cuidados com o corpo e os dentes.
A higiene do corpo.
Aparelhos digestivo, urinário, respiratório, nervoso.

• Geografia – 

Os direitos e deveres das crianças.
Quem e como eu sou.
Representando o meu corpo.

Espaço Filosófico:

Histórias: “Meu amigo down” – Essas histórias fazem parte de uma coleção muito interessante que conta a história de crianças que nascem com algumas necessidades especiais e a importância de serem respeitadas e incluídas em escolas e ambientes sociais considerados “normais”. 

Obs.: Os alunos gostaram muito, pude desenvolver uma conscientização quanto a respeito com as crianças e pessoas que apresentam características diferentes. O trabalho de leitura e debate se estendeu por três semanas durante o momento de espaço filosófico.
Relaxamento: Fizemos duas seções de relaxamento e ginástica para melhor conhecimento do próprio corpo.

Informática:
Paint: Desenhos sobre o corpo humano.
WordPad: Produção de frases usando a barra de ferramentas formatação.
Banco de palavras: Ditado de nomes dos órgãos.
CD-ROM: “Corpo humano” – Enciclopédia eletrônica.
 


Os conteúdos foram separados de acordo com os livros didáticos adotados pela escola. Tentei escolher os conteúdos que mais se encaixavam com o projeto.


2º de Escolaridade - Professora Genis