28 de fevereiro de 2011

CARNAVAL

Como na próxima semana é Carnaval quero dividir com vocês algumas letras de marchinhas conhecidas que podem ser trabalhadas com as crianças de qualquer idade.
Geralmente escolho duas músicas, falo sobre o Carnaval e a sua importância como expressão da cultura brasileira.Conto histórias de como era o Carnaval antigamente e como é hoje e coloco as famosas marchinhas para ouvirem!
Fazemos a escrita coletiva da música, as crianças leêm mesmo sem saber ler,acompanham a escrita da música,identificam palavras conhecidas e ilustram.



ABRE ALAS
(Chiquinha Gonzaga, 1899)

Ó abre alas que eu quero passar
Ó abre alas que eu quero passar
Eu sou da lira não posso negar
Eu sou da lira não posso negar

Ó abre alas que eu quero passar
Ó abre alas que eu quero passar
Rosa de ouro é que vai ganhar

Rosa de ouro é que vai ganhar

ALLAH-LÁ-Ô
(Haroldo Lobo-Nássara, 1940)

Allah-lá-ô, ô ô ô ô ô ô

Mas que calor, ô ô ô ô ô ô
Atravessamos o deserto do Saara
O sol estava quente
Queimou a nossa cara

Viemos do Egito
E muitas vezes
Nós tivemos que rezar
Allah! allah! allah, meu bom allah!
Mande água pra ioiô
Mande água pra iaiá
Allah! meu bom allah

CHIQUITA BACANA
(Braguinha-Alberto Ribeiro, 1949)

Chiquita bacana lá da Martinica
Se veste com uma casa de banana nanica

Não usa vestido, oi! não usa calção
Inverno pra ela é pleno verão
Existencialista com toda razão
Só faz o que manda o seu coração, ôi!
A JARDINEIRA
(Benedito Lacerda-Humberto Porto, 1938)

Ó jardineira porque estás tão triste
Mas o que foi que te aconteceu
Foi a camélia que caiu do galho
Deu dois suspiros e depois morreu

Vem jardineira vem meu amor
Não fiques triste que este mundo é todo seu
Tu és muito mais bonita
Que a camélia que morreu

MAMÃE EU QUERO
(Jararaca-Vicente Paiva, 1936)

Mamãe eu quero, mamãe eu quero
Mamãe eu quero mamar
Dá a chupeta, dá a chupeta
Dá a chupeta pro bebe não chorar

Dorme filhinho do meu coração
Pega a mamadeira e vem entrá pro meu cordão
Eu tenho uma irmã que se chama Ana
De piscar o olho já ficou sem a pestana


Neste site você encontra algumas marchinhas para baixar: 

Sugestões de atividades  retiradas do blog:  http://alfabetizandocommonicaeturma.blogspot.com


Professora Melissa

27 de fevereiro de 2011

VAMOS CONVERSAR, PROFESSOR?

 Olá queridos,
Fazia algumas pesquisas para a faculdade, sobre o livro Sete Saberes de Edgar Morin, quando me deparei com esse vídeo. Achei interessante a temática trabalhada e por isso resolvi compartilhá-lo com vocês.



O que será que nossos alunos iriam nos diriam 
se nos convocassem para uma conversa como essa?
Aguardo sua opinião!

Boa semana!
Profª. Vanessa


26 de fevereiro de 2011

Psicomotricidade Infantil



Bom, posso dizer a vocês que este tema me encanta! 

A psicomotricidade, uma palavra que se parece difícil na pronuncia mais que na verdade é a junção da afetividade+desenvolvimento motor + desenvolvimento cognitivo (raciocínio). 

É o base da educação e o desenvolvimento da criança.



Todo o bom professor sabe que os estimulos do movimento da criança aliado ao afeto é a certeza que se vai construir uma base sólida de desenvolvimento integral da criança para toda a vida, por isso que não tem como desvincular educação infantil do coração e para quem gosta dessa area sabe-se que o amor é a base de tudo.

Abaixo coloquei para vocês um texto que explica a base da psicomotricidade na educação infantil, leiam que pode auxiliá-los no desenvolvimento das atividades em sala de aula.


A psicomotricidade é uma técnica que procura destacar a relação existente entre a motricidade, a mente e a afetividade facilitando a abordagem global da criança.

1. Esquema corporal

Ao conhecimento intuitivo, imediato, que a criança tem do próprio corpo, capaz de gerar nela as possibilidades de atuar sobre as partes do seu corpo, sobre o mundo exterior e sobre os objetos que a cercam denomina-se esquema corporal.

A própria criança percebe-se e percebe os seres e as coisas que a cercam, em função de sua pessoa. 

Sua personalidade se desenvolverá graças a uma progressiva tomada de consciência de seu corpo, de seu ser, de suas possibilidades de agir e de transforma o mundo á sua volta.

A criança se sentira bem á medida que seu corpo lhe obedece, que o conhece bem, que pode utiliza-lo não somente para movimentar-se, mas também para agir. 


2. Coordenação dinâmica geral

É constituída de exercícios de equilíbrio, que é a base essencial da coordenação dinâmica geral.

Os exercícios de equilíbrio têm como finalidade melhorar o comando nervoso, a precisão motora e o controle global do deslocamento, do corpo no tempo e no espaço.


3. Coordenação visomotora.

Os exercícios de coordenação visomotora têm como finalidade o domínio de campo visual, associado à motricidade fina das mãos, dois elementos básicos para o grafismo.

São exercícios extremamente atraentes á criança, pois são apresentados em forma de jogos de bola. Onde a destreza, o controle muscular (força) e a leveza manual solicitada pelo grafismo. 


4. A lateralidade 

Durante o crescimento, naturalmente se define o domínio lateral na criança: será mais forte, mais ágil do lado direito ou esquerdo. A lateralidade corresponde a dedos neurológicos, mas também é influencia por certos hábitos sociais.

Não devemos confundir lateralidade (domínio de lado em relação ao outro, em termos de força e da precisão) e conhecimento “esquerdo-direito’’(domínio dos termos “esquerda” e “direita”).

O conhecimento “esquerdo-direito” decorre da nação de domínio lateral. 

É a generalizão da percepção do eixo corporal, de tudo o que cerca a criança:esse conhecimento será mais facilmente aprendido quanto mais acentuada e homogênea for a lateralidade da criança.

Como efeitos, se a criança percebe que trabalha naturalmente com aquela mão guardará sem dificuldades que “aquela mão” é à esquerda ou à direita.

Caso haja hesitação na escolha da mão, a noção de “esquerda-direita’’ não poderá fiema-se com segurança. 

Da mesma forma, em caso de lateralidade cruzada, a criança confundirá facilmente os termos “esquerda” e “direita”.

Por ser ora forte do lado direito (por exemplo o pé), ora mais forte do lado esquerdo (a mão).

O conhecimento estável de esquerda e de direita só é possível aos 5 ou 6 anos, e a reversibilidade (possibilidade de reconhecer a mão direita ou a mão esquerda de uma pessoa a sua frente) não pode ser abordada antes dos 6 anos, 6 anos e meio, de fato, esse estudo procede os de simetria em orientação especial.


5. Organização e estrutura espacial

É a orientação, a estruturação do mundo exterior referindo-se primeiro ao seu referencial, depois a outros objetos ou pessoas em posição estática ou em movimento.


A estrutura espacial significa:

*A tomada de consciência da situação de seu próprio corpo no meio ambiente, isto é, de lugar e da orientação que pode ter em relação as pessoas e coisas :

*A tomada de consciência da situação das coisas entre si ;

*A possibilidade de organiza-se perante o mundo, que a cerca, de
organização as coisas entre si, de colocá-las em um lugar, de movimentá-las.

A todo instante, a criança encontra-se em um espaço bem precioso, onde lhe é solicitada:

*Que se situe (está sentada em uma cadeira, diante de uma mesa):

*Que situe um objeto em relação ao outro (a vasilha de tinta encontra-se ao lado de sua folha, o pincel está dentro da vasilha de tintas):

*Que se organize em função do espaço de que dispõe (espontaneamente a criança desenha um sol no canto superior da folha, uma casa no meio e uma árvore á direita da casa);

*A estruturação especial, portanto, é parte integrante de nossa vida; alias, é difícil dissociar os três elementos fundamentais da psicomotricidade corpo, espaço tempo e, quando operamos com toda dissociação, limitamo-nos a um aspecto bem preciso e restrito da realidade.


25 de fevereiro de 2011

Arte e Geometria na preparação dos alunos para o Saresp

Professora de Arte usa geometria na preparação dos alunos para o saresp – Texto publicado no jornal do CPP 02/2011
No período de junho a outubro de 2010, a professora Rosana Padilha desenvolveu com seus alunos o projeto “Arte e Geometria” com o objetivo de preparar os alunos para o saresp. O projeto foi desenvolvido nas escolas estaduais Fernandes Soares e Cronista Rubem Braga, ambas da diretoria de ensino Leste 2.
Para mostrar ao aprendiz que a Arte e a Geometria fazem parte da nossa vida, do nosso cotidiano
a professora usou estratégias que vão desde a escrita e a leitura como também a interpretação das definições geométricas (oral, visual, contextual) até a exibição de vídeo com as pirâmides do Egito. Usou também imagens de obras de arte de Tarsila do Amaral, Milton da Costa, Emílio Pettoruti e Fortunato Lacámera.
Como resultado do projeto, foi confeccionado um calendário do ano de 2011, com releituras de obras de arte dos artistas citados. Os alunos tiveram participação continua, tanto individual como em grupo.
“Acredito no potencial das crianças, percebo o quanto tenho que me preparar para ensinar. Todos aprendem e são muito inteligentes. Fico surpresa com as perguntas que me fazem durante as aulas. Se o professor tem um conteúdo significativo para ensinar, o interesse e a participação dos alunos é geral.” Enfatiza a professora Rosana.

24 de fevereiro de 2011

Bolo de Frutas

Com a novidade da Tia Genis (euzinha) grávida, não poderia deixar de trabalhar a letra B(BEBÊ) e montar com as crianças o BANCO DE PALAVRAS DA LETRA B.
Surgiram várias palavras: BABÁ, BOLO, BACIA, BAMBOLÊ, BEIJO, BAÚ, BONECA etc.
A mãe de uma aluna, já fazia um tempinho, queria levar um BOLO para as crianças para fazer uma Confraternização. Então, sugeri que ela levasse depois de montarmos o BANCO DE PALAVRAS para poder ser uma atividade significativa, trabalhando a palavrinha BOLO.
Ela levou o BOLO numa segunda-feira. Contou para as crianças como o BOLO tinha sido feito e as crianças adoraram... Fora o cheirinho que contagiou toda a sala!
O BOLO tinha frutas variadas e aproveitei para ampliar o vocabulário das crianças com as atividades propostas abaixo, depois de saborearmos o delicioso BOLO DE FRUTAS:
- escrever e desenhar todas as frutas que tinha no BOLO
- construir um texto coletivo sobre o DIA DO BOLO
- escrever outras palavras com a letra B de BOLO
- escrever outros sabores de BOLO que gostamos
Foi um dia diferente, gostoso e com muita aprendizagem!



Um super  beijo e paz! ♥
Profª Genis.

Twitter: @genislene



23 de fevereiro de 2011

Reunião de Pais

Relato de experiência

        Sempre organizo a primeira Reunião de Pais das crianças das minhas turmas de alfabetização com muito cuidado e carinho e um dos motivos é que esses pais estão ansiosos e cheios de questionamentos, angustiados, mesmo. Querem (e com razão) saber como será o dia-a-dia da criança, como o aprendizado será direcionado, que tipo de atividades serão propostas, que metodologia a professora utilizará, como será a avaliação, etc. Na minha trajetória como alfabetizadora já cometi muitos erros e um deles, foi ignorar por um longo tempo esse “período de adaptação dos pais”. Sim, porque, se a criança precisa adaptar-se, a família, também!
         Após muita frustração por não receber a atenção que eu gostaria nas reuniões, entrevistas ou conversas com as famílias em minhas turmas de alfabetização comecei a entender que era preciso mudar a forma como me aproximava deles. Da mesma formo como eu agia com as crianças, notei que era preciso tranqüilizar os pais, esclarecer as dúvidas, conversar com eles a respeito do que compreendiam e o que esperavam da escola , qual sua visão de aprendizagem, o que esperavam de seus filhos e de mim como professora. Minha preocupação me levou a ler muito e conversar com a equipe Pedagógica. Cheia de dicas, Comecei transformando as entrevistas individuais e as reuniões em momentos organizados de esclarecimentos e troca de informações. Aprendi a organizar pauta e me organizar dentro de um determinado tempo. Passei a utilizar imagens de produções dos meus alunos utilizando-as como “gancho” (sempre positivo) para algum comentário ou assunto. Confesso que não ocorreu o “milagre” que eu esperava, mas desde que comecei a agir assim , notei uma maior participação das famílias na escola.

            Hoje,já passado algum tempo desde que me dispus a repensar minhas reuniões, creio é preciso seguir alguns passos para que ela seja satisfatória:

.Apresentação: brevíssimo relato de sua trajetória profissional, (caso for a primeira reunião do ano) ou momento  de conversa informal.
.Acolhida ou Momento de reflexão: (uma mensagem com música e imagem relevante com o assunto cai bem! Cuidado para não ser muito longa).
.Pauta: (que assuntos serão tratados e em que ordem). Evite ser repetitiva, seja direta e objetiva. Mas lembre-se: existem maneiras e maneiras de abordar todo o tipo de assunto. A forma como você fala determina a reação de quem escuta. Outra coisa, em reuniões gerais, não é ético tratar assuntos específicos de determinado aluno, prefira chamar a família individualmente, em outro dia. Isso preserva a criança e é uma demonstração de respeito.
.Culminância: (pode ser um momento relax com um café ou chá e distribuição de uma pequena mensagem escrita com um mimo; uma mostra de trabalhos realizados pelas crianças ou ainda uma canção ou poesia gravada em DVD, onde os alunos se apresentam...). Isso aproxima a família da escola e mostra a eles, como suas crianças são capazes de realizar coisas maravilhosas.

                  Com certeza não existe uma receita milagrosa, mas ações possíveis, e essa, é uma ação que está dando certo. Obrigada pelo carinho ao lerem este meu relato até aqui! Gosto de falar das minhas experiências porque  assim, me permito  receber outras sugestões, relatos de colegas que fizeram coisas diferentes que deram certo... por isso, opinem, critiquem, dêem sua opinião!

beijinhos!

21 de fevereiro de 2011

Experiências científicas na Educação Infantil

 O ensino de Ciências também acontece na Educação Infantil e se dá principalmente na realização de experiências científicas de fácil manuseio!
Já fiz várias experiências com meus alunos com o objetivo de  estimular a elaboração de hipóteses das crianças, desenvolver e aguçar a curiosidade.
Ao iniciar qualquer experimento científico, pergunto às crianças o que elas acham que vai acontecer e anoto as observações feitas. Depois comparo o experimento e os resultados. É incrível como muitas vezes as crianças já sabem o que vai acontecer.O valor de fazer o experimento é validar e quantificar o que muitos deles já observaram. Após o término do experimento fazemos a revisão do que foi escrito  para mostrar o que aprenderam; Também peço que ilustrem o momento no caderno.Os conceitos podem ser complexos mas os exemplos simples estão ao nosso alcance!!
As crianças são curiosas e querem saber como as coisas funcionam!
A Ciência é pura diversão!!


O que flutua e o que não flutua 


Registro escrito da experiência "O que flutua e o que não flutua"
  
Observando o gelo colorido derretendo


Cantinho de Ciências
 Outras sugestões de experiências que eles adoraram:


"Garrafa Chuveirinho"
MATERIAL
1. Garrafa de plástico com tampa de rosca
2. Prego
3. Água
4. Tigela

COMO FAZER
1. Encha a tigela de água.
2. Fure a base da garrafa com o prego e a coloque dentro da tigela.
3. Coloque água dentro da garrafa e feche.
4. Segure a garrafa pela boca sem apertá-la e a levante.
O QUE ACONTECE
Mesmo com a garrafa furada, enquanto estiver tampada, a água não cai. Se abrir, a água começa a cair; se fechar, a água pára.

POR QUE ACONTECE?
A pressão atmosférica, que age em todas as direções aplica uma força através dos furos da garrafa e segura a água dentro. Como essa pressão não age diretamente na parte de cima quando está fechada, a água não cai. Mas se destampar, a pressão atmosférica entra em ação e faz a água cair.



"Submarino"
MATERIAL:
1 Copo d'água
1 Garrafa de plástico transparente com água
1 Tampa de caneta sem furo na ponta
Massa para modelar


COMO FAZER:
1-Faça uma bola de massinha
2-Prenda a massinha na parte de baixo da tampa
3-Para saber se a tampa da caneta está correta, coloque-a dentro do copo d'água ( a tampa deverá ficar flutuando na posição vertical; se for preciso, tire ou coloque mais massinha ).
4-Coloque a tampa dentro da garrafa com água

5-Tampe a garrafa


O QUE ACONTECE:
O submarino está flutuando. Mas se você apertar os lados da garrafa, o submarino desce.

POR QUE ACONTECE?
A tampinha só flutua quando está cheia de ar. Quando você aperta a garrafa a água entra dentro da tampinha, comprimindo o ar, assim ela fica pesada e afunda.
A massinha é como se fosse o corpo (tanque) especial que os submarinos têm. Eles enchem o tanque de água, o submarino afunda. Esvaziam o tanque, o submarino sobe.


QUerem mais sugestões de experiências fáceis e divertidas?É só buscar neste site:

http://www.tvcultura.com.br/x-tudo/arquivo/listadeexperiencias.htm

Professora Melissa
http://professoramelissa.blogspot.com/

20 de fevereiro de 2011

OS DIREITOS NATURAIS DA CRIANÇA!


empre leio o Blog da Roseana Murray, e nessa última leitura, ela postou o texto cujo com o título é o tema dessa postagem. Fiquei encantada com o texto, pois ele reforça aquilo que acredito sobre  a educação das crianças.
Fiz uma pequena pesquisa sobre o autor do texto,  mas  ainda não encontrei. Dizem que  foi escrito por Rubem Alves, mas o blog do Colégio Friburgo, nos diz que não, que esse texto foi publicado em um congresso onde o Rubem também estava. 
Ufa!
Depois das explicações, vamos ao texto, pois ele sim nos interessa, e  muito, independente de sabermos quem foi o felizardo e/ou abençoado que o escreveu.
Não é verdade?

OS DIREITOS NATURAIS DA CRIANÇA

                                  

 DIREITO AO ÓCIO:
Toda criança tem o direito de viver momentos de tempo não programados pelos adultos.






DIREITO A SUJAR-SE:
Toda criança tem o direito de brincar com a terra, a areia, a água, a lama, as pedras





DIREITO AOS SENTIDOS:
Toda criança tem o direito de sentir os gostos e os perfumes oferecidos pela natureza.






DIREITO AO DIÁLOGO:
Toda criança tem o direito de falar sem ser interrompida, de ser levada a sério nas suas idéias, de ter explicações para suas dúvidas e de escutar uma fala mansa, sem gritos.






DIREITO AO USO DAS MÃOS:
Toda criança tem o direito de pregar pregos, de cortar e raspar madeira, de lixar, colar, modelar o barro, amarrar barbantes e cordas, de acender o fogo.





DIREITO A UM BOM INÍCIO: 
Toda criança tem o direito de comer alimentos sãos desde o nascimento, de beber água limpa e respirar ar puro.





DIREITO À RUA:
 Toda criança tem o direito de brincar na rua e na praça e de andar livremente pelos caminhos, sem medo de ser atropelada por motoristas que pensam que as vias lhes pertencem.




DIREITO À NATUREZA SELVAGEM:
Toda criança tem o direito de construir uma cabana nos bosques, de ter um arbusto onde se esconder e árvores nas quais subir.






DIREITO AO SILÊNCIO: 
Toda criança tem o direito de escutar o rumor do vento, o canto dos pássaros, o murmúrio das águas.






DIREITO À POESIA:
 Toda criança tem o direito de ver o sol nascer e se pôr e de ver as estrelas e a lua.”





Todas as imagens foram retiradas
da galeria de imagens do Google.

19 de fevereiro de 2011

Projeto Nome


JUSTIFICATIVA

A formação da identidade está relacionada intimamente ao conhecimento do nome, por isto faz-se necessário a elaboração deste projeto.

OBJETIVO COMPARTILHADO

Elaboração de um álbum coletivo, que traga informações sobre a criança.

DURAÇÃO

Três meses. Duas vezes por semana no 1º mês. Uma vez por semana no 2º mês.


PÚBLICO ALVO

Crianças entre 4/6 anos.



O QUE SE ESPERA QUE AS CRIANÇAS APRENDAM

-Que a criança identifique e conquiste a grafia do nome;

-Reconheça o próprio nome;

-Escreva o próprio nome (com ou sem ficha);

-Adquiram noções de matemática;

-Identificar ou reconhecer as letras do alfabeto;

-Identificar o nome das diversas situações do cotidiano;

-Reconhecer o próprio nome dentro do conjunto de nomes do grupo, nas situações em que isso se fizer necessário;

-Que elas aprendam à escrita do próprio nome em situações em que forem necessários;

-Ter contato com as letras, com a formação do nome.


CONTEÚDO

- Identificação do nome;

- Representação escrita do nome;

- Regras de convívio social;

- Socialização.


O QUE O PROFESSOR DEVE GARANTIR NO DECORRER DO PROJETO

-Construção da rotina;

-Elaboração do contrato didático;

-Organização do espaço de trabalho;

-Organização do material utilizado;

-Levantar pesquisa junto aos pais;

-Confecção dos crachás;

-Registro das atividades para avaliação.

RECURSOS MATERIAIS

-Papel cartão, sulfite, caneta hidrocor, alfabeto móvel, tiras de tecido, de algodão, lápis colorido, giz-de-lousa.

AVALIAÇÃO

Durante a realização das atividades, através do registro, e observando o desenvolvimento das crianças.